O direito de fumar

Recebemos o seguinte comentário sobre nosso último post sobre fumo:

“Sou fumante, mais respeitos os não fumantes, só acho uma lei preconceituosa, pois se querem realmente acabar com fumantes, feche as fabricas, pois tem coisas que matam muitos mais que cigarro, o transito por exemplo, armas de fogo, bebidas alcoólicas , porque também não proíbem bebidas nos restaurante, ou limitem os bêbados , mais acabar com as fabricas de cigarro o estado o governo não quer, porque os impostos de cigarro da muito lucro para o governo, então que porcaria e essa de limitar quem fuma, se as próprias industrias de tabagismo continua ai. Para os inferno com esse lei.”

Normalmente eu comentaria lá mesmo, no espaço dedicado aos comentários, mas ele foi feito no link Fale com a Gente. E no final de semana, estivemos numa praça perto de casa que tem brinquedos de madeira ótimos, é bem cuidada, em local
tranqüilo e as crianças adoram.
Pois bem, chegando lá, eram tantos maços de cigarro pelo chão que tirei algumas fotos. O lugar super-bem cuidado, cheio de lixeiras para todos os gostos e tamanhos e um festival de maços de cigarro no chão, muitas vezes, quase ao lado da lixeira!

Isso não é preconceito, é constatação: muitos fumantes, só porque o local é aberto, fuma como se não houvesse crianças e ainda joga o maço vazio no chão!
A maioria dos fumantes é um ser sem limites: fuma onde quer, joga o lixo do seu prazer onde quer (maço e guimba no chão, fumaça fedorenta e contaminante em nossos pulmões, roupas e cabelos, etc) e limitar um hábito que suja, polui e prejudica a saúde de terceiros, é preconceito? Simples assim? Claro que não é.

Concordo que tem um monte de outras coisas que são erradas, mas um erro não justifica o outro. Cada qual tem que fazer a sua parte e respeitar o lugar dos outros no mundo para que o seu seja respeitado.

Falando nisso, coincidentemente, nosso amigo Luiz Guilherme Ourofino, que é advogado, acabou de ganhar uma causa a favor dos fumantes:
Tabacarias obtêm liminar permitindo que se fume em suas dependências.
Taí um contrasenso da lei: fumante não poder fumar em tabacaria porque é um local fechado. Achei super coerente, quem quer fumar dentro de uma tabacaria, deve ter esse direito. Eu que não fumo, que não entre lá. Segundo Guilherme, “A medida fere a Constituição federal no que diz respeito à livre iniciativa e ao exercício livre da atividade econômica dos estabelecimentos. E completa: Justamente por ser apreciador de charutos, corri atrás desse direito na Justiça.”
Parabéns prá ele que foi coerente na sua alegação e ainda foi atrás de seus direitos. É o que todos nós temos que fazer.
Portanto amigos, não há preconceito na lei, há justiça com os não-fumantes que devem ter o direito a respirar tranqüilos sem ser incomodados ou contaminados pelos componentes danosos do cigarro. Assim como o Luiz Guilherme abriu precedentes para que os fumantes possam ter um local para fumar sem ser incomodados e sem incomodar ninguém.
Bom prá todo mundo.

________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa

Celular faz mal?

Para quem tem dúvida se celular faz mal prá nossa saúde…

Imagine o que não faz com nossos tímpanos e com nossos cérebros!

Consumidores, uni-vos!

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Submarino – feito prá afundar.com.br…

Eu não sou uma consumista inveterada mas compro algumas coisas pela internet. E me interessei por um (na verdade dois) triciclos para as crianças.
Fiz o pedido e nada das mercadorias chegarem. E depois de muita demora, minha encomenda chegou: incompleta com apenas 1 item do meu pedido.

Recebi pensando que o outro chegaria em seguida, sem entender direito o que tinha acontecido mas chateada porque queria dar os presentes juntos para as crianças. Ou seja, tive que esconder o primeiro até a chegada do segundo triciclo.

Um dia e nada…
Dois dias e nada…
Três dias e nada.

Liguei para reclamar e fui informada de que os dois produtos não tinham em estoque e que neste caso, sempre são enviados separadamente, de acordo com a disponibilidade em estoque e que esta informação está constando no ato da compra.
E está. Só que não com esta clareza toda O PRODUTO NÃO TEM EM ESTOQUE e a gente nunca pensa que isso aconteça individualmente com um produto em pedidos que constam outros produtos. E isso é uma porcaria porque você que precisaria ficar apenas um dia em casa para receber, tem que ficar aguardando até o pedido todo chegar, pingado e torcendo para não termos , no máximo, apenas dois itens no pedido. Caso contrário, senta e espera porque você, cliente, não deve ter mais nada para fazer do que ficar esperando a entrega do seu pedido.

Depois de muitos e-mails reclamando e sendo tratada como um completa imbecil (eles vão se fazendo de desentendidos para ver até onde vai nossa paciência ou pra ver se a gente desiste da reclamação), consegui cancelar meu pedido. Porque tem que ser assim: se não começarmos a cancelar nossos pedidos e eles perderem vendas, nada mudará, já que o bolso deles precisa “doer”.

Mas o pior ainda está por vir: depois que cansei de esperar e cancelei o pedido, fui informada de que o cancelamento somente seria feito depois que eu me negasse a receber o pedido cancelado (hããããã?). Ou seja, eu ia ter que receber e devolver. Existe coisa mais doida? Eu não quero, aviso com antecedência e eles precisam mandar assim mesmo, mesmo sabendo que eu vou devolver.

E assim foi feito: devolvi o que recebi e não recebi o que devolvi.

Primeira e última compra com o Submarino.
Infelizmente, me parece que é do mesmo grupo do Shoptime e da Americanas, sinal de que estamos um pouco reféns e sendo assim, não há porque as empresas se esforçarem para atender bem, afinal, elas mesmas são opções delas mesmas.
Infelizmente, nem sempre é possível cancelar porque o cancelamento demanda nova pesquisa, nova compra, mais tempo perdido, o mesmo retrabalho e o recomeço de um prazo para entrega que nem sempre dispomos. E acabamos aceitando.

Por isso o monopólio é tão nocivo para o consumo. Que nossa senhora protetora dos consumidores desrespeitados nos proteja… e que a gente aprenda a se dar ao respeito.
________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa

Hot Fraldário

Quando estava com meu primeiro filho, lá pelos seus 6 meses, eu fui ao shopping Via Parque na Barra. Depois de andar bastante com o rebento, precisei ir ao fraldário para trocar fraldas e amamentar.

Aliás, que fraldário. Eu adorava: era novinho, recém reformado, clean, agradável, moderno, aconhegante, mas não tinha ar condicionado.

Como assim?

Pois é…era um forno.
Sentei para amamentar e como é comum, foi um suadouro só, em mim e no filhote.
Não agüentei e saí, pendido para que a pessoa chamasse o responsável pelo fraldário.

Depois de 20 minutos ele me achou sentada num banco do lado de fora, amamentando.

Só olhei para ele e falei: Nossa. moço, o senhor já ficou no fraldário ? Como é quente lá ! Não tem ar-condicionado, nem um ventilador… Como podem fazer um projeto de um espaço sem ventilação nenhuma? Olha como nós estamos ! Gostaria que o senhor permanecesse lá dentro durante o tempo que uma mãe precisa para amamentar seu bebê pro senhor entender.

Ele olhou pra mim, olhou pro bebê, ambos suados.
Se desculpou, disse que não poderia ficar neste momento, deu meia-dúzias de desculpas e saiu. Algum tempo depois quando voltei ao shopping, tinha ar-condicionado instalado no fraldário.

Não sei se fui eu que motivei a mudança, se mais gente reclamou (espero que sim) mas cada dia mais vejo o quanto vale a gente reclamar. Sendo eu ou não, e espero que não, tenho certeza de que foi reclamação de cliente que motivou essa mudança tão importante.
Temos que acreditar: reclamar adianta.

________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa

Mercenário ou justiceiro?

Dia desses recebi um e-mail desses que circula na internet contando de caso de uma consumidora que encontrou uma barata numa conhecida marca de geléia de mocotó. No e-mail ela relatava que tentou conseguir uma indenização pelo ocorrido diante do risco a que expôs seu filho ao oferecê-lo um alimento que deveria estar em condições de ser consumido.
Em tese, as empresas apenas trocam o produto “danificado” por outro de mesma quantidade e tamanho. Não há nenhum tipo de bonificação para o cliente.
MAS SERÁ QUE ISSO É JUSTO?
É sabido que pouquíssimos clientes tem o hábito de reclamar. E muitas empresas se valem disso para oferecer produtos de qualidade ruim ou duvidosa. E quando o cliente reclama, ele vai lá, e troca. Pronto: rápido, fácil, simples e barato.
Mas o cliente que reclama, para as empresas sérias é o melhor cliente.
Como?

Sim…o melhor cliente!
O cliente que reclama está dando um retorno gratuito sobre o produto no mercado.
O cliente que reclama está profundamente interessado em que haja melhoria no produto.

O cliente que reclama não fala mal da empresa (se ele for bem recebido e atendido em sua reclamação). Ele fala mal para a empresa e não da empresa.

Mas no Brasil, o cliente que reclama é um chato e aquele que acha que merece ser ressarcido ou bonifcado, é um mercenário, aproveitador.
E acho que todo cliente que reclama, merece ser bonificado ou ressarcido ou indenizado pelos danos causados pelo problemas causados pelos produtos.

Nem que seja por simples agradecimento pela ajuda e oportunidade sem preço que este cliente dá ás empresas!

Hoje não dá para cumprir a lei…

Essa foi a informação que recebi da gerente de um banco do Estado quando entrei na agência e diante das filas quilométricas, percebi que ninguém ali seria atendido no prazo de 15 minutos conforme determina a lei no estado do RJ : Ninguém pode demorar mais de 15 minutos numa fila de banco.

Mas lá, mesmo diante do meu protesto, ouvi da gerente que era dia de pagamento, chovia muito (tinha gente na fila na chuva, do lado de fora) e que eu deveria entender que não tinha funcionário suficiente para tanta gente e que seria impossível cumprir a lei naquele dia.

Pior que o que eu tinha prá fazer só podia ser neste banco e só tinha essa agência no meu bairro.

Acontece que a gerente foi muito arrogante, mas muito mesmo. Engoli seco e sai dali pensando no que eu poderia fazer. Neste momento, passar na minha frente, um carro da Polícia. Não pensei duas vezes e fiz um BO.

Só que olha como são as coisas no Rio: no meu bairro não tinha delegacia e eu teria que ir ao batalhão retirar o BO. Nunca fui porque simplesmente eu nunca lembrava de passar no tal batalhão que era afastado e num lugar que eu raramente passava. Aliás, só vim a saber onde era depois, porque nunca nem tinha visto o mesmo, mesmo passando perto.

Com isso, o episódio só não passou de um susto para a tal gerente arrogante. Às vezes me pergunto e eu não deveria ir lá pegar o tal documento (BO) e mandar um e-mail para a Ouvidoria do Banco mas vou confessar, amigos: brigar o tempo todo , cansa. E a gente perde um tempo precioso reclamando. Tem hora que a gente desanima e deixa prá lá.

Mas o certo não é isso, porque a acomodação não melhora o mundo em nada. Então, se você está no banco e precisa enfrentar a fila, faça valer seus direitos. Pegue a senha de atendimento com a data e hora que você entrou na fila. Caso não saia autenticado na senha, peça para um caixa fazer (ele não poderá se negar). Neste caso, duas coisas podem acontecer:
1.o banco vai providenciar atendimento rápido aumentando onúmero de caixas porque tem gente com senha autenticada esperando e você sai do banco em até 15 minutos (beleza!);
2.você leva mais de 15 minutos, pede para o caixa autenticar a hora que você foi atendido no mesmo papel da senha e fica com ele prá você. De posse deste comprovante, você se encaminha ao Procon mais próximo e solicita indenização pelo tempo perdido e pelo descumprimento da lei.
Só assim seremos respeitados como cidadãos. Cumprindo nossos deveres para fazer valer nossos direitos.
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Ana Cláudia Bessa

Web (in) eficiente

É triste notar o quanto ainda estamos atrasados em termos de internet. Não sei se isso é só no Brasil mas é espantoso pra mim, ver como essa ferramenta é desperdiçada, mau usada e ignorada na sua importância, valor e abrangência.

Eu sou fã de internet (nem precisava dizer, né?). “Surfo” na rede desde 1997 e já conheci mais pessoas por aqui do que meus dedos podem contar, inclusive e principalmente, pessoalmente. Pois é. Pra mim, é muito natural sair do virtual para o real. E faço isso com freqüência porque sempre me inseri em grupos sérios e pré-determinados, escolhidos com indicação, critério, avaliação do meu interesse sobre o assunto do grupo. Isso me rendeu ótimas amizades que perduram além do virtual.

Escrevi um livro sobre cachorros depois que comprei o meu cachorro, não sabia o que fazer e comecei a pesquisar coisas na internet. Conheci tanta gente do meio e aprendi tanta coisa que virou livro . Chama-se Feliz pra Cachorro. O Alexandre Rossi e a Cláudia Pizzolato, fizeram o comentário da contra-capa e o prefácio do livro respectivamente. São amigos que conheço pessoalmente mas que foram “feitos” via internet.

Bem…tudo isso eu falei porque eu uso muito a internet para fazer contatos, reclamações e pedir informações. E simplesmente as empresas não respondem! É impressionante a quantidade de empresas que simplesmente não dão retorno aos e-mails enviados por seus sites , sejam nos “famigerados” formulários , sejam por um endereço de e-mail.

O que faz um profissional (porque atrás do e-mail há uma pessoa) simplesmente ignorar o atendimento solicitado via internet, hoje em dia? É rápido, é fácil, é abrangente.

O que faz uma empresa que não vê o péssimo atendimento dado por seus funcionários aos clientes da internet?

Eu, como cliente, fico com uma péssima impressão dessas empresas e sempre dou preferência àquelas que bem me atendem via internet. Por que se já sou ignorada neste canal, imaginem “na real”.

Um exemplo absurdo é um site de uma entidade de defesa do consumidor. Lá, eles oferecem um pacote de assistência e informações a respeito do tema. “Crica” que sou, mandei um e-mail querendo maiores detalhes, e adivinhem? Nunca fui respondida. Mandei de novo. Nada. Aí, um dia, vejo no jornal uma reclamação de um “cliente” que pagou pelo pacote e não levou o prometido. Caramba…é uma entidade de defesa do consumidor.
Não dá!

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Ana Cláudia Bessa

Notícia!!! FIM DAS CÓPIAS AUTENTICADAS NO RJ

Foi sancionada lei que acaba com obrigatoriedade da apresentação de cópias autenticadas.
O governador Sérgio Cabral sancionou a Lei nº 5069, que põe fim à obrigatoriedade de apresentação das cópias autenticadas nos órgãos públicos do Estado do Rio. A lei, de autoria da então deputada estadual Andréia Zito, foi publicada no Diário Oficial do estado. A partir de agora a população fluminense não irá mais gastar cerca de R$4,44 por cada documento que precise ser autenticado para apresentação nos órgãos estaduais. O próprio servidor do estado poderá, mediante comprovação com o documento original, declarar que a cópia confere com o original. Uma pessoa que precisa apresentar documentos básicos, como identidade, CPF, comprovante de residência e histórico escolar, gastaria cerca de R$17,76 com autenticação das cópias em cartório. Com a nova lei, o custo será apenas de cópia comum, cerca de R$ 0,10 por cada.

REPASSEM!!!!LEI Nº 5069 DE 16 DE JULHO DE 2007.
TORNA DISPENSÁVEL A EXIGÊNCIA PELA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICAESTADUAL, DIRETA, INDIRETA E SUAS FUNDAÇÕES DE AUTENTICAÇÃO DE CÓPIA, EM CARTÓRIO, DE DOCUMENTOS PESSOAIS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

O Governador do Estado do Rio de JaneiroFaço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio deJaneiro decretae eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º – Fica dispensada a exigência de autenticação, em cartório, das cópias de documentos exigidos por órgãos integrantes da Administração Pública Estadual, direta, indireta e suas fundações, em todo o Estado do Rio de Janeiro, desde que utilizadas no interesse do requerente, em procedimento administrativo do mencionado órgão autenticador, excetuados os casos previstos expressamente em legislação federal e nos que envolvam motivos desegurança pública,de licenciamento de veículos e de identificação civil e criminal.

Art. 2º – Somente o servidor público efetivo poderá, em confronto com o documento original, autenticar a cópia, declarando que ‘confere com ooriginal’.Parágrafo único – A autenticação de que trata o caput este artigo deverá ser feita com a carimbagem, constando, obrigatoriamente, a data, o nome, a matrícula e o órgão de lotação do servidor.

Art. 3º – O órgão que verificar, a qualquer tempo, falsificação dedocumento ou de assinatura em documento público, deverá dar conhecimento do fato à autoridade competente, no prazo improrrogável de 5 (cinco) dias, para instauração do processo administrativo e criminal.

Art. 4º – O servidor que, no uso de suas atribuições, atestar documentos falsos, sofrerá as sanções previstas no artigo 3º da presente Lei, além daquelas estabelecidas no Estatuto dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro.

Art. 5º – Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário.

Rio de Janeiro, 16 de julho de 2007.
SÉRGIO CABRAL
Governador

Não me engane, que eu não gosto!

Muita gente já ouviu essa famosa historinha de case de marketing que fala de uma copeira que servia cafezinho durante uma reunião de uma famosa marca de pasta de dente em que se discutia como aumentar o consumo já que o ato de escovar dentes era bem delimitado, sendo difícil incentivar que as pessoas escovem mais o dente do que se faz normalmente. E aí, entra a copeira que pede licença e sugere que se aumente o tamanho do buraco de saída da pasta de dente, assim as pessoas, sem perceber, colocariam mais pasta a cada escovação. Brilhante…

Não sei se é verdade mas o fato é que o buraco aumentou…rs…eu pelo menos tenho essa impressão se comparo com as pastas de dente de antigamente.


Dia desses, eu tive a curiosidade de abriraa a tampa da embalagem do creme hidratante das crianças para ver se todo o conteúdo havia sido aproveitado, já que o mesmo estava no finalzinho. E sem surpresa nenhuma descobri que havia bastante creme ainda dentro da embalagem. O motivo era simples: por dentro da tampa, onde não conseguimos ver, o bico não era reto, era cheio de curvas que impediam o escoamento livre do produto. Ou seja, quando a gente pensa que o produto acabou e joga fora, ainda tem produto lá dentro e que vai para o lixo nos levando a abrir um novo frasco.Mandei um e-mail para o laboratório que fabrica o produto e vamos aguardar para ver o que eles falam. Afinal, o bico não poderia afunilado reto?

Aí, lembrei da embalagem de um produto que é muito bacana pois faz com que todo o produto seja usado. Vejam que interessante!

E também lembrei de um produto que eu uso o refil, aliás, uma ótima opção pois poupa o meio ambiente reduzindo, em média, pela metade o impacto causado pelo descarte de embalagens comuns. Além disso, permite a reutilização das embalagens mais danosas ao meio-ambiente e diminui o custo e o impacto ambiental causado pela sua produção.
Taí um bom exemplo de embalagem e de bico!
Dessa daí, a gente usa tudinho!

_________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa