Concorra a um livro Alice no País das Maravilhas

Quer concorrer a um livro Alice no País das Maravilhas? Clique no selo abaixo e veja como participar da promoção no blog Fio de Ariadne!

Publicidade infantil: proibir ou não?

top_interna_tvSaímos da época das festas, shoppings lotados de adultos e crianças ávidos por comprar seus presentes e artigos de Natal, ano novo, material escolar e carnaval, e não pudemos deixar de refletir sobre esse tema tão importante: consumo infantil.

Alguns defendem veementemente a proibição da publicidade infantil. De outro lado, alguns discordam, acham que estão querendo passar para a publicidade uma responsabilidade dos pais.

O que é importante afinal levarmos em consideração nesta questão?

Em primeiro lugar, que são debates como esses que fizeram com que a publicidade e a sociedade como um todo evoluísse. Somos a favor das diferenças, das possibilidades e do debate.

Mas por que é necessário regulamentar?

Não temos dúvida de que, no mínimo dos mínimos, é urgente uma regulamentação muito, mas muito rígida para a publicidade infantil. Quer dizer, nem todos têm a absoluta certeza de que serão as regras que vão melhorar o estímulo exarcebado ao consumo infantil, mas todos nós acreditamos que é necessário nos mover em busca de proteção à nossa infância.

A publicidade como vemos é um cerceamento à liberdade da criança de imaginar. A criança aprende através da TV e da publicidade a gostar de tudo que a mídia quer que ela goste.

O incentivo ao consumo é tão grande que as crianças não se satisfazem com nada: se é um, é pouco. Se são muitos mas menos que os outros, é pouco. Se são muitos mas o dos outros é maior, é pouco. Se temos muito mas não temos aquilo que o outro tem, é pouco. Se temos um sorriso, um abraço, mas não temos presente, é pouco. É a insatisfação compulsiva.

De quebra, boa parte das propagandas voltadas para crianças são mentirosas e desonestas. Nossos filhos devem e precisam saber: propaganda mente. É um jogo que não se trata do bonzinho e do maldoso, mas de interesses. Conscientizar as crianças já é algo proativo que nós pais podemos fazer independente de qualquer coisa: começar a ser mais enfáticos neste sentido com as crianças em casa.

O objetivo da publicidade voltada para crianças é atingir os pais via filhos. O que torna tudo ainda mais covarde, pois as crianças estão sendo usadas. Aquelas marcas que não dizem nada mais aos adultos, pelo simples fato de não terem nada a mais a oferecer (nenhum diferencial), se disfarçam com personagens infantis e vão pra cima dos pequenos. Os publicitários sabem que os pais, cheios de culpas, acabam comprando quando a meninada pede ou faz pressão. Então vira um non sense: criança não tem maturidade pra votar, pra casar, pra namorar, pra dirigir, para escolher a hora de dormir, para sair de casa sozinha. Mas é tratada como se tivesse maturidade pra tomar decisões de consumo. O que TODOS nós – pais, governo e publicitários – sabemos que elas não têm.

Preocupa muito, também, a abordagem dos anúncios de alimentos infantis. E aí, além da questão do consumo, entra um ponto também muito importante: a saúde. As mães de origem mais humilde, que tiveram seu poder de consumo aumentado nos últimos anos, estão claramente tentando satisfazer todos os desejos dos filhos – desejos que muitas vezes foram delas quando crianças. Isso não seria nem de longe um problema, exceto pelo fato de aquela criança estar sendo entupida de açúcar, farinha e gordura vegetal hidrogenada. O que é um problema que atinge, por diferentes motivos, as demais classes sociais e compromete gravemente a saúde das crianças. Gasta-se horrores em potinhos de “bebida láctea tipo iogurte com aroma artifical de qualquer coisa” quando é possível fazer em casa um litro de iogurte com R$ 2,00 e depois bater com frutas. Esse consumo não é fruto do desconhecimento, mas da propaganda do iogurte-super-divertido-e-colorido-do-super-herói-da-moda-que-dá-super-poderes.

E o risco da proibição? A sociedade pode se tornar imune?

(continua na próxima semana)

Texto escrito a 16 mãos por: Ana Cláudia Bessa, Ceila Santos, Maria Rê Carriero, Renata Gonçalves, Renata Matteoni,  Rita de Cássia Couto, Silvia Schiros e Taís Vinha.

Posts e continuações deste debate:

Parte 1:  http://futurodopresente.com.br/blog/index.php/2010/03/publicidade-infantil-proibir-ou-nao/

Parte 2:  http://futurodopresente.com.br/blog/index.php/2010/03/publicidade-infantil-proibir-ou-nao-parte-ii/

Parte 3:  http://futurodopresente.com.br/blog/index.php/2010/03/publicidade-infantil-proibir-ou-nao-parte-iii/

E convido as amigas blogueiras abaixo a postar suas opiniões sobre o assunto e convido-as a convidarem também blogueiras amigas para postarem :
Cristiane Fetter http://todoyda.blogspot.com/

Vanessa http://fio-de-ariadne.blogspot.com/

Cybele Meyer http://cybelemeyer.com.br/

Mais posts :

http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2010/05/nao_vale_por_um_bifinho.html

http://lucianaivanike.wordpress.com/2010/05/12/minha-filha-sabe-o-que-esta-querendo/

http://futurodopresente.com.br/ana/2010/02/televisao-por-assinatura-e-transparencia-das-relacoes-de-consumo/

http://mamaecintia.blogspot.com/2010/04/bakugan-quem.html

http://blogdodesabafodemae.blogspot.com/2010/04/voce-e-favor-da-lei-contra-publicidade.html

http://graflor.blogspot.com/2010/03/publicidade-infantil.html

Fórum Criança e Consumo:

http://futurodopresente.com.br/blog/index.php/2010/04/forum-crianca-e-consumo-dia2parte3/

http://futurodopresente.com.br/blog/index.php/2010/04/criancas-como-cidadaos-ou-criancas-como-consumidores/

http://futurodopresente.com.br/blog/index.php/2010/04/forumcriancaeconsumodia2refletiroconsumo/

http://futurodopresente.com.br/blog/index.php/2010/03/forum-crianca-e-consumo-dia-1-continuacao/

http://futurodopresente.com.br/blog/index.php/2010/03/forum-crianca-e-consumo-dia-1honrar-a-infancia/

Como fica a responsabilidade socioambiental na hora de comprar roupas?

Você já pensou sobre o impacto que suas roupas e calçados podem ter gerado na Natureza, seja através de processos químicos aplicados aos materiais, mão de obra irregular ou a emissão de poluentes devido ao transporte das matérias primas e, depois, do produto acabado até a loja?

A proposta é nos questionar: de onde vem a roupa e o calçado que utilizo? Será que segue preceitos ecológicos? Será que as pessoas envolvidas no processo de fabricação tem condições “humanas” de vida e trabalho?

Se você é daqueles que transformou penso, logo existo de René Descartes em “consumo, logo existo”, está na hora de sentar-se como aquela famosa estátua de Rodin “O pensador” , colocar a mão na consciência e mudar alguns hábitos.

Algumas dicas para vestir-se com responsabilidade socioambiental:

  • Se questione sobre a real necessidade de adquirir mais uma peça de roupa ou calçado; ou se está comprando por impulso, ou só “para ficar na moda”
  • Opte por produtos brasileiros, melhor ainda se forem da sua região, não apenas para promover o crescimento regional mas porque menos combustível foi queimado para levar o produto até o ponto de venda, ou seja, até suas mãos;
  • Opte por produtos com selos ambientais e sociais como amigo da criança, orgânico,  comércio justo (fair trade);
  • Se a roupa não serve mais doe para familiares, amigos, ou instituições de caridade. Com esse gesto você aumenta o tempo de vida de uma peça, reduz a geração de lixo e a demanda por algodão convencional;
  • Se tiver criatividade e o dom da costura, ou conhecer alguém que o tenha, transforme a peça de roupa usada em uma “nova”;
  • Não tenha receio de comprar e vender roupas em um brechó, você pode encontrar lindas peças nesses locais por um preço ótimo.
  • Se o colégio onde você ou seus filhos estudam exige o uso de uniforme, promova junto a diretoria uma feira de trocas no final do ano, para que os alunos possam trocar seu uniforme que ficou pequeno, por um maior. Havendo a troca anual, todos cuidarão melhor de suas roupas.
  • Desconfie: o produto está muito barato? Hum… ele pode ter sido produzido por mão de obra irregular (crianças, trabalho escravo, ou qualquer outra possibilidade). Tente se informar sobre a origem do produto, políticas de responsabilidade e existência de fiscalização ou auditoria. Lembre-se, o que está na moda é ser responsável e não a nova “bermuda-frisada-em-verde-bandeira.”
  • Você sabia que a Internet é um ótimo lugar para trocar roupas? Existem vários brechós online, dê uma olhada.
  • Lembre-se dos famosos 3 Rs: Reduzir (é mesmo necessário comprar?); Reutilizar (posso reaproveitar a peça com um reparo ou uma mudança que a torne interessante novamente?) Reciclar (troque, doe, venda, faça a peça circular – de nada adianta mantê-la no armário acumulando poeira, faça a energia circular!). E quando não houver mais jeito? Ainda existe uma opção: que ela vire então, um belo pano de chão.

Para saber mais:

  • ecotece.org.br – Aborda cadeia produtiva, ciclo de vida do vestuário e matérias-primas sustentáveis;
  • cemporcentocerrado.com.br – A 100% Cerrado é uma associação formada por artesãs, costureiras e bordadeiras residentes em diversas cidades satélites do Distrito Federal, coordenada pelas estilistas Sandra Maria e Sônia Reis. Elas buscam a identidade da moda de Brasília e procuram valorizar e divulgar os recursos naturais do cerrado, além de promover a comunidade local. Existem muitas comunidades similares pelo país, procure a mais próxima!
  • buscabrecho.com.br agrupa uma rede de brechós virtuais de venda e troca de roupas.
  • sindicato-brechos.blogspot.com sindicato dos brechós online

.

Este é o primeiro post de Carolina Idalino, uma das novas colaboradoras do blog eco4planet. Karolidalmo “possui graduação em Ecologia e mestrado em Geografia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Tem trabalhado nos últimos anos com permacultura, horta orgânica, recomposição de mata ciliar e cadastro de matérias e artigos científicos ambientais no site Ciência a Mão.”. Seja bem-vinda!

Texto original: http://blog.eco4planet.com/2009/12/como-fica-a-responsabilidade-socioambiental-na-hora-de-comprar-roupas/

Overdose de rosa?

ditadurarosa
Encontrei este texto no blog Shoujo-cafe de Valéria Fernandes e vale para nossa reflexão sobre o que estamos permitindo ao consumo de nossos filhos e sobre as implicações ou consequências de nossas escolhas. As escolhas das crianças são dos pais, afinal, somos nós que pagamos a conta.
O comércio tem sua culpa porque nem sempre dá opção de outras cores, mas não podemos esquecer do que rege a lei de comércio: a procura. Os pais consomem o rosa para meninas.
O comércio vai nos dar a opção que aceitarmos, ou vai decidir por nós.
A moda determina o que consumimos? Simples assim?
_______________________________________________________________________
A volta do cor-de-rosa

Mirian Goldenberg *, Jornal do Brasil

RIO – Aos domingos, gosto de caminhar na orla das praias de Ipanema e Leblon observando os corpos dos cariocas. O que estes corpos falam sobre uma cultura em que o corpo é um verdadeiro capital?

Com essa ideia na cabeça, e um papel e uma caneta na mão, tento decifrar que tipo de cultura está representada nos corpos observados. Nestas caminhadas antropológicas, o que mais me chama a atenção é a monocromia que reina nas roupas e acessórios das meninas. Quase todas estão de cor-de-rosa, da cabeça aos pés. O rosa não é apenas a cor das Barbies (cujo site tem como slogan Viva o rosa!) mas também dos vestidinhos, camisetinhas, bermudinhas, calcinhas, biquininhos, bolsinhas, sapatinhos, meinhas, enfeitinhos, lacinhos, pulseirinhas etc. Além do rosa, chama a atenção o excesso do uso do diminutivo das mães quando falam com e de suas filhas.

Comentando, tempos atrás, este fenômeno monocromático com a minha editora Ana Paula Costa, ela, muito empolgada, sugeriu que eu escrevesse um livro com o título: A volta do cor-de-rosa. A ideia seria a de retratar o fenômeno de uma nova geração de meninas extremamente românticas, melosas e açucaradas. Meninas cor-de-rosa. Chegamos à conclusão de que o rosa representa um modelo feminino que parecia ter sido completamente abolido nos anos 70 pelas mulheres que desejavam ser meio Leila Diniz: livres, fortes, poderosas, sexualmente ativas, donas do próprio corpo.

Nas minhas caminhadas percebo que, enquanto as meninas estão de rosa da cabeça aos pés, os meninos vestem roupas azuis, verdes, amarelas, vermelhas, cinzas, marrons, pretas, roxas, laranjas, lilás, brancas etc e até, algumas vezes, rosas. E eles não são apenas mais livres nas cores que usam mas, também, correm, brincam, gritam, jogam, se sujam e se machucam muito mais do que elas.

A comparação entre as cores e as brincadeiras de meninos e meninas sugere que faltará a elas, quando mulheres, algo fundamental: liberdade. Liberdade que, na minha pesquisa com indivíduos das camadas médias cariocas, elas afirmam invejar nos homens. Enquanto eles dizem que não invejam nada nas mulheres.

Quando brincam de casinha com suas Barbies cor-de-rosa, as meninas estão aprendendo a ser um tipo de mulher que, provavelmente, terá o mesmo tipo de sonho em um futuro não tão distante. Elas estão aprendendo a ser românticas, dependentes, delicadas, preocupadas com a aparência, mulheres que gastarão inúmeras horas em salão de beleza pintando as unhas do pé e da mão de rosa, comprando roupas e sapatos, cremes e maquiagens, obcecadas com dietas para emagrecer, com cirurgias plásticas, botox, e que, apesar de adultas, continuarão tendo fantasias com o príncipe encantado, que pagará as contas e resolverá todos os problemas.

Muitos pesquisadores já analisaram esta nova/velha mulher que, cansada do mundo competitivo do trabalho e das responsabilidades sociais, sonha em “voltar para a casa e se dedicar ao marido e aos filhos”. Sonho cada vez mais difícil de realizar e, talvez por isso mesmo, cada vez mais presente entre as brasileiras, uma espécie de nostalgia de um tempo perdido em que o papel feminino estava restrito ao de esposa e mãe.

Recentemente, descobri o blog PinkStinks (Rosa é uma droga), em que duas mães inglesas declararam guerra ao que chamam de pinkification (rosificação) das meninas: a onipresença da cor rosa no universo feminino. Elas acreditam, como eu, que o fenômeno vai muito além da cor. O site diz que a cultura do rosa, imposta às meninas desde o berço, é baseada no culto da beleza, no corpo, na aparência, na magreza, em detrimento da inteligência. Apesar de parecer inofensiva, continua, o rosa simboliza uma cultura de celebridade, fama e riqueza, obcecada pela imagem, que pode aprisionar e limitar as aspirações das meninas sobre o que podem ser e realizar quando se tornarem mulheres.

Se o corpo e a roupa falam algo sobre a nossa cultura, o que o rosa está falando sobre estas futuras mulheres? Estaria falando de um tipo de representação de gênero que associa a mulher à delicadeza, doçura, fragilidade, fraqueza, inferioridade, submissão? De mulheres cujo principal objetivo é conquistar um marido? De mulheres dependentes que precisam da proteção de homens fortes e poderosos? Estaria falando da clássica dominação masculina, que transforma meninas em mulheres cor-de-rosa?


* Mirian Goldenberg é antropóloga, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro e autora de ‘Toda mulher é meio Leila Diniz’ (Ed. BestBolso). 17:20 – 09/01/2010

Psicologia das cores

Interessante este post que li falando da psicologia das cores usadas no desenvolvimento de logotipos e claro, não pude deixar de analisar as cores do logotipo do Futuro do Presente, que foi escolhido sem nenhum critério de psicologia de marketing. Os tons de verde e azul, além de ser um gosto pessoal, tendo sido o verde também pesado pelo nossos cunho ecológico, claro.

Mas a análise é bem interessante. E confirma que existem, sim, técnicas  de mensagens subliminares nas propagandas. Quando vemos uma marca, um texto , expressões, ambientações e etc em uma marca ou propaganda, sempre tem um motivo para ela estar ali, daquela forma para nos atingir de uma forma específica sem que tenhamos a percepção.

Vivendo e aprendendo.

logofdpjpgmenor

Verde

Dura, Ambiental, Fresca, Harmônica, Saudável e Curativa; Inexperiência, Natureza, Renovação e Tranqüilidade; Moeda.

Verde representa vida e renovação. É uma cor calmante e repousante, mas também pode representar ciúme e inexperiência. Você pode encontrá-la frequentemente utilizada por empresas que pretendem retratar a si próprias como ecologicamente conscientes.

Azul

Autoridade, Calma, Confiança, Dignidade, Fidelidade, Poder, Sucesso, Segurança e Confiabilidade.

Azul é calmante e pode evocar imagens de autoridade, sucesso e segurança. A grande maioria das pessoas pode dizer que gostam, pelo menos, um tom de azul. É provavelmente a cor mais popular no design de logotipos e pode ser vista amplamente em logotipos do governo (Norte-Americano; Nota do Tradutor), logotipos ligados à área médica e é a cor majoritária nos logotipos das empresas que constam no índice Fortune 500.

Segundo a Plaid:

+ Azul é a única cor que a maioria das pessoas não odeia;
+ As pessoas não se envolvem emocionalmente com o azul;
+ Azul faz as pessoas se sentirem confortáveis;
+ Azul é a cor mais fácil de ser aprovada em trabalhos criativos.

Leia + : veja as outras cores no blog Tecnologia e Design

Ciclo Comunicar Cultura

ciclocomunicarcultura_ana

ciclocomunicarcultura_ana2A comunidade Nós Da Comunicação está realizando entre os dias 1º e 8 de dezembro o Ciclo Comunicar Cultura. E mais uma vez, tenho a honra de participar do debate que agora gira em torno do tema Cultura. Serão, artigos, debates, econtros , etrevistas abordando os mais diversos temas relacionados à cultura.

Como não poderia deixar de ser, minha participação envolve criança, cultura e o papel dos pais nesta jornada. Afinal,

Criança não precisa só de comida .

……………………………………………………………………………………………………………………………….

Recuse!

blogmmagovbrhtm-saco-a-um-sacohtmRecebi o convite do Vinicius Mont Serrat do Blog Sucesso News para participar da campanha Saco é um saco do Ministério do Meio ambiente e não poderíamos ficar de fora! Mas, ao invés de falar de números, vou contar um pouquinho da nossa experiência pessoal.

Aqui em casa a gente usa sacola retornável.

p8273064pTudo começou com a @cristianefetter do blog Tô Doida, que mora nos Estados Unidos e escreveu um texto aqui pro Futuro do Presente contando sobre As Sacolas Plásticas nos Estados Unidos . Logo depois disso, ela me mandou  de presente uma sacola que vende nos mercados de lá. Aliás, uma sacola excelente e que está como nova até hoje…quase 2 anos depois. Foi essa bolsa a nossa primeira sacola retornável.

No começo, eu esquecia sempre de levar a bolsa, mas a consciência de que eu esquecia, me fez passar a deixar a bolsa dentro da mala do carro. Continuei esquecendo…mas com ela na mala, eu me obrigava a voltar ao estacionamento e pegar. E foi assim que com o tempo, eu fui passando a lembrar automaticamente de sempre levar a bolsa para dentro do mercado.

Como eu moro num local um pouco afastado dos grandes centros, os mercados aqui são menores e a gente acaba ficando mais conhecido no comércio local. E no começo me tratavam como um ET, com aquela cara de : “Como assim, a Sra. não quer levar a sacola? A Sra. traz uma sacola?”. Num dos mercados da região, certa vez, o empacotador quis me obrigar a levar a sacola! “A Sra. é obrigada a levar” e eu respondia “a compra é minha e eu não quero levar a sacola plástica, quero levar na minha sacola”

Eu já respondia rindo porque a cena foi realmente patética. Afinal, de fato, minha única obrigação ali era pagar pelas minhas compras. Se eu quisesse levar item por item na cabeça, era problema meu…rs.. Mas com o tempo, vieram os elogios, todo mundo comentava e eu virei a “moça da sacola”.

Claro que no meio dessa história, tivemos uma outra descoberta: uma bolsa só para compras de mercado semanais, era pouco. E meus sogros, vendo nosso engajamento, de repente, assim do nada, chegaram com uma sacolona enorme feita de sacos reciclados. Ou seja, nosso comportamento já estava inspirando e atingindo nossos familiares. Sentimos muito orgulho!

ist1_4325888-dark-blue-plastic-containerMas duas sacolas ainda era pouco e passamos também a usar uma caixa de plástico desmontável para garrafas, caixas de leite e itens mais pesados. p1030764pEsta por ser desmontável, também “mora” dentro do carro e é muito prática de carregar dentro do carrinho do mercado.

Foi daí que tivemos a idéia de fazer sacolas reutilizáveis feitas de tecido PET e colocar à venda no nosso site. Mas como a gente queria ter um diferencial para facilitar as pessoas a lembrarem de levar suas bolsas ao mercado, optamos pela bolsa dobrável, com fecho para que ela esteja dentro das nossas bolsas do dia-a-dia ou dentro do porta-luvas dos carros. Porque a bolsa precisa estar disponível na hora que a gente precisa. Não adianta nada a gente estar no mercado e a bolsa em casa.

E o melhor da história vem agora: o mercado, vendo nossas bolsas, perguntou onde p1060189p500a gente compra e a gente passou a fornecer para o mercado que revende a bolsa feita de tecido 100% reciclado para seus clientes!

Então, as lições que aprendemos com toda essa história é que:

-é possível mudar nossos velhos hábitos;

-as pessoas se inspiram (o mercado se inspirou por nós, que nos inspiramos na Cris e assim, sucessivamente, se cria uma corrente de conscientização);

-para reduzir, precisamos RECUSAR.

RECUSE, REDUZA, REUTILIZE!

Decoração Sustentável

@deniserangel está montando seu apartamento com peças recicláveis e me lembrei dela na hora que vi este blog com lindas peças feitas de material reciclável.

Olha essa luminária aí ao lado feita de caixas de leite!

Tem peças lindas lá!

Eu adorei e recomendo o blog!

http://ateliedolixo.blogspot.com/

cc566_oque_fazer_com_01pOutra dica legal que eu havia prometido procurar e enviar para a Denise Rangel foi a luminária que vi na revista Casa Cláudia  impressa. Acabei achando-a na internet: é essa luminária feita de latas de alimentos como leite condensado, goiabada e etc. Na mesma revista, numa outra edição vi também um quadro feitos com talheres velhos. Muito bacana para colocar na cozinha!

Infelizmente esse eu não achei para postar aqui mas quadro a gente pode fazer de qualquer coisa: talheres velhos, bonecas, uma peça de roupa, enfim.

Para reciclar os materiais é só usar a criatividade!

Seguindo essa linha me lembrei do post que escrevi para o blog Amélias
Dê asas a sua imaginação. Reutilize material descartável e ganhe objetos novos em sua casa!

Vamos lá, faça com a Denise e como o Ateliê do Lixo e mãos à obra!

.

Nós no Amélias, reaproveite!

ameliasreaproveitar

Clique aqui para ler todo o artigo : http://inblogs.com.br/amelias/bemestar/vamos-reaproveitar

Plugins e outras cositas para wordpress e etc.

Plugins são ferramentas (como contadores de visitas, de post, de comentários, etc) para adicionar aos seu blog se ele for WordPress, como é o caso do Futuro do Presente.

Segue uma lista de alguns links onde eu peguei alguns plugins aqui para o blog.

Os 75 Melhores Plugins para wordpress

Blog Super Sincero

Alessandro Martins – Top Comentaristas

Blog do Yogodoshi - http://www.yogodoshi.com/blog/

Indicando outros posts: http://www.linkwithin.com/learn?ref=widget

contador de usuários online bonitinho e configurável: http://www.opromo.com/servicos/usuariosonline/cadastro_useronline.php
Tenho certeza que vão encontrar bastante coisa legal por lá para incrementar seus blogs!

Mãos à obra!