Somos trouxas !

“Neste momento, agora, empresários, lojistas, operários, trouxas,TROUXAS estão pagando o imposto de renda. Estão pagando imposto de renda para gente que não tem vergonha na cara mandar amigos sirigaitear em Miami, Paris, Roma, aonde quer que seja. E não vai lhes acontecer nada, porque este é um povo estúpido que não reage.”

(Luiz Carlos Prates, comentarista do Jornal do Almoço, exibido na RBS de Santa Catarina, que fala sobre o recente escândalo no Congresso Nacional referente ao abuso no uso das cotas de passagens aéreas para os parlamentares.)

 

Achei este vídeo no blog Pensar Enlouquece do Alexandre Inagaki. Recomendo a leitura do post completo. Vale!

Boa notícia (verde) !

Recebi este e-mail do Greenpeace que nos dá uma resposta positiva da Campanha Meia-Amazônia, não ! “que reduziria a reserva legal da região para 50% e ainda permitiria compensar, em outros locais, qualquer desmatamento que fosse além”. Para saber mais leia nosso post a respeito, aqui. Isso nos mostra que a mobilização da sociedade funciona e que devemos todos participar mais se quisermos de fato mudar a cara do nosso país.

E isso vale para tudo: para a política, quando votamos com consciência; quando educamos nossos filhos com mais dedicação e cuidado; quando decidimos reciclar o lixo de nossa casa, etc.  Mudar o futuro só depende de nós.

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Ana Cláudia Bessa

 


Olá.
O ano de 2008 chega ao fim com uma boa notícia: conseguimos evitar que o Projeto de Lei 6424, o “Floresta Zero”, fosse aprovado na Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados! Muito obrigada pela sua participação na campanha Meia Amazônia Não. Seu apoio foi fundamental para essa conquista, mas a luta para manter nossa floresta inteira ainda não terminou.
No próximo ano continuaremos trabalhando para que o PL 6424 seja rejeitado de vez e deixe de assombrar nossas florestas. Para isso, vamos precisar de sua ajuda mais uma vez.

Queremos ter você ao nosso lado em 2009, para juntos construirmos um futuro mais verde, pacífico e justo.

Obrigada mais vez.
Joanna Guinle 

 

Suspensa venda de talco e condicionador da Turma da Mônica

Da Agência Estado
Reclame Aqui 21-01-2009

A Secretaria da Saúde de São Paulo determinou hoje a interdição e recolhimento de 10 mil unidades do condicionador infantil da Turma da Mônica. Análise do Centro de Vigilância Sanitária constatou que uma amostra do produto tem pH mais baixo do que o registrado em sua fórmula, ou seja, é mais ácido do que deveria. Os condicionadores interditados são do lote 8057, com vencimento em fevereiro de 2010.

A fórmula do produto prevê valores de pH entre 5,5 e 6,5. A amostra analisada teve pH médio de 5,25, mais ácido que deveria. A Secretaria recomenda que o uso do produto seja suspenso. Caso o consumidor queira devolver ou trocar o condicionador, deve procurar o fabricante ou os órgãos de defesa do consumidor, como a Fundação Procon.

Esse é o segundo produto da Turma da Mônica interditado em menos de uma semana por problemas de acidez. Na sexta-feira, a secretaria determinou que a fabricante, a Lipson Cosméticos, recolhesse o lote 7226 do talco cremoso da linha.

A Secretaria notificou a Vigilância Sanitária de Diadema, município sede do fabricante, para que inspecione todas as etapas da produção da fábrica. A Lipson foi procurada pela reportagem, mas a assessoria não foi localizada para responder pela empresa.

Fonte: http://www.reclameaqui.com.br/noticias/suspensa-venda-de-talco-e-condicionador-da-turma-da-monica/860

Presentes Ecológicos

Jornal do Comércio – 01 de dezembro de 2008

Produtos com proposta educativa ganham espaço
O que começou com uma proposta de discussão sobre assuntos que vão influenciar no futuro das crianças – como violência, consumo consciente, educação, saúde – tomou uma dimensão bem maior. Ana Cláudia Bessa passou a compartilhar sua angústia com essas questões em um blog que foi criado logo que o Brasil ficou chocado com a morte do menino João Hélio, arrastado por quilômetros ao ter ficado preso ao cinto de segurança do carro que foi levado por assaltantes. “Fiquei mexida e pensando: e se fosse comigo?”
Do blog que tem paticipação de internautas de todos os cantos do País, veio a idéia de dar mais um passo: criar produtos educativos que possibilitassem renda a cooperativas e comunidades carentes. Assim nasceu a marca Futuro do Presente, com produtos 100% ecológicos. Camisetas com estampas educativas e ecológicas que têm o objetivo de levar as pessoas à reflexão sobre o mundo que elas estão deixando para seus fihos.
Por isso, a preocupação com os produttos se dá em toda a linha de produção. A malha, feita com garrafas PET recicladas, foi escolhida como matéria-prima para as camisetas. Para as bolsas ecológicas, a juta ganhou destaque. O material, de fácil cultivo, é responsável pelo sustento de mais de 50 mil famílias. O único ponto negativo, segundo Ana Cláudia, é o preço final, que ainda fica acima da média dos produtos tradicionais.
fonte: Jornal do Comércio, 01 de dezembro de 2008
Matéria de Cristine Pires, a quem agradecemos o carinho e a atenção que nos dedicou.

Notícias Importantes

Estima-se que a cada ano nasçam no Brasil 1.200 crianças com catarata congênita, doença que, sem tratamento adequado, pode levar à cegueira. O Instituto Catarata Infantil(ICI) atende gratuitamente crianças de baixa renda que possuam a doença. Dra. Andréa Zin, Diretora Técnica do ICI, fala sobre o trabalho e as ações realizadas.Leia.
Convênio inédito garantirá empregos para Deficientes Intelectuais

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo está celebrando nesta quinta-feira, 16 de outubro, às 15 horas, parceria com o Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural para organizar e realizar a primeira seleção pública no Brasil para o preenchimento de vagas de emprego no CRECI-SP por pessoas com deficiência intelectual. A idéia inovadora tem como objetivo promover a inclusão no mercado de trabalho e a geração de renda para pessoas com deficiência intelectual, através de ações direcionadas. Caberá ao Instituto Olga Kos auxiliar a equipe do CRECI-SP na elaboração do edital de seleção pública, confeccionar os testes, além de ministrar as orientações necessárias aos funcionários da entidade para que saibam como proceder na recepção dos candidatos. Já o CRECI-SP, ficará responsável pelo processo seletivo e a contratação dos aprovados. Mais informações:

Sonia Servilheira e Chrystiane Saggese
Fones: 11-3886.4927 / 4929
Imprensa – CRECI-SP

Alfredo Souza
Fones: 11-3101.5077 / 4118 e 9954.6684
Imprensa – Instituto Olga Kos

Denúncia: água consumida em Caetité (BA)está contaminada por urânio
Após oito meses de investigação, o Greenpeace encontrou contaminação radioativa em amostras de água usada para consumo humano, coletadas na área de influência direta da mineração de urânio no município de Caetité, na Bahia (BA). A mina e uma unidade de beneficiamento de urânio são gerenciadas pela Indústrias Nucleares do Brasil (INB). A denúncia, que demonstra que a geração de energia nuclear é perigosa e poluente desde a sua origem, faz parte do relatório Ciclo do Perigo – Impactos da Produção de Combustível Nuclear no Brasil, que o Greenpeace lançou nesta quinta-feira (16/10) em São Paulo.
O Greenpeace e entidades sociais e ambientais da Bahia encaminharam a denúncia ao Ministério Público Federal da Bahia, exigindo a realização de investigação independente sobre a fonte e extensão da contaminação, bem como as condições de operação da INB e o cumprimento das condicionantes dispostas no licenciamento ambiental. A organização também solicitou ao INGA – Instituto de Gestão das Águas, do governo da Bahia, que suspenda as outorgas de água concedidas à INB até que a contaminação seja solucionada.

Para ler a íntegra do relatório, acesse o link:
http://www.greenpeace.org/brasil/documentos/nuclear/ciclo-do-perigo

"meus pais trabalham e tiveram que bancar tudo"

02/09/2008 – 18h12
Cielo desabafa e pede para não associar ouro olímpico à CBDA
Fernanda Brambilla-Em São Paulo

O nadador campeão olímpico Cesar Cielo compareceu nesta terça-feira ao Corinthians para prestigiar os colegas que disputam o Troféu Jose Finkel de natação. O atual recordista olímpico dos 50 m fez um desabafo à imprensa e disse que não quer associar a sua conquista em Pequim à CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos).Cielo criticou a postura dos dirigentes e reclamou de promessas não cumpridas.

Campeão olímpico dos 50 m livre pediu que medalha não seja associada à CBDA:
“Não estou associando a minha conquista à CBDA, porque a Confederação pouco teve a ver com ela”, disparou o nadador. “As pessoas vêem a festa depois da medalha na TV, mas a realidade é outra e é brutal”, disse Cielo. “Eles vão ter que me agüentar. Vou ser campeão olímpico pelos próximos quatro anos. Pensando bem, ainda bem que veio essa medalha, viu?

” A rusga de Cielo com a CBDA teve seu ápice neste ano, quando alguns atletas foram se encontrar com o presidente Lula em evento promocional antes dos Jogos Olímpicos, na mesma época da renovação do patrocínio da Confederação com os Correios.

Cielo não compareceu porque estava treinando em Auburn (Estados Unidos), atitude bastante criticada pela cúpula da CBDA. “Na época o Coaracy [Nunes, presidente da CBDA] ficou ligando para os meus pais e queria que eu largasse tudo para ir ao evento”, reclamou o nadador, que manteve a decisão de não ir.

O conflito entre as duas partes teve início em 2006, quando Cielo decidiu deixar o Clube Pinheiros para treinar em Auburn, cidadezinha do Alabama (EUA). À época, a CBDA cortou o patrocínio em represália à atitude do atleta. “Eles ficaram loucos quando eu decidi ir treinar fora. E quando eu não vim para o Troféu Maria Lenk antes do Pan, foi outra chuva de reclamação. E olha que eu nem tinha mais patrocínio. Mas tive que escutar…”, lembra Cielo. “A Confederação é assim. Quando está descontente, liga para os meus pais cobrando, liga pra mim. Eu nunca vi dirigente ligar para atleta para reclamar. Até meu técnico (Brett Hawke) comentou que era uma atitude estranha.”No ano seguinte, o patrocínio voltou à época dos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro. “Ah, eles foram obrigados a voltar a me patrocinar, né?”, afirmou o nadador. O nadador conta que dependeu do pai para bancar sua preparação olímpica. “É difícil falar assim porque meus pais trabalham e tiveram que bancar tudo. Nem os ingressos que prometeram aos meus pais foram dados. Minha mãe perdeu a final dos 100 m livre.

“O único dirigente que escapou das críticas de Cielo foi o coordenador técnico Ricardo de Moura, que ajudou o nadador a levar seu técnico, o australiano Brett Hawke, junto à delegação da natação brasileira, o que gerou críticas da cúpula da CBDA, que não achava justo ter um técnico não brasileiro na equipe. César Cielo disse que voltará aos treinos nesta segunda-feira no Pinheiros, onde deve ficar até o fim do ano.

"Não haverá mudanças sem nós."

VEJAM ESTE TRISTE E INCRÍVEL EPISÓDIO ACONTECIDO NO MÉXICO

03/09/2008
Mexicana captura sozinha os seqüestradores de seu filho
Maite Rico
Em Madri

O pesadelo de Isabel Miranda começou em 12 de julho de 2005, quando seu filho, Hugo Wallace, de 30 anos, não compareceu a um encontro familiar. As ligações para seu celular não tinham resposta. Sua casa estava vazia e em ordem. Na noite anterior, Hugo havia dito a uma amiga que ia ao cinema com uma “nova namorada”. Ali foram em busca de pistas. O estacionamento estava vazio. Percorreram sem sucesso hospitais e centros de emergência. “Então fiquei louca”, diz Isabel.

A Cidade do México encabeça os seqüestros no mundo, e Hugo era um próspero empresário: a família temeu o pior.Isabel conseguiu que a companhia telefônica lhe desse a lista de chamadas para o celular de seu filho. A última havia chegado às 21h20 de 11 de julho. Localizaram a antena e sobre um mapa dividiram os bairros em um raio de 6 km, a área de cobertura. “Meu sobrinho encontrou o carro de Hugo no bairro Insurgentes. Estava mal estacionado. Ao vê-lo, comecei a chorar.”Um vigilante lhe disse que “uma mulher alta, bonita, de seios grandes” tinha estacionado ali. Morava em frente, na rua Perugino, 6, apartamento 4. Tocaram a campainha quando um menino saiu na portaria. “Agora não vão querer abrir, porque houve um problema, desceram com um rapaz ferido”, disse. Espantada, Isabel chamou a polícia. “Em vez de ajudar, não nos deixaram entrar no edifício. Colocavam obstáculos para tudo, como se protegessem alguém.

“Nesse momento a vida dessa pedagoga de 58 anos mudou. Apresentou uma denúncia por seqüestro, deixou seu trabalho e se dedicou somente à busca do filho, com a ajuda de irmãos, sobrinhos e cunhados. Durante duas semanas vigiavam a casa em turnos de 12 horas. “Não sabíamos quem estávamos procurando. Pedi em vão uma ordem de busca. Um dia trocaram o carpete. Chamamos a polícia. Nunca veio.”Nesse tempo falaram com os moradores, os coletores de lixo, a mulher da barraca de tortilhas… Conseguiram saber que nesse lugar vivia uma jovem e seu namorado, um sujeito mal-encarado que se gabava de ser da polícia. Ela era dançarina do grupo Clímax, do estado de Vera Cruz. Fazendo-se passar por secretária de uma empresa interessada em contratar o grupo, Isabel conseguiu os dados e a foto de seu alvo, Hilda González. E a localizou no outro lado do país, em Jalisco.

Isabel não largou mais sua presa, que pouco depois voltou à capital. Então a família Wallace tinha recebido uma foto de Hugo, jogado no chão e com os olhos vendados. Os seqüestradores exigiam 950 mil pesos.Isabel decidiu enviar para fora do México seu marido, um contador aposentado com problemas cardíacos, e sua outra filha. Não queria mais preocupações. A partir de Hilda, seguiu a meada e foi armando o quebra-cabeça. Disfarçada com perucas e enchimentos, rastreando, comprando vontades. “Aprendemos no ato, com criatividade”, diz. Seu irmão e um advogado amigo foram seus escudeiros. Na semana seguinte identificaram o namorado de Hilda: César Freyre, policial do estado de Morelos.

Em novembro se interrompeu o contato com os seqüestradores. Em 10 de janeiro de 2006, depois de algumas tentativas fracassadas, a Polícia Federal finalmente deteve Hilda. Freyre caiu duas semanas depois. A própria Isabel o capturou. “Meu irmão e eu nos colocamos perto do restaurante onde trabalhava sua amante. Uma noite, ao acabar a jornada, ela pegou um táxi. A seguimos até onde César Freyre a esperava.” Ao vê-los, Freyre sacou uma pistola, mas Isabel e seu irmão se jogaram em cima dele e o derrubaram. “Foi uma inconsciência. Não nos matou porque Deus é grande.

“A trama seria novelesca se não fosse pelo fato de que o corpo esquartejado de Hugo Wallace jaz hoje em algum lugar da cidade. “O mataram na mesma noite do seqüestro. Hilda confessou tudo. Meu filho ficou violento e o golpearam. Exageraram nos golpes.” Lavaram o corpo e tiraram fotos para pedir o resgate. Depois o cortaram com uma serra elétrica e desceram os pedaços em sacos de lixo.Então, sim, a polícia revistou o apartamento da rua Perugino. Nele encontraram a carteira de motorista de Hugo e manchas de sangue do jovem. “Sete meses depois do seqüestro? Nós tínhamos encontrado a casa no dia seguinte!”, suspira a mãe.

Tão aterrorizante quanto o panorama que oferecem as estatísticas de seqüestros no México: 564 em 2005; 608 em 2006, 789 em 2007, mais de 500 este ano. Esses são só os denunciados. Em termos reais, o número triplica. O México é hoje o primeiro país em seqüestros, acima do Iraque. Um país onde há 1.600 corpos policiais diferentes e descoordenados, e legislações diferentes nos estados. Onde 98% dos crimes ficam impunes e no qual morreram este ano 3 mil pessoas nas mãos do narcotráfico.A rotina de violência oferece tais episódios de brutalidade que ainda é capaz de horrorizar a sociedade mexicana, como a descoberta na última quinta-feira de 12 corpos decapitados em Yucatán. As autoridades informaram sobre a detenção de três suspeitos.

Com a descoberta das manchas de sangue de seu filho, o caso apenas começou para Isabel. Hilda deu os nomes dos cúmplices: Jacobo Tagle, Brenda Quevedo, os irmãos Alberto e Tony Castillo Cruz.Nessa época a capital mexicana ficou cheia de anúncios gigantes com os rostos dos membros do bando, sob a legenda de “seqüestrador e assassino” e uma recompensa em troca de informação. No verão de 2006, os rostos dos criminosos dividiam espaço com os retratos sorridentes dos candidatos presidenciais, em plena campanha eleitoral.Todos foram caindo, um a um. A pista de Brenda foi seguida até os EUA. O FBI a deteve em novembro passado no Kentucky. Agora está à espera da extradição. Só falta Jacobo Tagle. “Deve estar em Israel. Sua família é de lá e não há acordo de extradição.”

“Nós fizemos todo o trabalho. Alguns funcionários me ajudaram, é verdade. A promotoria nos apoiou. Mas a polícia não fez nada”, conta Isabel. Pelo caminho localizaram outras quatro vítimas de Freyre, que se somaram ao processo. Descobriu o cadáver de um comparsa do bando, assassinado por seus cúmplices. E revelou as conexões entre o grupo e agentes policiais de Morelos e da capital.Isabel enfrenta uma denúncia por tentativa de seqüestro e outra por “sujar o bom nome” de Freyre em anúncios espetaculares. Nada importante, comparado com a tentativa de atentado que sofreu há apenas dois meses, quando homens dispararam contra seu carro.”Não vou parar até encontrar os restos de Hugo. E até ver Jacobo Tagle entre as grades.” Hoje ela ajuda outras pessoas e dá conferências. E promoveu com outras organizações a grande marcha de ontem na capital, com dezenas de milhares de participantes. “Não é uma marcha a mais. É o início das mudanças de que precisamos. O que acontece conosco não é só problema das autoridades. Também tem a ver conosco como cidadãos.

” Outras 70 cidades do país e oito do exterior, entre elas Madri, também tiveram manifestações.Isabel mostra-se cética diante do recente Acordo pela Segurança assinado por todos os poderes do Estado. “Não creio no discurso político. Há oito anos dizem a mesma coisa. Não haverá mudanças sem nós.” Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

El País

O que é comércio justo?

Eduardo Knapp
CYRUS AFSHARDA REPORTAGEM LOCAL -

Por que esta manga é mais cara?
A manga Tommy normal é vendida pelo produtor a R$0,50 o quilo, e o consumidor final paga R$1,65; no “comércio justo”, o produtor vende a fruta por R$1,22, que chegaria ao consumidor por R$ 4,03 o quilo.

Um ilustre desconhecido por aqui, o dito “comércio justo” começa a pingar nas gôndolas do país.

Você topa pagar um pouco mais por um produto feito sem danos à natureza ou exploração desumana do trabalho, sabendo que sua compra ajuda a desenvolver comunidades pobres? Milhares de consumidores no mundo topam. São a base do dito “comércio justo”.

Muito mais conhecido na Europa, o “comércio justo”, ou “solidário”, ou ainda “ético” é um movimento social e um sistema internacional de comércio, que busca atenuar desigualdades nos países pobres, por meio da venda de produtos feitos em padrões sustentáveis.

No Brasil, produtos com o certificado do comércio justo ainda são raros em supermercados. Mas isso pode mudar a partir desta semana, quando serão lançadas as normas nacionais desse comércio. Por aqui, o sistema começou a ganhar algum espaço no final dos anos 90 e só se tornou mais estruturado a partir de 2003. A proposta para normatizar o comércio justo no Brasil, que será levada agora, no dia 19, a um encontro internacional sobre o tema, no Rio, dá a ONGs e empresas a competência de certificar produtos, orientadas pelo Inmetro. Ela foi desenvolvida por Senaes (Secretaria Nacional de Economia Solidária), Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e outras entidades da sociedade civil. Surge quase dois anos depois da criação de suas linhas gerais.

“Quando a coisa é muito “democrática”, feita a 20 mãos, o processo se arrasta”, diz Vanucia Nogueira, 47, superintendente do Centro de Excelência de Café do Sul de Minas, que trabalha com pequenos agricultores na região de Varginha.Enquanto não vão para as gôndolas daqui, produtos nacionais de comércio justo já certificados internacionalmente são exportados para a Europa, como manga, suco de laranja e café. Essas mercadorias são vendidas pelo “preço justo”, isto é, suficiente para que pequenos produtores consigam manter tanto um padrão de vida digno quanto os modos tradicionais de produção.

Um exemplo é o café. Em Minas Gerais, uma saca (60 kg) comum custa por volta de R$ 250, de acordo com o Centro de Excelência de Café do Sul de Minas. Já uma saca da produção “justa” rende ao pequeno produtor R$ 310, quase 25% a mais que o preço de mercado.Isso é financiado na outra ponta da cadeia, pelo consumidor. A diferença entre o preço comum e o “justo” varia segundo o país e o produto.Em São Paulo, o Sam’s Club vende o café de comércio justo por R$ 7,38 (250 g), 17,6% mais barato que um café gourmet (R$ 8,96). Mas bem mais caro que um café comum (R$ 2,30). Apesar dos preços altos, o mercado ético mundial cresceu a uma taxa anual média de 40% nos últimos cinco anos. Em 2007, cresceu 47% e movimentou 2,3 bilhões de euros, segundo a Fairtrade, entidade que reúne 23 certificadoras internacionais e produtores da América Latina, Ásia e África. As certificadoras atestam para o consumidor que os produtos seguem os padrões do sistema.

O comércio justo oferece aos consumidores uma poderosa oportunidade para assumir a responsabilidade pelo que compram. Cada vez mais pessoas se preocupam com a procedência da mercadoria e querem saber se os produtores envolvidos obtêm remuneração justa”, diz Verónica Sueiro, coordenadora da Fairtrade.

Belo exemplo a ser seguido !

Colin Farrell bate em carro e deixa bilhete de desculpas
Ator bate em carro parado e deixa um bilhete com pedido de desculpas e número de telefone
Quem Online

Colin Farrell deixa bilhete após bater em carro, em HollywoodO ator Colin Farrell dá exemplo de como ser civilizado. Ele bateu na traseira de um carro estacionado próximo ao hotel Chateau Marmont, em Hollywood. Como o dono do veículo não estava, em vez de ir embora e fazer de conta que nada tinha acontecido, o ator deixou um bilhete com pedidos de desculpas e o número de seu telefone. O site americano “TMZ” divulgou uma foto do carro e do bilhete escrito pelo ator. Na nota Farrell diz que tem más notícias, pede desculpas e afirma que seu seguro cobrirá o estrago. O número do celular vem logo abaixo com a assinatura do ator.

Mãe Consciente

TV: Angélica não será protagonista de novela global
Da Redação: http://estrelando.uol.com.br/interna/interna_30271.htm

Angélica foi convidada para ser protagonista de Negócio da China, lembra? Pois bem, de acordo com a assessoria de imprensa da loira, ela não aceitou a proposta. O motivo? Não teria como conciliar o folhetim com sua vida pessoal.A mulher de Luciano Huck tomou a decisão por causa de seu filho caçula, Benício, que tem apenas sete meses. Para ela não teria como assumir esse compromisso com uma criança tão pequena em casa para cuidar.
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Aplausos pra ela!

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