Vilões da Terra

Dia 07/04/07, Zuenir Ventura escreveu em sua coluna, sob o mesmo título deste post, sobre uma pesquisa da BBC de Londres que conclui que o brasileiro é o povo mais preocupado com as questões ambientais e suas conseqüências.
Os americanos, são os mais poluentes e menos preocupados. A começar pelo seu presidente que não assinou o Protocolo de Kyoto reduzindo a emissão de gases causadores do efeito estufa.

Ora veja! Nós! O povo que merece ter a Amazônia internacionalizada porque um patrimônio desses não pode ficar nas nossas mãos!
Somos também, como apresentado na última edição da Folha do Meio Ambiente, o país que possui a maior cobertura florestal do planeta e a América Latina que detinha 18,2%, agora detém 41,4%. O contrário de todos os outros continentes que já fizeram desaparecer 75% das florestas do mundo.

Mas por outro lado, como disse o próprio Zuenir, se somos os mais preocupados, imaginem os outros!

Ainda temos muito a caminhar. Somos preocupados mas não somos ativos. Basta ler um dos posts da nossa amiga Cristiane Fetter. Ela mora nos Estados Unidos e já nos falou sobre a conduta da população no que se refere a coleta seletiva do lixo feita na cidade onde mora. Não importa aqui dizer se eles são bons ou ruins, precisamos pegar bons exemplos, de onde for, e colocar mãos à obra. Não é fácil, nem rápido, nem barato, mas precisamos começar.

Aqui, eu não consigo fazer isso no meu prédio que tem apenas 6 apartamentos e um síndico militar que não bota nenhuma ordem. Incrível, mas é assim.
Coleta seletiva é difícil, imagine coleta da água da chuva que ouço “ricamente” escoar pelos canos nos dias de temporal. Dá uma tristeza, ver toda essa água não ser aproveitada.
Um dos motivos que tenho vontade de morar em uma casa é poder fazer isso por minha conta. Contudo, como disse Oscar Niemeyer numa entrevista, atitudes ambientais residenciais (particulares e unitárias) não vão resolver o problema ambiental. As soluções precisam ser coletivas. E eu concordo. Embora ache que mesmo assim, cada um deve fazer a sua parte. Porque como diz o site da Fundação SOS Mata Atlântica, “a sensibilização de um indivíduo é a base da mobilização coletiva”.

No jornal de domingo (08/04), li em primeira página que a bancada ambientalista é a maior do Congresso.
Bem…
Não sou nada otimista a esta informação em relação ao meu estado.
São 9 políticos citados e mais 1 senador para o Rio de Janeiro, sendo eles: Rodrigo Maia – DEM , Miro Teixeira-PDT, Marina Magessi-PPS, Fernando Gabeira-PV, Chico Alencar-PSOL, Leonardo Picciani-PMDB, Jorge Bittar-PT, Luiz Sérgio-PT e o senador Francisco Dornelles-PP.
Dos citados acima, tentamos localizar 2 (Rodrigo Maia e Fernando Gabeira), via e-mail, para falar do Parque Marapendi e a poluição da Lagoa de mesmo nome e não tivemos NENHUMA resposta.

O ponto positivo é que agora temos mais nomes para solicitar. Até porque, na verdade essas bancadas não são organizadas e não exercem poder nas votações, por exemplo. O importante delas é a influência já que muitos deles são tratados como líderes de partidos a possibilidade real de se incluir a “pauta verde” nas discussões. Contudo, essa influência não pertence ao Rio de Janeiro que ocupa o quarto lugar (embora seja um estado de grande poder econômico, cultural e ambiental), pois a qualidade política do nosso estado caiu bastante. E como conclui o próprio jornal: É a omissão da sociedade em relação à política que dá margem á essa situação.

De novo, a mesma conclusão: por mais desanimados, descrentes e revoltados que estejamos, mudar tudo isso, só depende de nós.

Postei separadamente, um texto atribuído ao ex-governador do DF,ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE e enviado por nossa amiga Cristiane Fetter, com os seguintes dizeres:
Não sei se é verdade, mas que tá bonito, está.

E está mesmo.
E é verídico, graças à Deus!
Ainda há vida (política) inteligente no Brasil.

________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa
Este post foi publicado em 14/04/07 e me lembrei dele neste momento tão político que nós e o mundo inteiro vive. Mudou alguma coisa?

Mundo Internacional

vale a pena ler….

SHOW DO EX-MINISTRO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO
NOS ESTADOS UNIDOS

Essa merece ser lida, afinal não é todo dia que um brasileiro dá um
esculacho educadíssimo nos americanos!
Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos,o ex-governador do DF,ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.
O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro.
Esta foi a resposta do Sr.Cristóvam Buarque:

De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia,posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.

Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro.
Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.

Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.
Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de
todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas
à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas
pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o
patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês,decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
“Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do
Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris,Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade,com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.

Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.

Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa! “

DIZEM QUE ESTA MATÉRIA NÃO FOI PUBLICADA, POR RAZÕES ÓBVIAS.
AJUDE A DIVULGÁ-LA

Série: My Great Idea – Botões

Encerrando esta pequena série de grandes idéias, continuamos nos botões, então porque não fazer desta vez um colar e broches, utilizando-os para fazer flores?

Super fofo e feminino não é?

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Cristiane A. Fetter

Série: My Great Idea – Botões

Esta idéia é muito fofa, até porque eu tenho um menino e isto é feito para as bonequinhas.

Aqui o negócio é criar com botões de roupas pequenos acessórios para as meninas.

Brincos, anéis, prendedores de cabelo que ficam diferentes e estilizados. Adorei!

Com tantas tribos hoje em dia, quem sabe esta não é mais uma. A tribo dos criativos recicláveis.

Até a próxima.

_____________________________________________________________________ Cristiane A. Fetter

Série: My Great Idea – Casa Verde

Esta idéia é ótima, aliás aqui em casa eu já uso uma coisa parecida. É um aviso para não deixar as luzes acesas feitas em formato de LÂMPADA.

Mas eu acho que isto também vale para os adultos, que em alguns casos ainda estão refratárias a este tipo de mudança. Aqui em casa mesmo, tem momentos que eu me sinto na Broadway de tanta luz, eu saio que nem uma louca para apagar tudo, explicar ao pequeno e ao grande que além de gastarmos energia desnecessária, estamos ajudando a esgotar os recursos do planeta.

Além de bonitinho é um bom e educativo enfeite para as portas.

Até a próxima.

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Cristiane A. Fetter

Série: My Great Idea – Casa Verde

A idéia agora é educar os pequenos a saber reciclar também em casa. Muitos já tem a consciência, puxam as orelhas dos pais, mas efetivamente não sabem como fazer.

Então por que não reaproveitar uma caixa (aqui no caso de papel de computador) e transformá-la em um recipiente para acolher papel para reciclagem.

Chamativa, colorida e convidativa. Fazer juntos com os filhos torna o trabalho mais interessante e a tarefa mais prazerosa e não só para papel, mas outros materiais também.

Até a próxima

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Cristiane A. Fetter

Série: My Great Idea – Casa Verde

A Idéia desta semana é dar um estímulo aos filhotes para ajudarem nas tarefas de casa, além do que ter uma casa “verde”.

Reciclar materiais, gastar menos energia elétrica e comprar menos produtos ou seja fazer menos lixo.

E como as crianças podem ajudar?

A dica aqui é utilizar meias usadas com cara de coelhos (acho que valem outros animais) para tirar o pó dos móveis. Criativo, interessante e instrutivo, eu gostei desta idéia.


Até a próxima.

Continua

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Cristiane A. Fetter

"Não haverá mudanças sem nós."

VEJAM ESTE TRISTE E INCRÍVEL EPISÓDIO ACONTECIDO NO MÉXICO

03/09/2008
Mexicana captura sozinha os seqüestradores de seu filho
Maite Rico
Em Madri

O pesadelo de Isabel Miranda começou em 12 de julho de 2005, quando seu filho, Hugo Wallace, de 30 anos, não compareceu a um encontro familiar. As ligações para seu celular não tinham resposta. Sua casa estava vazia e em ordem. Na noite anterior, Hugo havia dito a uma amiga que ia ao cinema com uma “nova namorada”. Ali foram em busca de pistas. O estacionamento estava vazio. Percorreram sem sucesso hospitais e centros de emergência. “Então fiquei louca”, diz Isabel.

A Cidade do México encabeça os seqüestros no mundo, e Hugo era um próspero empresário: a família temeu o pior.Isabel conseguiu que a companhia telefônica lhe desse a lista de chamadas para o celular de seu filho. A última havia chegado às 21h20 de 11 de julho. Localizaram a antena e sobre um mapa dividiram os bairros em um raio de 6 km, a área de cobertura. “Meu sobrinho encontrou o carro de Hugo no bairro Insurgentes. Estava mal estacionado. Ao vê-lo, comecei a chorar.”Um vigilante lhe disse que “uma mulher alta, bonita, de seios grandes” tinha estacionado ali. Morava em frente, na rua Perugino, 6, apartamento 4. Tocaram a campainha quando um menino saiu na portaria. “Agora não vão querer abrir, porque houve um problema, desceram com um rapaz ferido”, disse. Espantada, Isabel chamou a polícia. “Em vez de ajudar, não nos deixaram entrar no edifício. Colocavam obstáculos para tudo, como se protegessem alguém.

“Nesse momento a vida dessa pedagoga de 58 anos mudou. Apresentou uma denúncia por seqüestro, deixou seu trabalho e se dedicou somente à busca do filho, com a ajuda de irmãos, sobrinhos e cunhados. Durante duas semanas vigiavam a casa em turnos de 12 horas. “Não sabíamos quem estávamos procurando. Pedi em vão uma ordem de busca. Um dia trocaram o carpete. Chamamos a polícia. Nunca veio.”Nesse tempo falaram com os moradores, os coletores de lixo, a mulher da barraca de tortilhas… Conseguiram saber que nesse lugar vivia uma jovem e seu namorado, um sujeito mal-encarado que se gabava de ser da polícia. Ela era dançarina do grupo Clímax, do estado de Vera Cruz. Fazendo-se passar por secretária de uma empresa interessada em contratar o grupo, Isabel conseguiu os dados e a foto de seu alvo, Hilda González. E a localizou no outro lado do país, em Jalisco.

Isabel não largou mais sua presa, que pouco depois voltou à capital. Então a família Wallace tinha recebido uma foto de Hugo, jogado no chão e com os olhos vendados. Os seqüestradores exigiam 950 mil pesos.Isabel decidiu enviar para fora do México seu marido, um contador aposentado com problemas cardíacos, e sua outra filha. Não queria mais preocupações. A partir de Hilda, seguiu a meada e foi armando o quebra-cabeça. Disfarçada com perucas e enchimentos, rastreando, comprando vontades. “Aprendemos no ato, com criatividade”, diz. Seu irmão e um advogado amigo foram seus escudeiros. Na semana seguinte identificaram o namorado de Hilda: César Freyre, policial do estado de Morelos.

Em novembro se interrompeu o contato com os seqüestradores. Em 10 de janeiro de 2006, depois de algumas tentativas fracassadas, a Polícia Federal finalmente deteve Hilda. Freyre caiu duas semanas depois. A própria Isabel o capturou. “Meu irmão e eu nos colocamos perto do restaurante onde trabalhava sua amante. Uma noite, ao acabar a jornada, ela pegou um táxi. A seguimos até onde César Freyre a esperava.” Ao vê-los, Freyre sacou uma pistola, mas Isabel e seu irmão se jogaram em cima dele e o derrubaram. “Foi uma inconsciência. Não nos matou porque Deus é grande.

“A trama seria novelesca se não fosse pelo fato de que o corpo esquartejado de Hugo Wallace jaz hoje em algum lugar da cidade. “O mataram na mesma noite do seqüestro. Hilda confessou tudo. Meu filho ficou violento e o golpearam. Exageraram nos golpes.” Lavaram o corpo e tiraram fotos para pedir o resgate. Depois o cortaram com uma serra elétrica e desceram os pedaços em sacos de lixo.Então, sim, a polícia revistou o apartamento da rua Perugino. Nele encontraram a carteira de motorista de Hugo e manchas de sangue do jovem. “Sete meses depois do seqüestro? Nós tínhamos encontrado a casa no dia seguinte!”, suspira a mãe.

Tão aterrorizante quanto o panorama que oferecem as estatísticas de seqüestros no México: 564 em 2005; 608 em 2006, 789 em 2007, mais de 500 este ano. Esses são só os denunciados. Em termos reais, o número triplica. O México é hoje o primeiro país em seqüestros, acima do Iraque. Um país onde há 1.600 corpos policiais diferentes e descoordenados, e legislações diferentes nos estados. Onde 98% dos crimes ficam impunes e no qual morreram este ano 3 mil pessoas nas mãos do narcotráfico.A rotina de violência oferece tais episódios de brutalidade que ainda é capaz de horrorizar a sociedade mexicana, como a descoberta na última quinta-feira de 12 corpos decapitados em Yucatán. As autoridades informaram sobre a detenção de três suspeitos.

Com a descoberta das manchas de sangue de seu filho, o caso apenas começou para Isabel. Hilda deu os nomes dos cúmplices: Jacobo Tagle, Brenda Quevedo, os irmãos Alberto e Tony Castillo Cruz.Nessa época a capital mexicana ficou cheia de anúncios gigantes com os rostos dos membros do bando, sob a legenda de “seqüestrador e assassino” e uma recompensa em troca de informação. No verão de 2006, os rostos dos criminosos dividiam espaço com os retratos sorridentes dos candidatos presidenciais, em plena campanha eleitoral.Todos foram caindo, um a um. A pista de Brenda foi seguida até os EUA. O FBI a deteve em novembro passado no Kentucky. Agora está à espera da extradição. Só falta Jacobo Tagle. “Deve estar em Israel. Sua família é de lá e não há acordo de extradição.”

“Nós fizemos todo o trabalho. Alguns funcionários me ajudaram, é verdade. A promotoria nos apoiou. Mas a polícia não fez nada”, conta Isabel. Pelo caminho localizaram outras quatro vítimas de Freyre, que se somaram ao processo. Descobriu o cadáver de um comparsa do bando, assassinado por seus cúmplices. E revelou as conexões entre o grupo e agentes policiais de Morelos e da capital.Isabel enfrenta uma denúncia por tentativa de seqüestro e outra por “sujar o bom nome” de Freyre em anúncios espetaculares. Nada importante, comparado com a tentativa de atentado que sofreu há apenas dois meses, quando homens dispararam contra seu carro.”Não vou parar até encontrar os restos de Hugo. E até ver Jacobo Tagle entre as grades.” Hoje ela ajuda outras pessoas e dá conferências. E promoveu com outras organizações a grande marcha de ontem na capital, com dezenas de milhares de participantes. “Não é uma marcha a mais. É o início das mudanças de que precisamos. O que acontece conosco não é só problema das autoridades. Também tem a ver conosco como cidadãos.

” Outras 70 cidades do país e oito do exterior, entre elas Madri, também tiveram manifestações.Isabel mostra-se cética diante do recente Acordo pela Segurança assinado por todos os poderes do Estado. “Não creio no discurso político. Há oito anos dizem a mesma coisa. Não haverá mudanças sem nós.” Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

El País

Série: My Great Idea

Continuando a séria, a idéia de hoje é utilizar camisas de estimação como material para fazer uma manta.

Eu já ví na Ana Maria Braga uma mulher que faz uma manta com as roupas que o bebê não usa mais e que a mãe quer guardar mas que também não quer que fique em uma caixa dentro do armário.

Então acho que a idéia vale para outras coisas também e claro para quem tem aptidão de costureira ou conheça uma muito boa.


Na imagem foram utilizadas camisas de times de clubes e esportes dos quais os meninos curtiam ou participavam e que já não cabia mais neles.

Até a próxima.

Continua.

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Cristiane A. Fetter

Série: My Great Idea

Estou começando aqui uma pequena séria de, digamos assim, pequenas grandes idéias que estou aproveitando de uma revista americana que recebo. Acho interessante ver como os americanos lidam com estes assuntos junto as crianças. Então vamos lá.

Hoje a idéia é baseada em como estimular os pequenos a organizar sua bagunça. Vamos combinar gente, o nosso trabalho em convercer os filhos a deixar seu quarto arrumado é grande. Não que esta seja a solução, mas tenho certeza que para alguns pais irá funcionar.

Basicamente é fotografar o local da bagunça antes e depois e mostrar esta comparação aos “artistas” para que eles entendam o que estamos falando. Aqui é muito comum as casas terem o quarto de brinquedos ou uma área só para isso.

Eu faria mais, deixaria a foto em um lugar bem visível. Acredito que a lembrança constante ajuda aos pequenos.

Boa sorte.

Continua

_____________________________________________________________________ Cristiane A. Fetter