Casa de Parto de Juiz de Fora ainda precisa de ajuda!

Lembram que nós escrevemos um post pedindo ajuda para salvar a Casa de Parto de Juiz de Fora?

Pois é … precisamos que mandem e-mails pois:

REITOR DA UFJF FECHA MÊS DA MULHER SEM DEFINIÇÃO PARA
CASA DE PARTO

Após 7 meses, o atual reitor da UFJF, Henrique Duque, continua proibindo a realização de partos humanizados que durante 5 anos foram assistidos sem nenhum problema naquela que é a terceira Casa de Parto aberta pelo Ministério da Saúde no Brasil. Para que as mulheres possam ter seu direito de escolha novamente respeitado, participe do nosso ato.
Dia 07 de abril às 15h, em frente à Câmara Municipal de Juiz de Fora. Leve seus filhos!

Presença do Ministério da Saúde e de diversas autoridades nacionais, estaduais e municipais.
Esperamos que o Reitor compareça.
Envie e-mail de apoio à Casa de Parto em seu nome ou em nome de sua entidade para:
gabinete@planalto.gov.br
jose.temporao@saude.gov.br
adson.franca@saude.gov.br
flaviocheker@camarajf.mg.gov.br
gabinete.reitoria@ufjf.edu.br
ses@saude.mg.gov.br
spmulheres@spmulheres.gov.br
gabinetedoministro@mec.gov.br
luis.massonetto@mec.gov.br
sssda.secretario@pjf.mg.gov.br
Com cópia para
mailto:producao@tvpanorama.com.brmarise@tribunademinas.com.br producao@tvpanorama.com.br producao-jf@alterosa.com.br
silvia.carvalho@jornalpanoramajf.com.br
FRENTE DE APOIO À CASA DE PARTO DE JUIZ DE FORA
ABENFO – Associação Brasileira de Enfermagem e Obstetrícia
Aliança pela Infância
Amigas do Parto
Amigas do Peito
Amigos da Casa de Parto de Juiz de Fora
Associação de Professores do Ensino Superior – APES/JF
Associação Nacional de Doulas – ANDO
Bem Nascer
BH pelo Parto Normal
COFEN – Conselho Federal de Enfermagem
Comitê Municipal de Prevenção de Morte Materna
Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente –CMDCA
COREN / MG–Conselho Regional de Enfermagem – MG
Instituto de Yoga e Terapias Aurora
Parto do Princípio – Mulheres em Rede pelo Parto Ativo
Pastoral da Criança
Rede Pela Humanização do Parto e Nascimento –ReHuNa
_________________________________________________________________________________ Silvia Schiros

Luís Flávio, Ajude a salvar esta vida.

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. Pessoal, estou aqui desta vez para fazer uma solicitação a todos aqueles que estiverem dispostos a ajudar nesta busca, ou simplesmente realizar um ato de doação. Estou postando aqui também já que a Ana Cláudia assim o permitiu possibilitando então uma maior divulgação deste pedido.

Eu conheci o blog da Paola Oliveira, que é enfermeira e conhece o caso que vou relatar aqui, pois a mesma deixou um comentário para mim em um post sobre doação de medula que eu coloquei aqui. Nele, ela solicitava o apoio na divulgação de seu blog, blog esse onde ela iniciou uma luta para ajudar um menino que tem Leucemia Mielóide e precisa de uma transfusão de medula. Ele faz quimioterapia desde fevereiro de 2007, quando a doença foi descoberta.

Os pais seriam os melhores e possíveis doares da medula para ele, só que existe um se não. O Luis Flávio foi adotado por um casal em Salvador, já que ele foi abandonado com vinte e um dias de vida. Ele foi encontrado por um bigilante na carroceria de um carro no bairro da Pituba, enrolado em um lençou e ainda com o cordão umbilical.

Ele tem 90% de chance de cura, caso este transplante seja realizado, mas para isso é preciso encontrar os seu pais biológicos. Todos que o conhecem e a seus pais torcem para que isto aconteça. Os pais adotivos do Luis Flávio deixam claro que caso a mãe apareça ela não corre o risco de ser presa, pois não existe flagante e nunca foi instaurado nenhum inquérito policial.

Estou então convocando meu grandes amigos desta terra tão iluminada que é a Bahia e também os de qualquer outro estado deste brazilzão, vamos mobilizar todos que conhecemos para nos candidatar-mos à doação de medula. Pode ser que não consigamos ajudar ao Luis Flávio agora, mas poderá aparecer outro receptor em qualquer lugar do mundo. Vamos divulgar esta informação para o maior número de pessoas, quem sabe não consigamos chegar até esta mãe?

O mais importante é que nao dói e o único tempo que você vai perder é o de retirar o sangue para exames e caso seja compatível com alguém o tempo para retirar a medula.

Pense assim, PODERIA SER VOCÊ A PRECISAR. Vamos lá gente, me ajudem a disseminar isso.

Quem tiver alguma informação sobre os pais biológicos de Luiz Flávio, deve enviar mensagem para o portal da REDE BAHIA, ou informações aqui para o Mais Você, pelo site ou pelo telefone: (11) 3236-0630.

Clique AQUI e veja o vídeo de uma entrevista no Mais Você

Informações para se cadastrar no banco de medula óssea na Bahia, clique AQUI, ou então no site do INCA – Instituto Nacional do Cancer.

Obs.: a primeira foto a direita é a da Paola Oliveria e a segunda a esquerda é a foto mais recente do Luís Flávio.

Blog da Paola Oliveira – Luís Flávio o início de uma luta
__________________________________________________________________________________ Cristiane A. Fetter

SEMPRE FOI ASSIM!

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Falei aqui, recentemente, sobre a praga da burocracia. Outra praga, prima-irmã desta, é a PASSIVIDADE DIANTE DAS COISAS, ou o que eu chamo de “Sempre foi Assim”. Esta praga permeia todos os setores da atividade humana, desde dentro de nossas casas até a vida profissional. Tanto quanto na burocracia, a gente também não costuma se dar conta de que está, de alguma forma, preso nesta armadilha.

Raríssimas (e especialíssimas) são as pessoas que, ao assumir um emprego, um cargo ou uma função nova, questionam e procuram saber a origem e o porque dos procedimentos inerentes. Alguns até procuram melhorar, otimizar, mas pouquíssimos mesmo questionam se aquilo é “realmente necessário” e por quê! É assim por que é assim! Sempre foi assim! Tem que ser assim! Isso é tão parecido com burocracia que às vezes se confunde com ela.

Querem um exemplo (não sei prá que eu pergunto, eu vou dar mesmo!)? Quando eu assumi a responsabilidade sobre o setor de estágios da escola onde trabalho (uma escola técnica federal, hoje um cefet), encontrei uma situação com a qual não concordava. O estudante, para fazer jus ao diploma de técnico deveria realizar um “estágio” de “x” horas e apresentar à escola um relatório. A aceitação ou não deste relatório (segundo critérios pré-estabelecidos) era a única condição para a diplomação.

Minha discordância vinha do fato de que a confecção do relatório (óbvia e compreensivelmente repetitivo para estágios nos mesmos locais) acrescentava muito pouco à instituição. Na minha visão, o “relato” das atividades profissionais deveria servir como fator de retro-alimentação curricular e programática. Por isso, com a autorização da direção criei um procedimento chamado “Seminário de Avaliação de Estágio”. Algo semelhante (guardadas as devidas proporções) a uma “defesa de tese” onde o estudante discorria sobre as atividades realizadas no estágio perante um grupo (professores, orientadores pedagógicos, colegas etc.).

O objetivo principal deste procedimento não era “aprovar” ou “reprovar”, embora isso até fosse possível, mas sim uma forma simples, direta e pragmática de criar um fluxo de informações “fresquinhas” sobre as novidades e tendências do “mercado de trabalho”. Para que a participação no “Seminário” não se tornasse um estorvo para aqueles estudantes que já estavam engajados no mercado (por exemplo: um aluno que tenha sido contratado pela empresa que lhe deu estágio e, para isso, necessite, imediatamente, do diploma. Não podendo “aguardar” até o próximo seminário), eu, pura e simplesmente o DISPENSAVA desta BUROCRACIA e, considerando que o mercado o absorveu, entendia como “cumprida” a missão da escola e o encaminhava diretamente à DIPLOMAÇÃO. Simples assim!

Pois bem, minha “criação” agradou tanto que virou procedimento padrão em praticamente todas as Escolas Técnicas do País! Se me orgulho disso, claro! Mas vejam essa. Recentemente (já tendo me desligado da função há décadas) fui procurado por um formando que, desesperado, precisava do diploma para uma contratação que envolvia uma viagem imediata para outro estado da federação. No Setor de Estágios informaram-lhe que deveria participar do tal Seminário dali a SEIS meses! Mesmo afastado há tempos da função, procurei a colega que agora ocupava a chefia e relatei-lhe o fato. Como resposta ele me informou que nada podia ser feito pois o procedimento era esse mesmo, em TODA A REDE. SEMPRE FOI ASSIM.

Pacientemente eu lhe expliquei a origem dessa “história”, revelando que havia sido eu o criador e que, portanto, não havia nenhum impedimento legal para a “dispensa” do rapaz para que ele seguisse seu caminho profissional (afinal não é esse o objetivo maior? não é para isso que estamos aqui?). Ela olhou-me entre desconfiada e perplexa e não me deu resposta. Ficou de pensar…Tempos depois (seis meses), para minha tristeza, encontrei o aluno. Ele estava lá para “cumprir” o Seminário. Perdera o emprego!
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Ivo Fontan

Lei do Retorno

Em um belo e frio fim de tarde de um domingo outonal, estava eu chateada com não ter nada para fazer, quando me deparei com um comercial de uma seguradora americana. Ele dizia que todos temos uma responsabilidade com os outros. Era um comercial para vender seguros, mas o tema é muito interessante.

Faça o bem sem olhar a quem ou O que desejares para mim que venha em dobro para você, são duas frases “populares” que seu sempre ouvi enquanto crescia. Acredito muito na lei do retorno. Se você faz uma gentileza, ela volta, se você faz uma grosseria, ELA VOLTA!.

Temos responsabilidade sim com outros humanos que vivem ao nosso redor. Discutimos muito hoje em dia em como trabalhar para diminuir a poluição em nosso planeta. Também temos que trabalhar nossa consciência coletiva. Vivemos em comunidade e não adianta, precisamos de outras pessas que precisam da gente.

Se eu sempre faço algo em prol da comunidade em que vivo, outros terão um exemplo para também fazer a mesma coisa. Mesmo que isso seja um simples abrir de porta para uma pessoa que está carregando bolsas e está com as mãos ocupadas.

Sempre procurei fazer isso no meu dia-a-dia. E vou contar uma coisa que eu sempre fazia quando saía para o trabalho (quando ainda morava na zona sul do Rio de Janeiro onde o tráfego é muito alto nos horários de rush). Quando eu chegava à saída do prédio com meu carro, ficava aguardando que alguém me desse a oportunidade de passar para a rua, então logo a seguir eu fazia a mesma gentileza com outra pessoa que precisava de espaço. Aí vem a lei do retorno. Gentileza gera gentileza. Aí está a nossa responsabilidade.

Ajudar alguém que carrega peso, abrir uma porta, dar uma carona para um vizinho, ceder seu lugar no ônibus, não varrer sua sujeira para a calçada do vizinho, não deixar o som alto ao ponto de atrapalhar o bebê que está dormindo do outro lado da parede, pregar um botão para o irmão que está sem tempo para isso, pesquisar na internet um tema para sua mãe que não entende como fazer, e por aí vai.

É como se fosse uma daquelas correntes enviadas por e-mail, você recebe e passa para mais 10 pessoas. E funciona.

E nossa responsabilidade fazer com que o ambiente em que vivemos seja muito mais agradável, por isso é tão interessante ver as pequenas cidades brasileiras, onde todo mundo conhece todo mundo e ajuda todo mundo. Alguns vão dizer que em grandes cidades isto não é fácil, ok eu concordo que não é possível fazer isso, mas é possível fazer no condomínio, na sua rua, no seu trabalho, na sua escola, não é impossível.

Sempre me taxaram de chata por querer ser correta e não querer “embrutecer” por qualquer coisa, mas eu acho que devemos sempre tentar um acordo para qualquer situação antes de tomar decisões mais radicais e principalmente dar o exemplo as gerações que estão vindo.
Isto é nossa responsabilidade.

De acordo?

Depois encontrei um video no youtube que fala exatamente do exemplo que damos as crianças. Olha aqui

_________________________________________________________________________________ Cristiane A. Fetter

TAPA NA ELITE

O filme TROPA DE ELITE é uma tapa na cara da gente. Um tapa na cara de todo mundo. Um sacode geral. Um acorda! O filme é violento e mostra a realidade nua e crua da violência no Rio de Janeiro. Ninguém concorda com o que retrata o filme. Mas a verdade é aquela. De qualquer forma, o efeito do tapa já passou e pouco se fala do filme. A comoção já passou.

Não acho que o BOPE seja “aquilo tudo” que mostra no filme, mas tenho certeza que a Polícia Militar é aquilo: baixo, pequeno e danoso à nossa sociedade que o filme mostra. Embora a polícia seja a “ponta” mais fraca da corda, embora exista policial sério e honesto. A maioria é aquilo ali. O Policial é vítima e algoz.
E mostra o mais importante: que é a “elite” da classe média que sustenta e mantém essa violência e o governo patrocina. É o consumidor de droga que financia e mata. É o governo quem deixa entrar e ficar.

Não sei se a legalização das drogas resolveria o problema, mas que daria um fim rápido à tudo isso, daria. Claro, que isso não é solução porque assim como o tráfico veio substituir os bicheiros, alguma atrocidade vai substituir o tráfico.
Mas até que isso tome força de novo, teremos um tempo para respirar e quem sabe, nos preparar para não deixar que isso aconteça de novo (utopia, eu sei…).

Cerveja não é droga, cigarro não é droga? E são permitidos e estão por aí, acabando com a vida de muitos jovens, levando muitos a morrer prematuramente e dizimando famílias. Mas só bebe e fuma quem quer. Não há tráfico, não há violência que seja sustentada pelo consumo dos mesmos. Há contrabando e falsificação, uso abusivo de propaganda e mídia, mas isso é outra história.

Outra coisa que muito me intriga é o que os militares ficam fazendo que não estão de plantão nas fronteiras e aeroportos coibindo a entrada de droga ilegal no país?

O que falta para o governo usar essa “inteligência” sub-utilizada?
A gente ainda não está em guerra com o tráfico de drogas?
Vai lá ver o filme para ver se aquilo não é guerra? Pode ser civil, mas é guerra.
O Brasil manda militares para outros países como o Haiti e nós estamos aqui, abandonados pelo nosso governo.

E outra coisa que me veio á cabeça outro dia: apesar da justiça ser lenta, ineficaz e medíocre, que tal se os usuários tivessem as mesmas penas que os traficantes? Usuário, atualmente, diante da realidade, deveria ser tratado como criminoso, pois é isso que ele é. E isso inclui todo mundo que dá uma inocente cheirada no seu baseadinho ilegal comprado do tráfico!

Sei lá, gente…a gente sai do filme elétrico e desanimado, porque tá difícil acabar com aquilo tudo. A corrupção está em todos os níveis de nossa sociedade e eu, pelo menos, não vejo solução diante de tanta impunidade, falta de vergonha, ambição e falta de caráter que reinam em todas as esferas. Nota Zero para o Brasil, nota dez para o cinema nacional. O filme é muito bom, infelizmente.

A gente se tranca em casa, anda nos nossos carros com ar-condicionado, coloca os filhos em escolas particulares, compra videos games ou não se preocupa com o que eles estão fazendo numa Lan House.
E senta na frente da televisão num dia de domingo…
achando que com a gente nunca vai acontecer nada.

Até que um dia, acontece.

Foto: capa do livro no qual o filme se baseia

__________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa

NOSSAS AÇÕES, NOVAS NOTÍCIAS – Parque Marapendi

Amigos,

Desde que publicamos o post sobre ao abandono em que se encontrava o Parque Marapendi no Recreio do Bandeirantes – RJ , começamos uma mobilização através do Portal do Voluntário.

Decidi ir ao parque pessoalmente (03/10/07) e qual não foi a minha surpresa: o Parque está totalmente limpo.

Fiquei muito surpresa mesmo.

Fotografei tudo. Veja mais fotos no link abaixo.
http://ofuturodopresente.blogspot.com/2007/03/passeando-com-as-crianas-parque.html

__________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa