Food Revolution Day

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O chef Jamie Oliver é um entusiasta da boa comida, claro! Mas ele está a frente de uma grande campanha mundial por uma alimentação de melhor qualidade. Hoje em dia, somos sufocados pelo tempo, ou pela falta de tempo. E acabamos sacrificando nossa qualidade de vida e também a nossa alimentação. Só que a alimentação está diretamente ligada a nossa saúde.

Os industrializados são produtos alimentícios carregados de substâncias que nos fazem muito mal: açúcar, gordura e sódio em excesso. Isso sem contar os flavorizantes, corantes, conservantes e todos os aditivos possíveis e imagináveis.

Fora isso, os ingredientes nem sempre são de boa qualidade e como temos visto, com razoável frequência, somos sumariamente envenenados com detergentes, soda caústica e formol, encontrados ou adicinados propositalmente.

Como resolver esta questão? Entendendo que a praticidade dos produtos industrializados está nos matando…devagar, de forma imperceptível, mas está. O tempo que economizamos no preparo dos alimentos, não estamos gastando em visitas aos médicos? Em medicamentos?

A indústria alimentícia ainda comete mais um crime: que é o de mascarar seus produtos como produtos saudáveis. Compramos bebidas com nome de néctar de fruta onde grande parte de seu conteúdo é açúcar. Embutidos como o peito de peru, são carregados de sódio e achocolatados são verdadeiras bombas de açucar e sódio.

O câncer virou uma epidemia mundial. Diabetes, hipertensão e obesidade, vão no mesmo caminho. Não é a nossa alimentação inadequada a responsável por todos estes males? Nós acreditamos que sim, na maioria dos casos. Por isso, estamos apoiando esta campanha mundial para alertar a todos nós que precisamos resgatar um hábito simples que é o de fazer mais comida em casa. Comida boa, simples, de qualidade, como menos produtos químicos.

Então nosso alerta é para que a gente prepare mais comidas em casa e que leiamos mais os rótulos dos produtos que consumimos. Eu não consigo mais consumir tantos produtos industrializados depois de ler estes rótulos e pensar: o que estou fazendo com a saúde da minha família, dos meus filhos? Converse com seus amigos, veja a qualidade da cantina da escola de seu filho, observe.

A indústria está interessada em vender. Para ela, pouco importa a nossa saúde. Nós é que vamos ter que tomar uma atitude e mostrar a elas que não é isso que queremos.

Vamos começar  hoje a revolucionar nossa alimentação, vamos cozinhar mais!

 

As cantinas e a omissão das escolas

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Quando eu era criança, lembro de como era muito mais legal comprar o lanche da cantina da escola. Minha mãe raramente me dava dinheiro e eu ficava com o olho comprido nas pizzas, salgados e cachorros quentes que vendiam na escola. E já naquela época, era sinal de status comprar o lanche na cantina ao invés de levar da casa.  Hoje, como mãe, repito o que minha mãe fazia comigo, não por ter aprendido dessa forma, mas porque realmente, além da economia no orçamento, a cantina da escola não vende quase nenhum alimento ou bebidas saudáveis.
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Eu acho que a escola tem que intervir na cantina. A escola é um ambinte educacional. Como as crianças podem estudar ciências, corpo humano, saúde e chegar na cantina e ter aquele monte de porcarias? Por que só os pais têm que dar bons exemplos? E a escola, não? Ali é um lugar de aprendizado, afinal de contas!
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Um especialista falou algo que eu achei muito pertinente: comer é a única coisa que a gente faz todos os dias. Comer de forma correta interfere na nossa sobrevivência e qualidade de vida. Usamos mais a alimentação do que a álgebra, do que as regras gramaticais. A escola não pode ficar fora da educação para a alimentação adequada.
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Recentemente, uma reportagem informava que os pais estão usando um tal cartão pré-pago para controlar a qualidade do que os filhos comem nas cantinas de algumas escolas que oferecem este tipo de serviço. Digamos que, dos males, o menor. Antes assim do que deixar o consumo livre. Acho que o cartão resolve o problema dos pais mas deixa a criança na frente de um monte de porcarias gostosas. E ela que se vire para entender que aquilo não pode mas está sendo oferecido pela própria escola que deveria educá-la. Os pais precisam cobrar da escola uma posição mais firme com relação a cantina que eles provém.
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O problema também mora no fato de que algumas famílias simplesmente mandam o mais prático para a criança comer. A criança não compra na cantina mas leva um pacote de salgado chulezitos “assado”. Imagina a cara da criança que tem que comer uma maçã? Ok, cada família tem o direito de fazer suas escolhas mas o salgaditos chulé, além de fazer mal pra saúde da criança que consome com regularidade, demonstra que a família desta criança não está pensando na coletividade, ou seja, nas outras crianças. Se queremos um mundo mais humano e fraternal, temos que pensar na coletividade, sim.
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Algumas escolas fornecem o lanche. Isso melhora um pouco mas eu mesma, que já tive meus filhos numa escola que fornecia o lanche, tinha sempre que ficar atenta ao cardápio que incluía biscoito em -mais de um dia por semana-, sucos de garrafa industrializados e sucos em caixinha (que são ricos em açúcar), pãezinhos ricos em gordura hidrogenada, essas coisas…. Se o lanche é supervisionado por nutricionista, qual a justificativa para produtos não-saudáveis e falta de variedade no mesmo?
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Nas escolas que têm cantina, usar o argumento de que as crianças precisam aprender a fazer escolhas, não convence. Imagine se não vamos colocar casaco nos filho num dia frio porque eles devem fazer suas escolhas! Assim como sair no frio sem casaco, interfere na saúde deles, a alimentação mais ainda.
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Como mãe, sei como é difícil questionar a escola, mas precisamos encontrar um caminho. As reuniões são momentos perfeitos para tocar em alguns pontos. Tente organizar um argumento curto e certeiro mas não se omita. Se as escolas hoje nos tratam como clientes, então temos mais motivos ainda para cobrar certas posturas das escolas.  A cantina é uma parte da sua “prestação de serviço”.
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Mas se ainda assim for difícil para falar sobre isso, queria lembrar a linda iniciativa de uma menina escocesa, Martha Payne, que resolveu criar um blog, o Never Seconds , onde posta fotos dos lanches para questionar e melhorar a qualidade do lanche fornecido por sua escola. Ela avaliava a qualidade, a higiene e a quantidade de garfadas. Seu blog, em pouco tempo teve mais de 1 milhão de visitas e foi apoiado pelo renomado chef Jamie Oliver.
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Uma menina, meus amigos. Somos pais, adultos.
Não podemos nos acuar diante daquilo que é importante para o futuro e para a saúde de nossos filhos.
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[ilustracao: royalty free by Getty Images]

São os chatos que promovem mudanças.

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Fui ao mercado fazer compras e vi um saco de pão de queijo congelado que me chamou atenção pois em sua embalagem continha a seguinte informação: MENOS 30% DE SÓDIO.

Daí me veio à cabeça um monte de produtos que estão reduzindo seus níveis de gordura, sódio e açúcar. São produtos livres de gordura Trans, fritos ao invés de assados, sem glúten, com menos açúcar, com menos corantes … enfim, uma lista extensa de produtos menos isso ou menos aquilo.

E todo mundo compra, fica feliz, porque, claro, todo mundo prefere produtos mais saudáveis. Se é que podemos dizer que estes produtos são realmente mais saudáveis apesar de ter menos isso ou aquilo em sua composição.  Até porque, é fato, a indústria nos engana. Por exemplo: produtos que tem menos açúcar podem conter muito mais gordura porque é a única forma de manter a consistência do produto. Então, na embalagem eles colocam apenas que tem menos açúcar mas não informam que tem mais gordura.

De qualquer forma, todo mundo quer comer produtos que sejam menos prejudiciais à saúde. E aí, entrou na minha cabeça um outra reflexão: as pessoas que lutam e disseminam conceitos de vida saudável são rotulados como radicais, chatos, xiiitas, naturebas, politicamente corretos ou ecochatos.

Anos atrás, ninguém se preocupava com o meio ambiente. Isso era coisa de gente chata ou ecochata. Hoje, o meio ambiente é uma preocupação constante e usada por todos como diferencial em seus produtos, serviços e discursos. Quem não se preocupa com o meio ambiente está completamente fora dos anseios da sociedade moderna. Mas vejam bem, não estou considerando que a preocupação com o meio ambiente ainda é uma coisa mais presente no discurso do que na ação e que muitas pessoas e empresas usam a “preservação ambiental” apenas como forma de fazer propaganda enganosa de si mesmo. Estou apenas considerando que, antigamente, quem defendia e se preocupava com o meio ambiente era um chatonildo.

Hoje, vejo muito este rótulo dado às mães que se preocupam com a sua gestação, com a criação de seus filhos, que recusam mamadeira, chupeta e andador, que querem ser mais presentes na vida dos filhos e com a alimentação mais natural. As defensoras de pontos de vista diferentes do status quo são rotuladas de xiitas  ou os que não aceitam os produtos industrializados como coisas boas para a saúde, são naturebas. Como se dar comida saudável e natural fosse uma coisa errada! Uma completa inversão de valores que sempre aconteceu mas que não podemos continuar achando que isso é certo. Eu dou comida industrializada para meus filhos, mas evito, não gosto, fico preocupada em regular e limitar o acesso e o consumo desses produtos. Mas ser assim, é ser visto como radical. Sou taxativamente rotulada dessa forma mesmo quando a coisa não é  explícita.

O interessante, é que eu não sou a pessoa mais “radical” que eu conheço. Tem muita gente mais disciplinada e que realmente se alimenta melhor que eu e minha família. Imagino como não são rotulados! Mas o que me deixa admirada é que essas pessoas estão certas. Elas deveriam ser mais enaltecidas e sim, vistas como exemplos de uma uma vida melhor para nós. Só que  a natureza humana não é assim. Quando fazemos coisas erradas, as pessoas que fazem coisas mais certas que nós, nos causam repúdio e quando as rotulamos, é a forma que encontramos de diminuir a importância do que elas estão fazendo. Afinal os radicais, xiitas, naturebas, ecochatos, não merecem nossa atenção porque “nenhum radicalismo é legal”.

Só que no caso, por exemplo, dos alimentos industrializados, estamos comendo verdadeiros venenos. Estamos dando veneno aos nossos filhos. Sim, veneno. Estes produtos contém uma gama de aditivos químicos e substâncias que fazem verdadeiros estragos em nosso organismo. E pior, são vendidos como produtos bons para a saúde. Casos clássicos são os “sucos” em caxinha que levam o nome de NéCTAR DE FRUTA e contém quase 50% de açúcar. Todo pai e mãe que compra este tipo de produto, está convencido que está dando um produto até natural para seu filho.

Para não me estender demais neste assunto porque ele renderia páginas e páginas de questões, deixo aqui a reflexão: todos nós gostamos de ver produtos com menos sal, menos açúcar, menos gordura, sem glúten, assados ao invés de fritos nas prateleiras dos mercados. E, a gente acha que foram os conformados, os que se calam, os que não questionam, os que não desafiam o sistema, os que não demandam esforços enormes para mudar seus hábitos que promovem essas mudanças?

Não. Definitivamente, foram os chatos que promoveram essas mudanças. São os insensatos que mudam. Tem uma frase de George Bernard Shaw que gosto muito que define bem a importância dos chatos e insensatos que insistem em fazer diferente: “O homem sensato adapta-se ao mundo. O homem insensato insiste em tentar adaptar o mundo a si. Sendo assim, qualquer progresso depende do homem insensato.”

Avalie, pense bem, são eles os insensatos, os radicais, os xiitas, os naturebas, os ecochatos que estão promovendo mudanças e melhorando muito as coisas para nós.

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Pitanga: fonte de cálcio

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FONTE DE CÁLCIO
A pitanga é o fruto da pitangueira, ou Eugenia uniflora L., dicotiledônea da família Myrtaceae. Tem a forma de drupa globosa e carnosa, com as cores vermelha (a mais comum), amarela ou preta. Na mesma árvore, o fruto poderá ter desde as cores verde, amarelo e alaranjado até a cor vermelho intenso de acordo com o grau de maturação.
Existe outra espécie, homônima a Eugenia uniflora O. Berg, descrita em 1857, e renomeada Eugenia lineatifolia (O. Berg) Mattos em 1993.
Este fruto não é produzido comercialmente pois, quando maduro, fica muito tenro e danifica-se facilmente com o transporte. Apesar disto, é apreciado no Brasil pois é muito saboroso, além de ser rico em cálcio.A pitangueira é uma árvore nativa da Mata Atlântica brasileira, onde é encontrada na floresta semidecidual do planalto e nas restingas, desde Minas Gerais até o Rio Grande do Sul em regiões de clima subtropical. Apesar de ser tipicamente brasileira, esta espécie atualmente pode ser encontrada na ilha da Madeira (Portugal), na América do Sul (Argentina, Bolívia, Guianas, Paraguai, Uruguai e Venezuela), América Central (incluindo Caribe), América do Norte (exceto Canadá) e África (Gabão, África do Sul e Madagascar).
É uma árvore medianamente rústica, de porte pequeno a médio, com 2m a 4m de altura, mas alcançando, em ótimas condições de clima e de solo, quando adulta, alturas acima de 6m  e até, no máximo, 12m. A copa globosa é dotada de folhagem perene. As folhas pequenas e verde-escuras, quando amassadas, exalam um forte aroma característico. As flores são brancas e pequenas, tendo utilidade melífera (apreciada por abelhas na fabricação do mel).
A planta é cultivada tradicionalmente em quintais domésticos. O seu plantio é feito simplesmente pela colocação de um caroço de pitanga no solo ou pelo transplante de uma muda até o local adequado. Dá-se bem em quase todo tipo de solo, incluindo os terrenos arenosos junto às praias. É também usada como árvore ornamental em áreas urbanas de cidades brasileiras, na recuperação de áreas degradadas de sistemas agroflorestais multiestrato e em reflorestamentos heterogêneos. As pitangueiras com frutos são um ótimo atrativo para pássaros e animais silvestres em geral.
A tradição popular atribui algumas qualidades terapêuticas às infusões feitas com as folhas verdes da pitangueira (“chá” de pitanga ou “chá” de pitangueira). [FONTE TEXTO WIKIPEDIA]
Aoww Pitanga!

Iogurte natural fácil e feito em casa

A amiga Maria Rê, postou em seu blog Fogão Azul um post falando sobre sua indignação quanto à Publicidade direcionada às crianças em produtos alimentícios. Este post, fez parte de nossa blogagem sobre o assunto, onde ela é inclusive uma das autoras. Mas ela não parou apenas no texto, ela ainda nos brindou com uma receitinha básica para se fazer iogurte em casa, sem complicação, mais barato e sem embalagens para poluir o meio ambiente. E melhor: sem corantes, conservantes, acidulantes e “purgantes” que só prejudicam a nossa saúde e a saúde da crianças.

Não pudemos deixar de experimentar a receita!

Tenho em casa uma iogurteira antiiiiiiga da Arno em casa e ela precisa ficar ligada por 9 a 12 horas para fazer o iogurte.

Na receita da Maria Rê basta uma pequena aquecida no leite.

Fazer iogurte é muito, muito fácil.

Aqueça 1 litro de leite (integral é melhor). Se tiver um termômetro é só aguardar chegar em 45°. Se não tiver, não tem problema. Quando começar a ferver, desligue o fogo e espere esfriar até que consiga deixar seu dedo mindinho dentro do leite por 10 segundos (lave bem as mãos antes, purfa). Nessa hora, coloque num pote de vidro ou panela de inox uma colher de sopa (não mais do que isso!) de iogurte natural. Despeje o leite e misture bem. Cubra, enrole num pano de prato ou toalha e coloque num local protegido de variações bruscas de temperatura – o ideal é o forno desligado, mas pode ser um armário. Depois de 8 horas, desembrulhe e coloque na geladeira. O iogurte já está pronto.

Você pode consumi-lo puro, adoçar a seu gosto, bater com frutas, usar de base para molho de salada, usar como substituto para o leite em algumas receitas…tantas possibilidades!

Atente para o seguinte:

  • Leite integral, além de mais saudável, deixa o iogurte mais cremoso.
  • Use apenas uma colher de sopa de iogurte para 1 litro de leite, não mais do que isso.
  • Procure um iogurte que tenha a menor quantidade de porcarias possível para usar como base. Evite os que têm gelatina, leite em pó, amido e outros tipos de espessante.
  • Guarde sempre uma colher de sopa do iogurte que você produziu para usar na próxima leva. Você nunca mais precisará comprar os potinhos plásticos poluentes de novo!

Esta aí, o iogurte pronto. Dividi nos potinhos de vidro da iogurteira -que não  precisou ser usada- , ótimos para acondicionar alimentos e claro, reutilizáveis. Cada potinho, adicionado das frutas, tem rendido 4 (isso mesmo, quatro!) porções. Já fizemos batido (no triturador do mixer) com ameixas secas e açúcar e outro de morangos frescos e mel (para substituir o açúcar). Ambos ficaram com uma coloração linda, perfeita, sem nenhum corante ou flavorizante artificial.

Ficaram simplesmente deliciosos! Absolutamente, saudáveis e naturais!

Meus parabéns e agradecimento carinhoso à Maria Rê que nos autorizou a postar a receita e nos brindou com essa dica!

Ana Maria Braga que nos aguarde!!! :)

Para refrescar as férias!

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Apenas 10 limões e fizemos 2 litros de limonada e 36 picolés!

Natural, sem corantes e sem conservantes!

Dica: deixe o suco do picolé mais forte e doce que a limonada tradicional pois o gelado do sorvete altera o paladar e nossa sensibilidade ao sabor doce, por exemplo.

Mãe, eu amo alface!

Sabem quando eu imaginei meu filho falando isso? Nunca!

Pois ele disse! Esperei 5 anos, 9 meses, 12 dias mas ele disse!

Ele que nunca foi bom de comer, péssimo em experimentar novos sabores, me disse que ama alface!

E como foi isso?

Eu comecei a obrigá-lo a comer alface…rs… :)

Simples assim.

Tudo começou num almoço comum antes da escola. Um pedacinho, coisa mínima, muita careta e muitos aplausos.

No dia seguinte, outro pedacinho, depois um salzinho de nada, depois um azeitinho, depois pedacinhos maiores e maiores e maiores e um dia ele me brinou com quase meio prato de alface e essa frase maravilhosa.

Tô missi!  Missintindo ! :)

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O olho do consumidor

A cartilha “O Olho do Consumidor”, que conta com ilustrações de Ziraldo, foi lançada para divulgar a criação do “Selo do SISORG” (Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade Orgânica) que pretende padronizar, identificar e valorizar produtos orgânicos, orientando o consumidor.

Rola na internet que oo livreto, que teve tiragem de 620 mil cópias, foi objeto de uma liminar de mandado de segurança, que impediu sua distribuição. A proibição teria se dado por conta do item 5 da página 7, onde se lê: 

“O agricultor orgânico não cultiva transgênicos porque não quer colocar em risco a diversidade de variedades que existem na natureza. Transgênicos são plantas e animais onde o homem coloca genes tomados de outras espécies”.

Como a gente nunca deve acreditar em tudo o que recebe pela internet, fui dar uma pesquisada e rapidamente – e para meu orgulho – encontrei um belíssimo esclarecimento  no blog FOGÃO AZUL da minha querida amiga, Maria Re! Ela nos mostra que checou tudo e pôde confirmar que as cartilhas são distribuídas, sim, e sem nenhuma alteração de seu texto.
http://fogaoazul.com/2009/07/25/sobre-a-cartilha-de-organicos/

Mas você pode clicar no link abaixo e baixar a sua bem  aqui:

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Semana Mundial de Amamentação

Experiências reais de mães e amamentação

Este post surgiu de um debate onde partilhamos nossas vivências e experiências com relação à amamentação e o nosso ativismo em defesa deste alimento tão importante nos primeiros anos de vida.

Para as mães que querem, que não querem, que acham que devem e as que acham que não devem.

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Só com leite, engordavam acima da “média”

Eu amamentei meus dois filhos exclusivamente até 8 meses. Eles não bebiam nem água, só peito mesmo.  Com quatro meses já recebia incentivo até da pediatra para introduzir novos alimentos. Na família, era olhada como “A estranha”…rs…

Meu segundo filho, mamou até 2 anos e meio e desmamou espontaneamente sem nenhum problema ou forçação de barra. Mas confesso que já estava um pouco cansada e ele grande, pesado para colo, enfim…foi tudo na hora certa para os dois… Fiquei feliz com isso pois não tive que desmamá-lo contra vontade.

 Uma coisa interessante é que durante a amamentação exclusiva, os dois mantiveram peso e tamanho acima da média para a idade. Eram gorduchos.  Depois da introdução de novos alimentos, o peso caiu drásticamente e foram sempre magrelos, abaixo da média.

Sobre doenças, não percebo nada de diferente neles. Acho que eles adoecem normalmente o que me não me incomoda. Acho normal adoecer, faz parte da vida. Não me arrependo e tenho certeza de ter feito o melhor pela saúde deles.

Não acho que eu possa escolher não amamentar. Não considero que tenha este direito se escolhi ser mãe e só eu tenho este alimento para dar.  É triste ver mães que poderiam amamentar e não conseguem porque não recebem apoio ou incentivo e são empurradas às fórmulas sob o terrível argumento que não vale a pena tentar ajuda ou continuar tentando introduzir seu leite. Já é comprovado que a maioria dos casos de insucesso na amamentação, podem ser revertidos com ajudas simples, como a pega correta da boquinha no seio.

Gêmeas nas “divinas tetas” por seis meses as diziam que eu não teria leite

Minhas primeiras filhas, gêmeas, mamaram exlusivamente no peito até os seis meses, e continuaram mamando até os 3 anos e meio, quando engravidei e elas desmamaram naturalmente. Foi uma estória bem gostosa de amamentação, apesar das dificuldades do começo, quando passei por seis pediatras diferentes no primeiro mês de vida, porque TODOS me diziam que eu jamais teria leite suficiente para dois bebês e que elas iriam passar fome por causa de um capricho meu…

A estrela tinha uma dificuldade de pega e fazê-la mamar foi bem trabalhoso nas primeiras semanas, foi um processo cansativo, mas depois que a coisa engrenou foi só curtição… era uma delícia colocá-las uma em cada peito, eu me sentia poderosa, quase uma deusa de divinas tetas, rsrs…

Eu também acho que amamentar não deveria ser opção. Ter filhos é opção. A partir do momento quando uma mulher opta por ter filhos, acho que há um mínimo que ela não tem o direito de optar por não prover. A amamentação, no mínimo pelos primeiros seis meses, entra aí.

Em nenhum momento pensei em desistir!

Eu não tive a menor dificuldade em amamentar minha filha. O peito quase caiu no início, por alguns dias senti dor, o peito rachou, sangrou, em algumas mamadas eu chorei de dor, mas em nenhum momento passou pela minha cabeça desistir. Fui com fé e logo tudo se resolveu, sem precisar recorrer a ninguem.

Hoje sei que, além de acertar a pega (não era o meu problema), ajuda muito variar a posição em que o bebê pega o peito. É meio doido, mas resolve o problema e bem rápido.

Laurinha mamou 2 anos e meio, com 1 ano e meio passei a regrar pra começar a reduzir, pois ela mamava muito e em livre demanda e não comia nada. Foi dificilimo pra mim, pois amava amamentar, mas reduzindo aos poucos foi bom porque ela acabou deixando naturalmente.

Não acho que usar de alguma psicologia pra ajudar a mulher que tá totalmente perdida é infantilizá-la ou passar a mão na cabeça, ha’casos e casos de mulheres que ainda não despertaram, mas todas merecem ser ajudadas: algumas aproveitarão essa ajuda, a muitas outras talvez não. 

Sobre ser radical, ouço isso às vezes, mas nem sempre acho justo. Em alguns casos até acho, e acho que o papel de quem quer ir contra um sistema, quem questiona e se compromete com uma forma de viver precisa ser radical sim, porque se não fora nada mudará.

 

 

Falta a sociedade toda entender que isso é qualidade de vida a longo prazo

Triste é ver toda uma cadeia de fatos que levam ao “não-amamentar”: vamos pensar numa mãe com a saúde normal, com o índice vergonhoso de cesariana no Brasil já começa o start da cadeia, sem o passar pelo trabalho de parto essas mães realmente não tem a descida do leite como deveria ser, sem contar que na cesariana é difícil o bebê que mama na primeira hora, dai ela vai no pediatra normalzão ele faz o que na primeira consulta? Complemento.

 

Pra que ele vai ensinar a pega, como estimular a produção, a cura das fissuras, depois tem que acompanhar essa mãe e tal, se ele pode dar uma receita de NAN? E dai o trem já está ladeira abaixo e sem freios. Quando a mãe consegue ir longe com 3/4 meses o pediatra manda introduzir alimentos.

Porra, meu mamilo quase soltou do resto do peito, sangrou, colou a casquinha no sutiã, e porque eu insisti? Eu não me fiz de tadinha, chamei uma especialista que veio corrigir a pega, fui nos encontros de amamentação, troquei idéias. Sei que a dor é uma coisa muito subjetiva, mas uma vai lá e aproveita pra parar com uma coisa que talvez não faça sentido pra ela, a outra corre atrás.

É tão anormal pra mim esse ciclo artificial-medicamentoso sendo que o peito tá lá. Falta o médico entender. Falta a sociedade toda entender que isso é qualidade de vida a longo prazo, o que na nossa era imediatista fica bem complicado.

 

 

E o colostro saiu pelos bicos como um chafariz

Na hora em que o médico puxou…..os meus seios inflaram e o colostro saiu pelos bicos como um chafariz…..parece loucura……o médico colocou a Débora em cima do peito e ali mesmo ela sentiu as primeiras gotas de vida…….me emocionei e todos choraram na hora…..

O peito  era a alimentação primordial(ela foi para a creche com 3 meses…….mais ficava lá a tarde toda dormindo e só acordava qd eu chegava com os seios latejando……..limpava-os e ali mesmo me entregava a ela……e Paulo sempre ao meu lado……embevecido……

Confesso:o mamilo doeu nas primeiras horas,porém o PRAZER…..isso mesmo,eu sentia prazer em amamentar,em estar com aquele ser e nada ,nem ninguém iria me tirar isto….não ía a festas,não saiamos sem ela………ela estava sempre perto…….um dia,ela ía fazer dois anos,a minha sogra ficou sem paciência em esperar eu voltar de uma reunião de pais,comprou uma mamadeira e deu um nescau morninho…….e a Débora largou o peito …..pois aí,só queria nescau….

Quando fiquei grávida do Daniel,tive leite até o oitavo mês……e na hora em que ele nasceu (a bolsa estorou a meia-noite e ele nasceu as 3 da manhã com o mesmo tamanho e peso que a irmã). Eu não tinha leite……fiquei desesperada,porém,o pediatra que assistiu o meu parto,me acalmou e de repente,sem mais nem menos,o meu leite desceu…..senti uma dor forte nas axilas e o coloctro gotejou…..Dr.Fábio pegou o Daniel e colocou para mamar….o bico calejado,nem sangrou….

Já Daniel,eu tive que tirar o peito quando ele estava com um pouquinho mais de dois anos,pois eu estava abaixo do meu peso,parecia um travesti de tão magra e cansada………senão,ele teria largado sozinho……

 

 

Quantas vezes você pariu na vida?

Esse papo de “menos mãe” também me cansa profundamente.

Aliás, quando essa conversa começa, eu saio do papo porque não tenho não tenho mais paciência de argumentar.

Um tecla que sempre bato e na sua história ela fica ainda mais clara é que nós mães, somos vítimas , sim!

Quantas vezes você pariu na vida?

Quantas crianças seu pediatra já atendeu?

Quantas crianças foram cuidadas por  essa agente de saúde?

Olha a diferença de experiência que ele tem e o quanto de terror eles podem fazer sobre nós com anos de argumentações que nós não temos.

Buscar informações é uma alternativa, mas e o tempo hábil para isso? A criança precisa ganhar peso, no parto o TP precisa engrenar…são (no máximo) nove meses para aprender em troca de anos de experiência de profissionais desumanos , em sua maioria.

Quanta pressão VOCÊ sofre? Caraca…é difícil não ceder.

As mulheres que enfrentam, são poucas e sabe lá Deus de onde sai tanta determinação…

Eu acho que nós não temos escolha, amamentar é um dever, sim.

Mas quando as coisas não acontecem redondinhas, é uma luta inglória.

Se as mães tem o compromisso de amamentar, mais ainda os profissionais tem OBRIGAÇÃO  de apoiar e não é isso que acontece.

 

 

Aprendi a escolher minhas batalhas

Eu acho importantíssimo a gente ter cuidado e psicologia pra falar com as mulheres, tirar a culpa da jogada e falar em crescer e assumir responsabilidades. O que acho que não se deve fazer é dourar a pílula. Diante de uma mulher que repete “não tive leite, não tive leite”, passar a mão na cabeça e dizer: ‘é, é verdade, nem toda mulher tem leite, amamentar não é pra todas, paciência’, porque isso não é verdade. E não vai ajudar em nada. A gente ter cuidado com a experiência do outro, tratar as questões do outro com carinho e atenção, não significa ser condescendente, certo?


Agora, depois de mais de 5 anos de “ativismo”, eu aprendi a escolher muito minhas batalhas. Se a pessoa não dá um sinal de que está a fim de olhar mais fundo pra própria experiência e se questionar, eu não abro a minha boca. Também não vou passar a mão na cabeça, só me abstenho de tocar no assunto com a pessoa.

 

 

Eu ordenhava leite e deixava, mas ela não tomava.

A Dani mamou no peito até os cinco meses. Com três meses eu voltei a trabalhar e ela ficava com o pai. Eu ordenhava leite e deixava, mas ela não tomava com ele. Só tomava comigo. O pediatra orientou que colocasse na mamadeira, e eu tbm não me informei sobre outras formas de oferecer meu leite que não fosse o peito. Ela chorava a tarde toda porque só mamava quando eu chegava. E mamava até vomitar, tadinha!

Passei quatro anos me informando, lendo e abraçando as causas da maternidade responsável, consciente. Quando decidi engravidar novamente, já sabia tudo que faria de diferente: queria um parto natural, em que meu bebê fosse respeitado desde antes de nascer, amamentação em livre demanda e exclusiva até que eu e minha filhota estejamos preparadas para o início da introdução de alimentos, cama compartilhada… Tudo que fui recriminada com a Dani!

Alice nasceu de cesárea necessária, mas meu consolo é que na primeira hora ela mamou! Ela mamou como um bezerrinho, linda! Amamento ela sempre que ela busca o peito. Minhas brigas com as avós já começaram, porque elas não admitem que eu pegue ela do colo delas SÓ porque ela procurou o mama e mamou só faz uma hora! “Ela vai ficar obesa!”… 

Hoje, fechei minha família para palpites! Faço cara de paisagem, dou um sorriso de Monalisa e sigo com meus ideais! Porque eles não compartilham do meu ponto de vista, e já cansei de tentar mostrar a importância do respeito com a criança e com a mãe!

 

 

Texto escrito a  12 mãos por

Ana Cláudia Bessa http://www.futurodopresente.com.br ,

Luciana Isolani http://lucianaivanike.blogspot.com ,

Mariana Tezini projetomacieira.blogspot.com ,

Monique Fustcher http://www.mimirabolantes.blogspot.com ,

Renata Matteoni  http://rematteoni.wordpress.com ,

Renata Penna blogmamiferas.com.br.

“LEITE MATERNO vs FÓRMULA INFANTIL: sem combate”

Na POSTAGEM COLETIVA: Para o bebê, o melhor leite é o da mãe , não podemos deixar de falar nas diferenças entre essas duas substâncias, além do fato de uma ser natural e a outra ser artificial.
“Tradução de um trecho do artigo SUCK ON THIS, de Pat Thomas, da revista The Ecologist, abril/2006 por VERA FALCÃO

O leite materno é um alimento vivo que contém células vivas, hormônios, enzimas ativas, anticorpos e, pelo menos, outros 400 componentes singulares. É uma substância dinâmica e a composição da mesma muda do início ao fim da amamentação e de acordo com a idade e as necessidades do bebê. Por fornecer também imunidade, o bebê alimentado ao seio recebe proteção contra doenças, continuamente.
Comparada a essa miraculosa substância, o leite artificial – comercializado como “fórmula infantil” – é um pouco mais que “junk food”. É também o único alimento industrializado que os seres humanos são incentivados a consumir, com exclusividade, por um período de tempo; justamente quando sabemos que nenhum organismo humano espera manter-se saudável e ter êxito com uma dieta constante de alimentos processados.
Tabela de comparação entre leite materno e fórmula infantil, quanto aos elementos componentes:
Gorduras Leite Materno: rico em ômegas-3, construtores do cérebro, a saber, DHA e AA; ajusta automaticamente essa gordura às necessidades da criança, os níveis diminuem quando o bebê cresce;rico em colesterol, quase completamente absorvido; contém a enzima lipase, que atua no sistema digestivo, transformando gorduras em ácidos graxos e glicerol.
Fórmula: não contém DHA, colesterol e lipase; não se ajusta às necessidades da criança, nem é completamente absorvida.
xxxxxCOMENTÁRIOS: O mais importante nutriente é o leite materno. A ausência de DHA e colesterol na FI vai predispor a criança a ter na idade adulta doenças do coração e sistema nervoso central. O restante da gordura não absorvida contribui para as desagradávies e mal-cheirosas evacuações dos bebês alimentados com FI.
Protéina Leite Materno: soro leve e facilmente digerível; mais completamente absorvida e mais ainda no leite das mães que tiveram prematuros; contém lactoferrin, proteína que atrai o ferro e que mantém o intestino saudável;contém lisozima, enzima antibacteriana;rico em proteínas construtoras do cérebro e do corpo; rico em fatores de crescimento, proteínas que controlam o crescimento, a divisão e maturação de células e tecidos; contém proteínas indutoras do sono.
Fórmula: difícil digestão da caseína; não completamente absorvida, então mais desperdício, dificultando o trabalho dos rins;pouca ou nenhuma lactoferrin; sem lisozima, proteínas construtoras deficientes ou em baixa; deficiência em fatores de crescimento; contém proteínas indutoras do sono em menor número que o LM.
xxxxxCOMENTÁRIOS: Crianças não são alérgicas a proteínas do leite humano.
Carboidratos Leite Materno: rico em oligossacarídeos, os quais promovem a saúde do instestino.
Fórmula: sem lactose em algumas fórmulas.
xxxxxCOMENTÁRIOS: lactose é importante para o desenvolvimento do cérebro.
Imunizadores Leite Materno: milhões de glóbulos brancos (leucócitos), em cada mamada; rico em imunoglobulina.
Fórmula: sem glóbulos brancos ou outro tipo de célula; sem benefícios de imunidade.
xxxxxCOMENTÁRIOS: o leite materno providencia ativa e dinâmica proteção contra infecções de todo o tipo; pode também aliviar uma série de problemas externos de saúde, como conjuntivite e assaduras.

Vitaminas e Minerais Leite Materno: maior absorção; ferro é absorvido de 50-75%;contém mais selênio (antioxidante);

Fórmula: não absorvidas satisfatoriamente;f erro é absorvido de 5-10%;contém menos selênio que o LM.
xxxxxCOMENTÁRIOS: os nutrientes na fórmula são absorvidos de forma pobre. Para compensar isso, mais nutrientes são adicionados a ela, fazendo com que a digestão fique difícil.
Enzimas e Hormônios Leite Materno: rico em enzimas digestivas, como a lipase e amilase; rico em vários hormônios, tais como, o da tireóide e os da pituitária; proporciona experimentar variedade com a dieta da mãe, dessa forma ajudando a criança a adaptar-se àcultura alimentar.
Fórmula: o processamento mata as enzimas digestivas;o processamento também mata hormônios, que nem são humanos, a princípio; sempre tem o mesmo sabor.
xxxxxCOMENTÁRIOS: enzimas digestivas promovem a saúde do intestino; hormônios contribuem para o balanço bioquímico e o bem-estar do bebê.
CUSTO na UK (Inglaterra), o NHS (Serviço Nacional de Saúde) gasta 35 milhões de libras cada ano só tratando de gastroenterites de bebês que tomam mamadeira. No US (EUA), companhias de seguro-saúde pagam 3.6 bilhões de dólares para tratamento de doenças com os bebês assim alimentados.