Dia das Mães e a escola, o que você acha dessa combinação?

maeDESABAFO

Todo ano é a mesma coisa. Chega abril e começamos a receber os bilhetinhos da escola sobre o Dia das Mães. Além dos pedidos de embalagens para “reciclar”, temos ainda que enviar alguma nada módica quantia para pagar pelo nosso “presente” ou pela participação na festividade.

Agora que o Dia das Mães já passou, nos diga, sinceramente, como você se sentiu? O Movimnto Infância Livre de Consumismo está em busca de seu depoimento!

Gostou? Não gostou? Acha legal ter que mandar contribuições em dinheiro para receber seu presente? Vale a pena? 

E os presentes, como se sente? São legais, bonitos, bem acabados? Ou tá na cara que não teve o dedo das crianças naquilo? Ganhou um presente sexista, daqueles bem “típicos” para mulheres? 

Qual seria a proposta didática desses presentes? O Dia das Mães na escola decepciona ou encanta? É mais um incentivo ao consumismo ou você acha realmente importante? Dispensável ou necessário? 

Mande seu depoimento. Ele pode ser escolhido para participar de posts sobre o assunto.

A Teresa*, mãe de 2 filhos, já desabafou:

“Eu tinha optado por não participar do Dia das Mães da escola. Mas aí que meu filho começou a pressionar, disse que iam cantar “uma música legal” e que seria um lanche especial… Aí que eu “se” animei e avisei, em cima da hora, que iria participar. Paguei 80 dilmitas (2 filhos, néam…) Gente, se arrependimento matasse… Eu já sabia a breguice que me esperava, mas eles se superaram! Além disso, o tal lanche legal se resumiu a pão com tomate e frio, horrível! A tal música “ensaiada” foi cantada em pé mesmo, sem nada, nem uma coreografiazinha, uma surpresinha, só cantada dããããã… Mas a cereja do bolo foram meus presentes: voltei com 6 panos de prato, com as tintas ainda úmidas. Panos de prato!!! Pra me lembrarem sempre qual é meu lugar na casa! 80 pilas (que não tinha) para lanche frio e panos de prato!!! Alguém me bate?”

Conte sua história!

Para garantir seu anonimato, mande um e-mail para: chatiada@infancialivredeconsumismo.com.br

Se o anonimato não é prioridade:

- deixe seu depoimento nos comentários  no blog ou na fan page do facebook.

(*) nome fictício para preservar a identidade da mãe

Jardim Botânico do Rio em partes – Cactário

jbotcactus

.

Carioca que se preza, foi uma vez na vida ao Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

É um passeio delicioso num local totalmente preservado e cujo acervo natural é riquíssimo. fora o encantamento que é saber que este parque foi fundado por D. João VI há mais de 200 anos!

Além disso, é barato: 6 reais por pessoa e crianças menores de 7 anos, não pagam. \o/

Contudo, o Jardim Botânico é enorme e dificilmente a gente consegue visitar todo o parque de uma só vez.

Sendo assim, caso tenha uma tarde livre e queira conhecer apenas uma parte do Jardim Botânico do Rio, sem pressa, vá até lá e conheça o Cactário.

É umas das maiores coleções de espécies do Brasil e conta com espécies de vários locais do mundo, incluindo espécies exóticas.  É lindo de ver! Tem cactus enormes e diferentes. Dá vontade de trazer todos para casa, dá vontade ter um jardim de cactus! Eu mesma nunca imaginei que poderia fazer um vaso só com espécies diferentes de cactus! E lá tem vasos lindos! Pena que não vendem, é apenas para apreciar!

Outra coisa boa é que o espaço, que é bem grande, permite que a gente caminhe e passeie entre as espécies, vendo-as de perto.

O cactário é um grande jardim, dentro do Jardim Botânico. E eu que visitei várias vezes, não tinha ideia da existência daquele espaço.  Este passeio que fotografamos tem uns 2 anos ( Absurdo, eu sei… mas acreditem, falta tempo para postar todos os nossos passeios! ) mas acredito que hoje o Cactário deve estar mais encantador ainda.

Recomendamos muito.

 

http://www.jbrj.gov.br/arboreto/estufas/cactus.htm

Jardim Botânico – Rua Jardim Botânico, 1008 – Jardim Botânico, Rio de Janeiro

O horário normal de visitação é das 8h às 17h, com prorrogação de uma hora para o fechamento das bilheterias no período de horário de verão. Para mais informações, ligue para o Centro de Visitantes – Telefone: +55 (21) 3874-1808 / 3874-1214

 

O que eu ensino para o meu filho?

Este post é um reflexo de uma grande preocupação que tenho: tão importante quanto o que vamos deixar para nossos filhos é o que vamos ensinar para eles.

O que eu penso ser o mais importante que posso deixar e ensinar é o exemplo. Sempre que faço alguma coisa aqui em casa, que incorporo algum hábito novo ou tento fazer a coisa certa mesmo que não seja a mais fácil, penso neles.

Quero muito que eles achem que reciclar é fundamental porque simplesmente desde que se “entendem por gente”, o lixo na casa deles é reciclado.

Quero muito que eles olhem para o passado e falem que sempre poupamos a água por entender que ela é um recursos finito e limitado. E também porque devemos valorizar a riqueza que temos tão facilmente escoando de nossas torneiras enquanto outras (e muitas) pessoas consomem água suja depois de ter que andar quilômetros e quilômetros com uma enorme lata de água na cabeça que corresponde à ínfima necessidade de uma família de várias pessoas.

Quero que eles aprendam a comer de tudo e dizer que na casa deles a gente fazia muita coisa natural, tinha horta, doce de casca, suco de fruta.

Quero que eles respeitem os outros, que sejam honestos, íntegros, éticos porque aprenderam a ser assim.

Quero muito deixar um mundo melhor para eles mas também quero que eles mesmos tenham esse sentimento dentro de si, porque nós conseguimos ensinar isso à eles.
Esse é meu grande desafio.

[texto originalmente publicado em 04 dee abril de 2008]

 

publicidade

3mensagemhoje

Lendo com os filhos

402426_283104318410610_128593887194988_709773_1079973044_n

 

Para começar, eu adoro ler. Então, fica mais fácil eu incentivar as crianças a ler, na esperança de que elas também adquirindo, não só o hábito mas o gosto e a emoção de ler uma boa história ou uma linda poesia. Aqui em casa os livros ficam numa estante no quarto deles (não é uma cadeira legal como a foto mas não resistí em colocar a foto aqui), ao alcance das mãos e eles sempre pegam um ou outro para ler. Daqueles mais finos, rápidos de ler e com mais gravuras do que texto. É até comum , eles pegarem um livro ao acordar. :)

Desde muito cedo, eu sempre li para eles. Os livros com histórias um pouquinho mais compridas, eu lia em 2 ou 3 etapas, sempre antes de dormir. Quando eles começaram a ler, eu dava um trecho para ler, ou um livreto, uma poesia. Mas sempre alguma coisa. Inclusive,  quando líamos poesia, eu pedia que eles escolherem uma das lidas para que a gente imprimisse ou copiasse e enviasse para a escola. As professoras amavam e uma delas chamava um de meus filhos de “seu poeta”.

Aí, compramos 2 livros do Monteiro Lobato: As Reinações de Narizinho (que ainda não lemos) e As Caçadas de Pedrinho,  que por falta de interesse deles, paramos na metade. Esses , era eu que lia para eles. Agora que aprenderam a ler, eles é que liam para mim, e eu lia quando eles pediam.

cadeira_leiturafamilia

ADORO ESSA CADEIRA! (imagem da internet – autor desconhecido)

Estamos agora lendo o primeiro livro do Harry Potter (Harry Potter e a Pedra Filosofal) . Comprei o box completo (vale a pena pois cada exemplar saiu por 11 reais) depois que assistimos todos os filmes e pensei em começar a introduzir a leitura de livros sem ilustrações. Decidimos juntos ler o livro no seguinte ritmo: cada um lê uma página antes de dormir para todos ouvirem. Ou seja, começo pelo mais novo, depois o mais velho e eu vou por último. Ontem, pela primeira vez, eles quiseram ler mais de uma página. \o/

E aí, na sua casa, como se dá a leitura para seu filhos?

Feminismo e Consciência Materna

A forma de enxergar a maternidade está mudando.

Atualmente é muito comum ver as mulheres fazerem o caminho inverso do caminho trilhado pelas duas últimas gerações e estão ficando em casa e cuidando, elas mesmas, de seus filhos pequenos. Eu mesma fiz isso.

É curioso perceber que muitas mulheres estão fazendo isso por motivos muito variados. Existem casos em que a mulher simplesmente não consegue ir trabalhar e deixar o filho em casa. Eu nem passei por essa escolha porque já tinha me decidido a ficar em casa. Mas, na época em que findaria minha licença maternidade regulamentar, eu imaginei como seria difícil voltar a trabalhar ou escolher e deixar em uma creche. Foi um alívio não ter que passar por isso.

Outras mulheres, tentam se dividir entre o trabalho e os filhos, como uma amiga, e ela conta duas histórias: a do primeiro filho em que ela saia de casas às 6 e voltava às 20h, deixando sempre com alguma alma caridosa em que ela confiasse  (seja avó, ou empregada) ; e a da segunda filha, que ela decidiu largar o emprego e que hoje vê a diferença de qualidade de vida que ela teve e deu entre um filho e outro.

Tenho ainda uma outra amiga, cuja carreira de magistrada a impossibilita ficar em casa mas cujos esforços sempre se baseiam em estar presente na vida do filho, conciliando horários, fazendo concessões relevantes, dedicando seu tempo livre, participando de sua vida escolar. Mas sempre atuante e presente.

E não é fácil tomar essa decisão. Largar um emprego, uma carreira, fruto da dedicação de toda uma vida não é fácil e já contei um pouco do que vivi em outras oportunidades. É uma tortura ficar em casa,é uma tortura sair de casa. Acredito que a maioria esmagadora das mulheres passa por esse dilema em maior ou menor intensidade.

Compreender que há outros pontos de vista é o início da sabedoria.(Campbell)

Mas me chama atenção quando leio textos e fico sabendo de livros em que se recriminam as mulheres que tomam esta decisão. E a velha facilidade em se rotular as decisões alheias é posta em prática e as “novas Amélias” são criticadas por estarem promovendo um retrocesso da condição feminina conquistada a duras penas.

Eu compreendo este ponto de vista porque entendo que as conquistas do feminismo radical foram extremamente importantes. Sem essas conquistas, as mulheres não receberiam o respeito social que tem hoje, mesmo ainda faltando muito para o ideal. E para isso, elas precisaram sair de casa e trabalhar, ganhar seu próprio dinheiro, conquistando assim sua independência.

Isso é fato. Não adianta negar: somos mais respeitadas porque começamos a ser donas de nossas vidas e isso significa emancipação profissional e dinheiro. Independência financeira. A vida feminina sempre foi difícil , subjugada, desrespeitada. Não gosto de usar este tipo de pontuação, mas acho realmente que aqui cabe dizer que, mesmo sendo ruim ainda, avançamos muito.

A saída do reduto de lar foi muito importante para ampliar a visão feminina do mundo. O lar, como situação onipresente, oprime e escraviza. É o pior dos trabalhos: sem hora de começar, de terminar, sem férias, sem fim-de-semana, sem metas definitivas (trabalhos repetitivos que assim que terminados, recomeçam como a louça da pia), extenuante, braçal, nada intelectual e sem reconhecimento. Entendo o receio que muitas mulheres sentem ao ver  como retrocesso o processo que estamos vivendo. Mas não é.

Todo ponto de vista é a vista de um ponto.(Leonardo Boff)

Tudo depende da visão que temos. Não é um retrocesso exatamente, e sim um resgate necessário. E isso para mim é bem claro como um biquíni: fomos ao extremo, que foi o fio dental. Dali prá frente só nu. Como nu  significa o desaparecimento do biquíni e isso não é interessante, vemos um retrocesso aos biquínis maiores. E isso sem que os menores se percam. Eles continuam sendo vendidos e comprados, mas há a opção dos maiores sem que as que aderem a seu uso, sejam chamadas de tias que usam calçolas.

Haverá espaço para todos, precisamos é resgatar o respeito às escolhas e o importante respeito que devemos ter com a natureza de fato, e isso inclui tanto as florestas como as essências humanas, como a feminina.

Posso afirmar, com segurança, que a maioria que está indo na contramão das duas últimas gerações de mulheres estão retomando sua consciência feminina. Não é preciso ter medo. O medo dessa transformação é inútil, visto que este processo de resgate, a meu ver, é irreversível e já começou. Assim como não precisamos de 3 décadas para ver o mal que causamos à sociedade com o uso indiscriminado de materiais descartáveis e estamos sendo obrigados a retroceder ao uso de artigos reutilizáveis como as antigas sacolas de feira e os engradados de vidro. Da mesma forma, não precisamos de tantas gerações para ver que ainda não encontramos o modelo feminino ideal baseado na transformação feminista das últimas décadas.

Esse medo “feminista” não é à toa, nem infundado. É compressível, afinal, não queremos regredir à condição social feminina de nossas avós.  E, é preciso lembrar que o que foi conquistado é extremamente importante pois ele foi a base de formação educacional e cultural dessas mulheres que querem fazer este resgate. Isso não irá se perder porque isso nos faz sermos as mulheres que somos, são nossa essência. Nossos filhos e filhas serão criados para serem independentes tanto quanto fomos criadas para ser. Somos filhas de mulheres que estudaram, trabalharam e tiveram menos filhos. Não vejo o menor risco de criarmos futuras e exclusivas donas-de-casa, até porque, não o somos mais!

Mães que empreendem.

pesquisa da rede BBC, intitulada ‘Mães Magnatas’, observou que 40% das mães que criaram seu próprio negócio tiveram a idéia quando estavam grávidas ou dentro de um ano após o nascimento do bebê. Além disso, 92% das empresárias com filhos atribuem o sucesso nos negócios a uma série de habilidades que desenvolvem durante a experiência da maternidade.

Olha que interessante: “Entre essas habilidades estão a capacidade de realizar diversas tarefas ao mesmo tempo, planejamento de atividades futuras e eficiência. O psicólogo Geoffrey Beattie, que analisou os dados da pesquisa, disse que “a gravidez tem um grande efeito sobre o corpo e o cérebro”.”

Segundo outra pesquisa, agora aqui no Brasil, realizada pelo Sebrae (Serviço de apoio a pequenas empresas) e pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), em 2009, as mulheres representaram 53% dos que, abriram próprios negócios ou passaram a atuar de forma autônoma, por necessidade ou escolha. Para mim, este foi o caminho para que eu me realize pessoal e profissionalmente e ainda me permite realizar uma maternidade mais plena e atuante, já que posso fazer as duas coisas, dentro da minha casa.

Fácil não é. Pelo contrário. Conciliar casa, filhos, família e trabalho dentro do mesmo ambiente é um desafio dos maiores. No meu caso, o maior que já enfrentei – olha aqui a capacidade de realizar diversas tarefas ao mesmo tempo…rs… E embora a mulher que fica em casa seja encarada erroneamente como uma pessoa que não faz nada, eu trabalho como nunca trabalhei em meus 14 anos de atuação profissional em empresas multinacionais.

Sem contar que essas análises feitas pelas pessoas que defendem o antigo feminismo desconsideram o leque enorme de possibilidades que a internet cria para as mulheres que querem empreender (essa é a história do meu site Futuro do Presente e de muitas outras mulheres que vieram antes  e depois de mim), afinal, ela possibilita que possamos trabalhar em casa, seja através de um empreendimento próprio ou através de um home-office (autônomo ou não).

Esse resgate da essência feminina, nada mais é do que tomar consciência de que não somos exatamente como os homens, não queremos o mesmo que os homens e principalmente, temos necessidade diferentes dos homens (ainda maiores se pensarmos na maternidade). E, que sabemos que temos um papel diferente do homem na sociedade. E isso já fica claro pela própria natureza quando pensamos na gestação, parto e amamentação. Negar isso, é negar nosso feminino essencial. E até por essa necessidade de resgate ao feminino é que vemos tanto interesse em resgatar o parto natural (até domiciliar como foi o caso da modelo Gisele Bundchen) e abandonar a mamadeira e assumir a importância do leite materno que foi totalmente desmerecido pela indústria na década de 70. Estamos deixando de ser filhos do leite em pó que já está provado, não substitui o leite materno.

Além de tudo isso, a maternidade não é descartável ou substituível. Essa uma grande retomada da mulher dentro da família. A realidade está aí, inegável e dura, nos mostrando o que a terceirização da criação dos filhos fez com sociedade. Nós, que já os temos, também precisamos mostrar que antes de ter filhos é preciso ter consciência do que a maternidade/paternidade exige e do que estamos dispostos a dar abrir mão: nosso tempo, perseverança e paciência, por exemplo. Coisas difíceis hoje em dia.

Há espaço para os dois modelos femininos e de maternidade e eles precisam co-existir. Além disso, existem vários tipos de mulheres-mães, mas 4 são importantes citar: as que terceirizam e delegam a maternidade em prol de sua realização pessoal-a pior pois colocar um ser no mundo é sim, uma responsabilidade de quem o coloca. Há que se divide entre sua realização pessoal e a familiar buscando um equilíbrio entre as duas necessidades. Há a que tem uma carreira ou é autônoma e que não imagina parar o trabalho mas que adapta suas necessidades às necessidades da maternidade buscando caminhos alternativos e horários que possibilitem uma realização mais plena de ambos. E há a que simplesmente abre mão da carreira em prol da família mas mesmo essa, hoje, não é como nossas avós e nunca será porque foi criada e ensinada a ver o mundo de forma diferente. Inclusive na forma como os homens estão passando a se ver e como vemos nossos parceiros: homens que partilham e dividem igualmente a responsabilidades, agruras e alegrias de cuidar dos filhos. Cada dia mais estamos mostrando à eles o que esperamos deles e que não há mais espaço para os pais e companheiros ausentes.

Mas o papel do feminismo radical e questionador dessa nova mãe-mulher é importante como referência e apoio para as mulheres que não querem fazer este resgate e para manter as que querem sempre alertas. Um modelo precisa do outro até porque a sociedade precisa também das mulheres atuantes no mercado de trabalho tradicional como juízas, executivas, políticas. As mulheres precisam se “adonar” da sociedade para que ela mude. E vai mudar. Precisamos é repensar a maternidade e torná-la tão moderna quanto a percepção de algumas mulheres quanto às suas carreiras porque depois da maternidade, não há como a vida seguir da mesma maneira. A vinda dos filhos provoca e exige mudanças e se não estamos dispostos a fazer isso, melhor seria também assumir se temos ou não perfil para termos filhos. E parar de fazer isso apenas porque é socialmente recomendável. A sociedade cobra isso mas não dá apoio para a manutenção dessa condição. Te cobra e te abandona. O modelo atual fracassou. É fato. Ou algum de nós, pais e mães, nos sentimos tranqüilos de soltar os filhos no mundo de hoje, com os jovens de hoje? De quem é a responsabilidade? Só da escola, só da sociedade, só dos pais?

Às que querem retomar essa consciência feminina materna, saibam que existe essa alternativa, ela é real e viável. Os primeiros anos dos filhos são fundamentais para sua formação. E fundamental como um trabalho social primário porque afeta a formação familiar e inicial, essencial de todo indivíduo. Nossos filhos. Futuros cidadãos. E não é a babá maravilhosa, passar o dia todo na melhor escola ou na caríssima creche que farão o que o ser humano precisa neste primeiro momento de sua vida. Vida que nós escolhemos lhe dar. Se as crianças passam o dia sob a tutela de outros valores, não podemos esperar que eles aprendam os nossos. Os nossos valores, quem dá, somos nós.

Nós não precisamos ser santas, não precisamos ser perfeitas. Mas a maternidade precisa ser mais atuante, plena e presente. Cada mulher a sua maneira. Ninguém disse que é fácil. E quem disse que a maternidade seria, não é? E quem disse que a gente tem que ser uma coisa ou outra?

Nunca podemos esquecer que o equilíbrio está sempre no caminho do meio.

[imagem: http://www.bemlegaus.com/2007/08/super-me.html]

 

 


As cantinas e a omissão das escolas

149275842
.
Quando eu era criança, lembro de como era muito mais legal comprar o lanche da cantina da escola. Minha mãe raramente me dava dinheiro e eu ficava com o olho comprido nas pizzas, salgados e cachorros quentes que vendiam na escola. E já naquela época, era sinal de status comprar o lanche na cantina ao invés de levar da casa.  Hoje, como mãe, repito o que minha mãe fazia comigo, não por ter aprendido dessa forma, mas porque realmente, além da economia no orçamento, a cantina da escola não vende quase nenhum alimento ou bebidas saudáveis.
.
Eu acho que a escola tem que intervir na cantina. A escola é um ambinte educacional. Como as crianças podem estudar ciências, corpo humano, saúde e chegar na cantina e ter aquele monte de porcarias? Por que só os pais têm que dar bons exemplos? E a escola, não? Ali é um lugar de aprendizado, afinal de contas!
..
Um especialista falou algo que eu achei muito pertinente: comer é a única coisa que a gente faz todos os dias. Comer de forma correta interfere na nossa sobrevivência e qualidade de vida. Usamos mais a alimentação do que a álgebra, do que as regras gramaticais. A escola não pode ficar fora da educação para a alimentação adequada.
.
Recentemente, uma reportagem informava que os pais estão usando um tal cartão pré-pago para controlar a qualidade do que os filhos comem nas cantinas de algumas escolas que oferecem este tipo de serviço. Digamos que, dos males, o menor. Antes assim do que deixar o consumo livre. Acho que o cartão resolve o problema dos pais mas deixa a criança na frente de um monte de porcarias gostosas. E ela que se vire para entender que aquilo não pode mas está sendo oferecido pela própria escola que deveria educá-la. Os pais precisam cobrar da escola uma posição mais firme com relação a cantina que eles provém.
.
O problema também mora no fato de que algumas famílias simplesmente mandam o mais prático para a criança comer. A criança não compra na cantina mas leva um pacote de salgado chulezitos “assado”. Imagina a cara da criança que tem que comer uma maçã? Ok, cada família tem o direito de fazer suas escolhas mas o salgaditos chulé, além de fazer mal pra saúde da criança que consome com regularidade, demonstra que a família desta criança não está pensando na coletividade, ou seja, nas outras crianças. Se queremos um mundo mais humano e fraternal, temos que pensar na coletividade, sim.
.
Algumas escolas fornecem o lanche. Isso melhora um pouco mas eu mesma, que já tive meus filhos numa escola que fornecia o lanche, tinha sempre que ficar atenta ao cardápio que incluía biscoito em -mais de um dia por semana-, sucos de garrafa industrializados e sucos em caixinha (que são ricos em açúcar), pãezinhos ricos em gordura hidrogenada, essas coisas…. Se o lanche é supervisionado por nutricionista, qual a justificativa para produtos não-saudáveis e falta de variedade no mesmo?
.
Nas escolas que têm cantina, usar o argumento de que as crianças precisam aprender a fazer escolhas, não convence. Imagine se não vamos colocar casaco nos filho num dia frio porque eles devem fazer suas escolhas! Assim como sair no frio sem casaco, interfere na saúde deles, a alimentação mais ainda.
.
Como mãe, sei como é difícil questionar a escola, mas precisamos encontrar um caminho. As reuniões são momentos perfeitos para tocar em alguns pontos. Tente organizar um argumento curto e certeiro mas não se omita. Se as escolas hoje nos tratam como clientes, então temos mais motivos ainda para cobrar certas posturas das escolas.  A cantina é uma parte da sua “prestação de serviço”.
.
Mas se ainda assim for difícil para falar sobre isso, queria lembrar a linda iniciativa de uma menina escocesa, Martha Payne, que resolveu criar um blog, o Never Seconds , onde posta fotos dos lanches para questionar e melhorar a qualidade do lanche fornecido por sua escola. Ela avaliava a qualidade, a higiene e a quantidade de garfadas. Seu blog, em pouco tempo teve mais de 1 milhão de visitas e foi apoiado pelo renomado chef Jamie Oliver.
.
Uma menina, meus amigos. Somos pais, adultos.
Não podemos nos acuar diante daquilo que é importante para o futuro e para a saúde de nossos filhos.
.
.
publicidade
guardanapostecido
[ilustracao: royalty free by Getty Images]

São os chatos que promovem mudanças.

boring

Fui ao mercado fazer compras e vi um saco de pão de queijo congelado que me chamou atenção pois em sua embalagem continha a seguinte informação: MENOS 30% DE SÓDIO.

Daí me veio à cabeça um monte de produtos que estão reduzindo seus níveis de gordura, sódio e açúcar. São produtos livres de gordura Trans, fritos ao invés de assados, sem glúten, com menos açúcar, com menos corantes … enfim, uma lista extensa de produtos menos isso ou menos aquilo.

E todo mundo compra, fica feliz, porque, claro, todo mundo prefere produtos mais saudáveis. Se é que podemos dizer que estes produtos são realmente mais saudáveis apesar de ter menos isso ou aquilo em sua composição.  Até porque, é fato, a indústria nos engana. Por exemplo: produtos que tem menos açúcar podem conter muito mais gordura porque é a única forma de manter a consistência do produto. Então, na embalagem eles colocam apenas que tem menos açúcar mas não informam que tem mais gordura.

De qualquer forma, todo mundo quer comer produtos que sejam menos prejudiciais à saúde. E aí, entrou na minha cabeça um outra reflexão: as pessoas que lutam e disseminam conceitos de vida saudável são rotulados como radicais, chatos, xiiitas, naturebas, politicamente corretos ou ecochatos.

Anos atrás, ninguém se preocupava com o meio ambiente. Isso era coisa de gente chata ou ecochata. Hoje, o meio ambiente é uma preocupação constante e usada por todos como diferencial em seus produtos, serviços e discursos. Quem não se preocupa com o meio ambiente está completamente fora dos anseios da sociedade moderna. Mas vejam bem, não estou considerando que a preocupação com o meio ambiente ainda é uma coisa mais presente no discurso do que na ação e que muitas pessoas e empresas usam a “preservação ambiental” apenas como forma de fazer propaganda enganosa de si mesmo. Estou apenas considerando que, antigamente, quem defendia e se preocupava com o meio ambiente era um chatonildo.

Hoje, vejo muito este rótulo dado às mães que se preocupam com a sua gestação, com a criação de seus filhos, que recusam mamadeira, chupeta e andador, que querem ser mais presentes na vida dos filhos e com a alimentação mais natural. As defensoras de pontos de vista diferentes do status quo são rotuladas de xiitas  ou os que não aceitam os produtos industrializados como coisas boas para a saúde, são naturebas. Como se dar comida saudável e natural fosse uma coisa errada! Uma completa inversão de valores que sempre aconteceu mas que não podemos continuar achando que isso é certo. Eu dou comida industrializada para meus filhos, mas evito, não gosto, fico preocupada em regular e limitar o acesso e o consumo desses produtos. Mas ser assim, é ser visto como radical. Sou taxativamente rotulada dessa forma mesmo quando a coisa não é  explícita.

O interessante, é que eu não sou a pessoa mais “radical” que eu conheço. Tem muita gente mais disciplinada e que realmente se alimenta melhor que eu e minha família. Imagino como não são rotulados! Mas o que me deixa admirada é que essas pessoas estão certas. Elas deveriam ser mais enaltecidas e sim, vistas como exemplos de uma uma vida melhor para nós. Só que  a natureza humana não é assim. Quando fazemos coisas erradas, as pessoas que fazem coisas mais certas que nós, nos causam repúdio e quando as rotulamos, é a forma que encontramos de diminuir a importância do que elas estão fazendo. Afinal os radicais, xiitas, naturebas, ecochatos, não merecem nossa atenção porque “nenhum radicalismo é legal”.

Só que no caso, por exemplo, dos alimentos industrializados, estamos comendo verdadeiros venenos. Estamos dando veneno aos nossos filhos. Sim, veneno. Estes produtos contém uma gama de aditivos químicos e substâncias que fazem verdadeiros estragos em nosso organismo. E pior, são vendidos como produtos bons para a saúde. Casos clássicos são os “sucos” em caxinha que levam o nome de NéCTAR DE FRUTA e contém quase 50% de açúcar. Todo pai e mãe que compra este tipo de produto, está convencido que está dando um produto até natural para seu filho.

Para não me estender demais neste assunto porque ele renderia páginas e páginas de questões, deixo aqui a reflexão: todos nós gostamos de ver produtos com menos sal, menos açúcar, menos gordura, sem glúten, assados ao invés de fritos nas prateleiras dos mercados. E, a gente acha que foram os conformados, os que se calam, os que não questionam, os que não desafiam o sistema, os que não demandam esforços enormes para mudar seus hábitos que promovem essas mudanças?

Não. Definitivamente, foram os chatos que promoveram essas mudanças. São os insensatos que mudam. Tem uma frase de George Bernard Shaw que gosto muito que define bem a importância dos chatos e insensatos que insistem em fazer diferente: “O homem sensato adapta-se ao mundo. O homem insensato insiste em tentar adaptar o mundo a si. Sendo assim, qualquer progresso depende do homem insensato.”

Avalie, pense bem, são eles os insensatos, os radicais, os xiitas, os naturebas, os ecochatos que estão promovendo mudanças e melhorando muito as coisas para nós.

publicidade

futurodopresentecostas

A importância do dever de casa

deverdecasa

 

Depois de determinada idade, as crianças começam a ter dever de casa. Algumas escolas sobrecarregam as crianças, mesmo  as de pouca idade com intermináveis tarefas de casa, obrigando a criança a dedicar entre 1 e 2 horas ao dever de casa, quase todos os dias. Eu não concordo com isso e, pra mim, quanto menor a criança, menos dever.  Ou nenhum, quando muito novas.

Das escolas que considerei na hora de escolher a escola dos meus filhos, quando na pré-escola, dei preferência as que não tinham dever de casa por entender que nesta fase, a criança precisa de outras coisas e não de tarefas de casa.

O dever de casa dos meus filhos começou com leitura. E, de vez em quando, vinha um livro para lermos para as crianças. Depois, os livros passaram a ser semanais e depois eles começaram a ler, eles mesmos, os livros que traziam da escola.

No primeiro ano, os deveres de casa começaram a vir em forma de tarefas, além da leitura e mesmo assim, não eram todos os dias. No segundo, ano passaram a ser todos os dias, mas não eram muitos. E agora, no terceiro ano, os deveres  são diários e com um pouco mais de volume. Isso porque eu continuo escolhendo e preferindo escolas que não espremem os alunos de ensino fundamental como se eles estivessem se preparando para o vestibular.

O ano letivo começou e com ele, voltaram as tarefas de casa. Interessante observar que sempre, nas reuniões escolares, existe uma preocupação de responder aos pais sobre qual a importância do dever de casa. Sinto também que a maioria dos pais tem dificuldades em lidar com este momento. E não é fácil mesmo.

Não é só o cansaço dos pais depois de um dia de trabalho. As crianças também estão cansadas. Além de cansadas, elas ainda estão em formação e por isso não querem nem saber de ter essa responsabilidade.  E com tudo isso, este momento, pode virar “um verdadeiro pesadelo com falta de paciência e muitas cobranças”.

Nestes meus poucos  anos de mãe de alunos que têm dever de casa, observei que o dever de casa me ajuda a saber exatamente o que eles estão estudando na escola, as matérias, o grau de dificuldade. Através do dever de casa conseguimos também perceber como eles estão indo na escola e qualquer observação, pode ser conversada com a escola.

Outra coisa legal é que quando sabemos o que eles  estão estudando, podemos fazer associações entre os fatos do nosso dia-a-dia com as coisas que eles estão aprendendo. Sempre que fiz isso percebi uma grande admiração por parte deles e interesse sobre o assunto. Com certeza, isso os ajuda a entender a importância do que estão aprendendo.

Percebi também que  é de suma importância que exista uma rotina porque se deixar por conta deles, os deveres não serão feitos ou nós estaremos correndo junto com eles, minutos antes da hora da escola, para  terminar tudo.  Quando fazemos os deveres com antecedência, mostramos a eles o quanto é bom nos livrarmos  logo das nossas responsabilidades. Então, aí, já temos mais outra importância do dever de casa.  Além de nos mostrar a vida escolar de nossos filhos, dá noção de disciplina e responsabilidade mesmo fora da escola.

Precisei cometer muitos erros para concluir essas coisas e ainda preciso melhorar na questão da rotina porque eles chegam cansados, querem comer e brincar antes de fazer o dever e quando nos damos conta, já são 8 horas da noite.

Segundo os professores, durante as muitas reuniões que eu frequentei, o dever de casa também ajuda a fixar o conteúdo dado em sala de aula  e prepara o aluno para ter uma rotina para estudar fora da escola, coisa que nos anos futuros será muito importante.

Para o momento do dever de casa render melhor, desligo a TV, e coloco-os sentados a mesa em posição ereta porque a falta de postura os deixa super preguiçosos. Além disso, percebi também que quando eu sento ao lado deles, a coisa flui melhor e eles se mostram mais interessados. Acho que eles precisam fazer seus deveres sozinhos, e alterno dias em que sento com eles e outros dias que não sento.

Ainda tenho um pouco de dificuldade em tornar o ambiente mais acolhedor. Sinto que , não sei se pela pouca idade deles, isso só acontece quando eu me dedico a ficar com eles neste momento.

Esteja também informado sobre a linha pedagógica da escola. Tem linha pedagógica que não recomenda que nós façamos a correção dos deveres em determinadas idades, principalmente no começo da alfabetização.  Tem metodologias que acham fundamental que os pais consertem. Não vou aqui entrar no mérito sobre o que está certo ou errado porque acredito que ambas, cada uma em seu contexto, tem vantagens.

Aqui em casa eu vou no caminho do meio termo porque eu corrijo, mas se sinto que meu filho está apresentando muita dificuldade em entender o trabalho de casa, deixo errado para a professora ver onde ele errou em casa.  Contudo, na nova escola dos meus filhos, a professora foi enfática em recomendar que façamos a correção porque, em tese, ela sabe exatamente quais são as dificuldades de seus alunos  pois eles também as apresentam em sala de aula.

O que me motivou a falar sobre o assunto, foi o fato de eu ter recebido um pequeno guia da escola das crianças dando dicas sobre o Lição de Casa. Achei a iniciativa muito legal e o conteúdo muito bom. Muito do que eu contei da minha experiência pessoal até aqui, também estava no material e me mostrou que minhas percepções eram pertinentes.  E para complementar, eles ainda falam que pesquisas comprovam que “as crianças que fazem os deveres de casa aprendem melhor,  têm notas melhores e são mais seguras. Também ajudam na interação entre aluno, professor e família e colabora para o aluno ter uma melhor organização para o estudo.”

Recomenda ainda que procuremos entender melhor nossos filhos, procurando saber, por exemplo, o que o deixa mais motivado e como ele se sente melhor para fazer sua tarefa de casa.  Fala da importância de definir as regras para este momento de forma clara e com a participação do aluno. E que eles estejam em um ambiente calmo e organizado.

Uma dica bacana, que nunca pensei, foi a de que nos ocupemos de tarefas parecidas no momento do dever de casa e o ideal é que esta atividade não pareça mais interessante do que a lição de casa, como usar o computador, por exemplo. E por fim, no final da dever, que o incentivemos a rever a lição.

Aqui eu vou aproveitar muito essas dicas e melhorar a nossa relação com esta tarefa. E você, como lida com o dever de casa dos seus filhos?

 

[Imagem : Getty Images/royalty free]

publicidade

3euqueropaz

Os filhos esquecidos

fraldavolante

.

Eu não sei de quem foi esta ideia, nem que é o autor da foto,mas ela está circulando nas redes sociais pedindo para que a compartilhemos. E eu reitero este pedido, compartilhe esta imagem e este alerta.

Faça isso sempre que sair sozinho com seus filhos pequenos em situações fora da sua rotina. Por exemplo: se você nunca leva para escola ou creche antes de ir pro trabalho. Se vai levar, coloque o sinal no volante, amarre uma fita no braço, faça algo que o ajude a lembrar, porque há grande chance de você ir direto pro trabalho e como crianças pequenas dormem e ficam silenciosas…sai do carro e acaba esquecendo. É o quadro da tragédia. Não importa se você é pai, mãe, avô, avó, tio ou tia…se vai sair com uma criança, sozinho, em algo fora da sua rotina diária, crie uma forma de lembrar. A criança acaba dormindo no banco de trás, silenciosa, e nós adultos, acabamos sucumbindo a rotina e não lembramos da criança que, para piorar, fica isolada dentro de um carro com películas escuras que impedem que outras pessoas a vejam.

Toda hora vemos as notícias de crianças esquecidas dentro dos carros e que acabam morrendo.  Como uma família consegue se recuperar de uma tragédia como essa?

Claro que não podemos também simplesmente passar a mão na cabeça das pessoas e achar que isso é normal. É inadmissível esquecer um filho. Mas os constantes e repetidos acontecimentos do tipo nos fazem refletir sobre o quanto os pais estão desacostumados a presença dos filhos. Os filhos não fazem parte da rotina dos pais. Isso não é certo.

A vida corrida, as contas (muito como consequência do consumismo exagerado e desnecessário), o stress, o trânsito, as cobranças profissionais… tudo isso está nos tirando os valores essenciais, a importância do afeto, a relevância da família.

Por isso,  antes de qualquer coisa, precisamos olhar para nós mesmos para que este tipo de coisa não mais aconteça. Mas por precaução, coloque um lembrete em algum lugar da sua vida, um bicho de pelúcia no banco do carona,  use a fralda amarrada em sua bolsa, um laço enorme no dedo, mas faça alguma coisa para lembrá-lo que existe mais alguém, além de você, dentro do carro.

.

publicidade

futurodopresentecostas

Camisetas para um feliz 2013!

Muitos amigos e clientes já lembraram e compraram nossas camisetas para o reveillon.
Vamos deixar nossos filhos vestidos para pensar?