Os americanos, são os mais poluentes e menos preocupados. A começar pelo seu presidente que não assinou o Protocolo de Kyoto reduzindo a emissão de gases causadores do efeito estufa.
Ora veja! Nós! O povo que merece ter a Amazônia internacionalizada porque um patrimônio desses não pode ficar nas nossas mãos!
Somos também, como apresentado na última edição da Folha do Meio Ambiente, o país que possui a maior cobertura florestal do planeta e a América Latina que detinha 18,2%, agora detém 41,4%. O contrário de todos os outros continentes que já fizeram desaparecer 75% das florestas do mundo.
Mas por outro lado, como disse o próprio Zuenir, se somos os mais preocupados, imaginem os outros!
Ainda temos muito a caminhar. Somos preocupados mas não somos ativos. Basta ler um dos posts da nossa amiga Cristiane Fetter. Ela mora nos Estados Unidos e já nos falou sobre a conduta da população no que se refere a coleta seletiva do lixo feita na cidade onde mora. Não importa aqui dizer se eles são bons ou ruins, precisamos pegar bons exemplos, de onde for, e colocar mãos à obra. Não é fácil, nem rápido, nem barato, mas precisamos começar.
Aqui, eu não consigo fazer isso no meu prédio que tem apenas 6 apartamentos e um síndico militar que não bota nenhuma ordem. Incrível, mas é assim.
Coleta seletiva é difícil, imagine coleta da água da chuva que ouço “ricamente” escoar pelos canos nos dias de temporal. Dá uma tristeza, ver toda essa água não ser aproveitada.
Um dos motivos que tenho vontade de morar em uma casa é poder fazer isso por minha conta. Contudo, como disse Oscar Niemeyer numa entrevista, atitudes ambientais residenciais (particulares e unitárias) não vão resolver o problema ambiental. As soluções precisam ser coletivas. E eu concordo. Embora ache que mesmo assim, cada um deve fazer a sua parte. Porque como diz o site da Fundação SOS Mata Atlântica, “a sensibilização de um indivíduo é a base da mobilização coletiva”.
No jornal de domingo (08/04), li em primeira página que a bancada ambientalista é a maior do Congresso.
Bem…
Não sou nada otimista a esta informação em relação ao meu estado.
São 9 políticos citados e mais 1 senador para o Rio de Janeiro, sendo eles: Rodrigo Maia – DEM , Miro Teixeira-PDT, Marina Magessi-PPS, Fernando Gabeira-PV, Chico Alencar-PSOL, Leonardo Picciani-PMDB, Jorge Bittar-PT, Luiz Sérgio-PT e o senador Francisco Dornelles-PP.
Dos citados acima, tentamos localizar 2 (Rodrigo Maia e Fernando Gabeira), via e-mail, para falar do Parque Marapendi e a poluição da Lagoa de mesmo nome e não tivemos NENHUMA resposta.
O ponto positivo é que agora temos mais nomes para solicitar. Até porque, na verdade essas bancadas não são organizadas e não exercem poder nas votações, por exemplo. O importante delas é a influência já que muitos deles são tratados como líderes de partidos a possibilidade real de se incluir a “pauta verde” nas discussões. Contudo, essa influência não pertence ao Rio de Janeiro que ocupa o quarto lugar (embora seja um estado de grande poder econômico, cultural e ambiental), pois a qualidade política do nosso estado caiu bastante. E como conclui o próprio jornal: É a omissão da sociedade em relação à política que dá margem á essa situação.
De novo, a mesma conclusão: por mais desanimados, descrentes e revoltados que estejamos, mudar tudo isso, só depende de nós.
Postei separadamente, um texto atribuído ao ex-governador do DF,ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE e enviado por nossa amiga Cristiane Fetter, com os seguintes dizeres:
Não sei se é verdade, mas que tá bonito, está.
E está mesmo.
E é verídico, graças à Deus!
Ainda há vida (política) inteligente no Brasil.




















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