Eu já tive dois vira-latas em casa. Lembro que minha mãe comprou de um cara na rua, dentro de uma caixa de sapato. Não foi exatamente uma adoção mas admiro as muitas pessoas que conheço que fazem isso. Muitas delas somente cuidam do cão até que outra pessoa possa adotá-lo. Muitos cães perfeitos, mas outros , que necessitam cuidados especiais e mesmo assim, encontram pessoas de um coração enorme, capazes desse ato tão lindo e compromissado (já que um cachorro doente precisa de mais tempo e dinheiro para ter uma melhor qualidade de vida).
E é isso que o autor do livro “Salvando um vira-Lata” , Mark Levin, nos conta sobre sua curta mas emocionante viagem ao adotar um vira-lata em idade avançada e com problemas de saúde.
Talvez os que não gostam de cães ou que não tem essa afeição por esses animais, não consiga entender o quanto um ser humano é capaz de se afeiçoar a estes seres. Em contra-partida, só quem se deixa envolver por este sentimento consegue usufruir do amor incondicional, desinteressado e companheiro que um cachorro pode nos dar. E isso nos ensina coisas sobre amor e afeto que jamais poderíamos sonhar de outra forma porque são sentimentos num grau de pureza que poucos seres humanos sentem ao longo da vida de forma consciente e espontânea.
Nós temos um poodle que está conosco desde seus 45 dias de vida e este ano completa 12 anos! Portanto, prá mim, esse livro foi muito tocante porque estamos hoje vivendo com nosso amigo pensando no tempo que ainda teremos juntos, afinal, hoje , ele já é um idoso. Procuro não pensar nisso, mas foi inevitável ao acompanhar a história do Sprite e a família que o adotou. Ele, assim como nosso amigo canino, transformou a vida de seus donos. E isso não é novidade: quando você se deixa tocar pela convivência com um cachorro, ele transforma sua vida e sua forma de ver o mundo.
Se você quer conhecer esta história, em homenagem ao Sprite, sortearemos um exemplar do livro para todos que escreverem aqui nos comentários do blog ou twittarem nomes curiosos e diferentes de seus cachorros com a tag #salvandoumviralata.
Os meus vira-latas se chamavam Kikwit e Dakhila. Onde achei esses nomes? Um amigo que estudava comigo, se chamava Jhansi e contava que sua mãe escolheu seu nome no Atlas Geográfico. Aí, quando minha mãe chegou com os dois filhotinhos, dei essa idéia e ela topou.
Kikwit, é uma cidade do Congo que anos depois de termos escolhido este nome, ficou conhecida por ter sido um dos poucos focos do vírus Ebola (que coincidência triste…). Lembram?
Já, Dakhila é uma cidade (zinha) em pleno Saara, quase um oásis.
E você, já teve um cachorro com nome curioso? Escreva nos comentários aqui do blog ou “tuíte” o nome curioso de um cachorro usando a tag #salvandoumviralata e concorra a um livro “Salvando um Vira-lata”. Sorteio dia 24 de junho.
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