Monthly Archives: junho 2008

Museu Casa do Pontal

Fomos ao Museu de Arte Popular Casa do Pontal.

Fica na estrada do Pontal, imediatamente antes da subida para Grumari.
Penso ser fundamental a divulgação destes espaços e nosso incentivo para manutenção dos mesmos.
Como incentivar?
Indo, oras!
Infelizmente, o carioca pouco prestigia estas iniciativas, por isso, apesar da riqueza histórica de nossa cidade, somos pobres em qualidade de manutenção (em geral a maioria desses espaços, principalmente públicos, estão caindo aos pedaços) e muitas vezes os bons espaços deixam de funcionar por falta de verba e arrecadação.

Por isso, vai aí minha dica para um bom passeio de final de semana para tirar as crianças do sofá e da frente da televisão.
O Museu é rico em acervo (5 mil obras de 200 artistas) que foi reunido por um francês (F-R-A- N-C-Ê-S !!!) chamado Jacques Van de Beuque , durante mais de 40 anos.
A variedade do tipo de arte é que não é muito grande. A arte brasileira é muito mais diversificada e o nome de museu de arte popular brasileira nos dá a impressão que é um apanhado de todos ou da maioria dos estilos, mas não é.
Tem peças lindíssimas talhadas em madeira e papel marche mas a grande maioria das peças é em barro, daquelas nordestinas. O que varia são os temas. Tem esculturas representado religiosidade, folclore, casamento, escola, enterro, danças típicas, profissões…

As peças que mais fizeram sucesso pras crianças foram as que se movimentam (claro!). O menorzinho é que não gostou muito e se assustou com as peças em movimento por causa do barulho mas achei legal ele já ter contato com este tipo de arte e não ficar só bitolado em filme de TV e Canal Discovery.

As peças são rústicas e muito coloridas.Lindas.É muito legal prestigiar principalmente porque tudo é muito bem cuidado e está localizado numa linda propriedade instalada numa reserva ecológica.

Como é longe para a maioria dos cariocas, recomendo virem para almoçar no Recreio ou em Guaratiba, por exemplo, porque a visita não leva mais de uma hora.Mas vale muito.

Preço: 10 reais – inteira

Acho que é menor de 5 anos que não paga. Os meus não pagaram mas eles têm menos de 3 anos.

Ligar antes e confirmar sempre que for!
Já fui e dei com a cara na porta, até esqueci de comentar isso lá.

Estrada do Pontal 3295 – tel: 2490-3278

http://www.museucasadopontal.com.br/

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Ana Cláudia Bessa

Na dúvida, sempre pergunte.

Com relação a vacinação eu sempre me coloco numa posição científica, vejo que mesmo o participando de grupos que discutem a respeito, não se tem dados concretos sobre os benefícios da não-vacinação. E eu me coloco mesmo numa posição de advogada do diabo, analisando a argumentação das pessoas que defendem a vacinação e a não-vacinação.
Quanto à vacinação, o que eu levantei é uma série de interesses burocráticos (do Ministério da Saúde), que aliam a praticidade e conveniência, deles, e não nossos, óbvio. Um deles é que é mais fácil pegar pais “fresquinhos” e lascar a sequência de vacinações. Pois com o passar do tempo, nós pais, ficamos mais relaxados em seguir tudinho à risca.
Obviamente até os 6 meses, as vacinas têm efeito transitório, ou seja, precisam ser aplicadas de novo, pois o bebê ainda não possui imunidade própria e isso representa um lucro imenso para a indústria farmacêutica. É como vender a mesma coisa 3 vezes. E a pergunta óbvia é: porque não aplicar 1 vez só depois dos 6 meses? Vide conveniência acima. E do lado da não-vacinação, existe sim uma “forçação de barra”, pois quando não há metodologia científica, dá muita margem para manipulação de números. A erradicação da poliomelite, por exemplo, se deu com extensas campanhas de vacinação. Os números estão aí, não podem ser negados. A dúvida que surge é que da forma como a polio é transmitida, será que saneamento básico não ajudou? É claro que sim.
A argumentação é que se houvesse saneamento básico, não haveria polio. Sim, é verdade. Mas isso foi um processo que andou de mãos juntas: saneamento básico e “aumentar” a resistência das pessoas à polio (que foi isso que representou este tipo de vacinação). Colocando-me na posição do Ministério da Saúde, foi uma decisão correta. Contudo, hoje, se eu fosse o Ministério da Saúde, eu repensaria os investimentos. Pois o dinheiro das campanhas de vacinação poderiam ser aplicados em outros lugares. Para que continuar investindo numa doença que já foi erradicada?
O problema é que como vacinação é um direito assegurado no Estatuto da Criança e Adolescente, se alguém inventar de não vacinar, e se 1 única criança vier a contrair pólio, cabeças rolarão. Tornou-se um imbróglio legal e administrativo. Extrapolando a esfera da saúde e do necessário. Por isso para a gente entender um pouco, devemos procurar estudar o mecanismo das doenças (transmissão e profilaxia) em livros médicos. Eu busquei informações sobre as doenças em 2 livros de pediatria: A Vida do Bebê (do Rinaldo De Lamare) e no livro britânico The Great Ormond Street Baby and Child Care.

A “Vida do Bebê” até a edição de 2004, não segue as orientações da OMS no que se refere à amamentação, sendo altamente repreensível que um livro de pediatria não endosse o que é melhor para a saúde do bebê. Ele segue a linha da Academia Americana de Pediatria, que comprovadamente causou uma tragédia para a saúde americana. O problema da obesidade nos Estados Unidos começa no berço, com a falta de incentivo e proteção à amamentação e utiliza tabelas de peso e altura baseadas na Academia Americana de Pediatria, ou seja, uma furada. Na última edição de 2004, fala para tirar o peito a partir de 9 meses, que a partir de 18 meses não é mais para o bebê mamar no peito, tem um monte de receitas para a mulher que não consegue amamentar, recomenda seguir todas as vacinações à risca, e a tabela de peso e altura é uma tabela completamente fora dos padrões de bebês saudáveis, uma vez que prega o padrão de bebês obesos como “normal”. Mas, pelo menos, é preciso na descrição das doenças infantis.

The Great Ormond é realmente um livro de respeito, pois a Inglaterra é a pátria do Parto Ativo. Descreve e recomenda o Parto Ativo, apóia e recomenda a amamentação. O mínimo para um livro de pediatria. Essa discussão dá pano para manga. Na dúvida, sempre se pergunte: como, quando, onde e porquê?
________________________________________________________________________________ Juty Chen

Notícia

Ator americano, Jim Carrey (c), sua filha Jane (e), e a atriz americana, Jenny McCarthy, seguram fotos do filho de McCarthy, Evan, que foi diagnosticado com autismo, durante a marcha ‘Green Our Vaccines’ (Torne verde nossas vacinas, em tradução livre), em Washington, DC. A marcha foi organizada por grupos que querem a eliminação das toxinas de vacinas para crianças.

Menor ao volante, maiores sem freios

Existem certos comportamentos que hoje em dia
são completamente inaceitáveis:
menor dirigindo é um exemplo clássico.

Mas o fato é que isso acontece todo dia e
não é à toa que a maioria das vítimas dos acidentes de trânsito são jovens.

Por quê?
Eu, como leiga que sou, imagino que existam vários motivos:

· Inexperiência
· Despreparo
· Inconseqüência
· Audácia comum da pouca idade
· Irresponsabilidade do jovem
· E muito mais…

Mas o triste é que os menores que guiam são respaldados pelos próprios pais. Sempre, nos lugares onde morei, é comum ver menores guiando carros e motos sem terem noção do perigo a que estão expostos.

E é nessas horas que eu misturo todas as estações e lembro com muita raiva de uma matéria que li que os deputados federais estão querendo aumentar seu AUXÍLIO FUNERAL para R$16.500,00. Pasmem! Um funeral caro, daqueles que parecem festa em hotel 5 estrelas, na mesma reportagem, saía por R$10.100,00.
Bom, só por aí, já vemos o “abuso excessivamente abusivo” e descarado desses dePUTAdos. E eu vos pergunto, caros colegas cidadãos: num país como o nosso, cheio de miséria e desigualdade, o que justifica, qualquer que seja o cargo público, ter AUXÍLIO-FUNERAL?
Ah…mas você trabalha na iniciativa privada e sua empresa também tem esse benefício? Ah..imagino que sua empresa não seja pobre, nem de terceiro (es)calão. Não é como o tratamento dados aos cidadãos do Brasil!

Portanto, no meu entender, o Brasil ainda não é o tipo de país que possa dar-se ao ou dar o luxo de ter algo tão dispensável ao exercício de um cargo público. Políticos, maiores poderes, sem freios.

Sendo assim, nosso país é esse poço de corrupção porque o dinheiro rola solto e ninguém do governo precisa trabalhar para ganhar. E aí, eu volto lá em cima…
Se a gente estivesse num país sério, essa bandalheira no trânsito já tinha acabado porque vários deputados já teriam criado e votado leis que punissem com rigor os pais irresponsáveis que colocam seus filhos menores de idade com um carro nas mãos. Pais, maiores sem freios.
Eu tentei tirar uma foto desses meninos ao voltante aqui perto de casa mas meu menino saiu bem na frente da foto, não dando para visualizar de fato o menor pilotando um moto, outro num carro e outro num quadriciclo, que é, inclusive, proibido de circular nas ruas. Aqui os adolescentes usam para ir e voltar da escola fazendo mil piretas na rua, andando em alta velocidade!

Mas isso acontece também por comodismo: é mais fácil os pais deixarem os filhos contentes e dar a chave do carro do que dar atenção, educar. O garoto sai na rua dirigindo e os pais estão sossegados no sofá sem o moleque estar em casa enchendo o saco.
Menores sem freios.

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Ana Cláudia Bessa

Pessoas que fazem diferença no mundo

Nicholas Winton jamais teve uma surpresa tão grande quanto a que estaria por vir. Durante o terror vivido na Alemanha nazista, ele salvou a vida de 669 crianças. Mas perdeu totalmente o contato com elas. As crianças viraram adultos. O dia do reencontro chegou. A história de Winton é feita de lances incríveis. Discreto, jamais quis ser visto como herói: preferiu guardar em segredo o bem que fez. Não disse nem à mulher que tinha salvado a vida de tantas crianças. Ao arrumar o sótão de casa, a esposa descobriu, por acaso, um velho álbum, coberto de poeira. Lá estavam fotos de crianças, cartas e telegramas e uma lista com nomes e datas. Quando procurou saber, a mulher de Winton descobriu que aquelas eram crianças que tinham sido salvas por ele. O que teria acontecido com essas crianças? O bem que Winton fez rendeu frutos. O futuro transformou aquelas crianças em escritoras, cineastas, engenheiros, guias turísticos, jornalistas, biólogos, políticos, enfermeiros, editores, professores… A lista é enorme.

Férias na Thecoslováquia
Quanto tinha apenas 29 anos, Winton viajou para a Thecoslováquia em companhia de um amigo nas férias de fim de ano. Lá, ficou impressionado com o clima de medo: a Thecoslováquia já estava sob o domínio da Alemanha Nazista. Winton teve uma idéia: tentar mandar para fora da Tchecoslováquia crianças de famílias perseguidas. Começou a escrever por conta própria para vários países pedindo ajuda. Organizou uma primeira lista de nomes. Somente a Inglaterra e a Suécia aceitaram receber aquelas crianças. Winton organizou a viagem. Era uma decisão difícil: para escapar do horror nazista, as crianças teriam de ser mandadas para longe dos pais. O embarque das crianças nos trens que as levariam para longe teve momentos de emoção. Uma mãe chegou a subir no trem para pegar a filha de volta. Mas mudou novamente de idéia e terminou deixando que ela embarcasse. “Nunca me esqueci da angústia que pude ver no rosto dos meus pais”, diz uma das mulheres que foram resgatadas.

Despedida
As crianças que partiram para um lugar seguro, a Inglaterra, não sabiam, mas jamais veriam os pais de novo. A maioria dos pais morreria nos campos de concentração nazistas. “Nós ouvíamos falar sobre a possibilidade de que nossos pais tivessem sido enviados para os campos, mas alimentávamos a ilusão de que talvez eles tivessem escapado”, diz uma sobrevivente. “Eu entendi que não veria os meus pais de novo, é difícil falar, desculpe. Sempre acreditei que a família é o que existe de mais importante”, confessa um homem, que um dia foi uma das crianças salvas por Winton. “Guardo a carta que meus pais me mandaram dias antes de serem enviados para um campo”, diz. Se é verdade que quem salva uma vida salva a humanidade, o que dizer de quem salva 669 vidas? Quando desembarcaram na Inglaterra, lá estava Nicholas Winton esperando por elas. Uma imagem rara registra o herói na plataforma de desembarque com uma das crianças. Winton só lamenta que o último trem, que traria 250 crianças, não tenha conseguido sair da Tchecosváquia: o início da guerra, no dia 1º de setembro de 1939, tornou a viagem impossível. Nenhuma das crianças que não conseguiram embarcar sobreviveu. Também foram mandadas para os campos de extermínio. Winton se alistou na força aérea. As crianças que tiveram tempo de embarcar para a Inglaterra na caravana organizada por Winton foram encaminhadas para casas de família e abrigos.

Retribuição
Winton nunca falou sobre o que tinha feito. Espalhadas por vários países, as crianças cresceram sem ter notícias do bem feitor. As crianças se tornaram adultos generosos. “Para expressar a gratidão pelo que aconteceu comigo, tento ajudar os outros”, diz outro sobrevivente. “Adotei três crianças”, completa um homem. “Hoje, trabalho dois dias por semana como voluntário num hospital infantil”, revela um engenheiro. “Uma das melhores características do ser humano é a decência. Nicholas é uma dos seres humanos mais decentes que conheci”, diz o jornalista salvo por Winton. Desde que a história de Winton se tornou pública, ele começou a receber todo tipo de homenagens. A rainha da Inglaterra chamou-o ao palácio para entregar uma condecoração. O governo da Tchecoslováquia fez uma grande homenagem. O presidente dos Estados Unidos mandou uma carta de elogios e agradecimentos. Mas o agradecimento mais comovente veio daqueles que Winton um dia salvou da morte certa. Um programa de TV inglês encheu o auditório de sobreviventes que foram salvos por ele quando eram crianças, mas nunca o tinham encontrado. Primeiro, a apresentadora do programa avisou a Winton que a mulher sentada ao lado tinha sido uma das crianças que ele salvou. A apresentadora pede: “Quem, na platéia, teve a vida salva por Nicholas Winton, fique de pé, por favor…” O agradecimento vem em forma de aplausos demorados e lágrimas. Tanto tempo depois, só havia uma palavra a dizer a ele: “obrigado”.

Fazer o bem
O que é que o herói discreto tem a dizer sobre o que fez? Aos 98 anos de idade, Nicholas Winton gosta mesmo é de ficar em casa, longe da agitação das grandes cidades, no interior da Inglaterra. Tudo o que quer é cuidar do jardim. Usa o tempo livre para ajudar um asilo. Por que o senhor guardou segredo? Nicholas Winton: Não é que eu tenha ficado em silêncio. O que aconteceu é que eu não tinha o que dizer sobre o que fiz. O senhor se considera um herói? Winton: Não me vejo como um herói. Para ser herói, alguém precisa fazer algo de perigoso. Não fiz. O que fiz foi algo que os outros achavam impossível. Mas eu tinha de tentar, para ver se era possível ou não. Mas fazer algo que todo mundo achava impossível não é um gesto heróico? Winton: Não é um ato heróico. Meu lema é: se algo não é obviamente impossível, então deve haver uma maneira de fazer. Qual foi a lição que o senhor tirou de tudo o que viveu? Winton: Aprendi que nossa vida não é o que a gente espera. Todas as coisas importantes acontecem por acaso. Aconteceu de eu estar na Tchecoslováquia na hora certa. Tive a idéia certa de resgatar as crianças quando todo mundo achava que nem valeria a pena tentar. Com que freqüência o senhor pensa nas crianças que não conseguiram escapar? Winton: Sempre penso nelas, porque poucas horas fizeram a diferença entre iniciar uma vida nova ou serem mortas. Não se ouviu falar daquelas crianças. Se tivesse a chance de se dirigir agora aos que o senhor salvou, o que é que o senhor diria? O senhor acha que fez o mundo um lugar melhor? Winton: É preciso mais do que um Nicholas Winton para fazer do mundo um lugar melhor. Mas tudo é uma questão é uma visão. Quase todas as crianças que salvei estão envolvidas hoje em trabalhos de caridade. Estão fazendo o bem. O importante não é chegar em casa de noite e dizer, passivamente: “Hoje, eu não fiz nada de mal”. O importante é chegar em casa e dizer: “Eu hoje fiz o bem.

Atualmente circula na República Tcheca um abaixo-assinado pedindo que Nicholas Winton receba o prêmio Nobel da Paz.
Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL237574-5602,00.html
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM768987-7823-N-A+HISTORIA+DO+HOMEM+QUE+SALVOU+CRIANCAS+DA+MORTE,00.html

Submarino – feito prá afundar.com.br…

Eu não sou uma consumista inveterada mas compro algumas coisas pela internet. E me interessei por um (na verdade dois) triciclos para as crianças.
Fiz o pedido e nada das mercadorias chegarem. E depois de muita demora, minha encomenda chegou: incompleta com apenas 1 item do meu pedido.

Recebi pensando que o outro chegaria em seguida, sem entender direito o que tinha acontecido mas chateada porque queria dar os presentes juntos para as crianças. Ou seja, tive que esconder o primeiro até a chegada do segundo triciclo.

Um dia e nada…
Dois dias e nada…
Três dias e nada.

Liguei para reclamar e fui informada de que os dois produtos não tinham em estoque e que neste caso, sempre são enviados separadamente, de acordo com a disponibilidade em estoque e que esta informação está constando no ato da compra.
E está. Só que não com esta clareza toda O PRODUTO NÃO TEM EM ESTOQUE e a gente nunca pensa que isso aconteça individualmente com um produto em pedidos que constam outros produtos. E isso é uma porcaria porque você que precisaria ficar apenas um dia em casa para receber, tem que ficar aguardando até o pedido todo chegar, pingado e torcendo para não termos , no máximo, apenas dois itens no pedido. Caso contrário, senta e espera porque você, cliente, não deve ter mais nada para fazer do que ficar esperando a entrega do seu pedido.

Depois de muitos e-mails reclamando e sendo tratada como um completa imbecil (eles vão se fazendo de desentendidos para ver até onde vai nossa paciência ou pra ver se a gente desiste da reclamação), consegui cancelar meu pedido. Porque tem que ser assim: se não começarmos a cancelar nossos pedidos e eles perderem vendas, nada mudará, já que o bolso deles precisa “doer”.

Mas o pior ainda está por vir: depois que cansei de esperar e cancelei o pedido, fui informada de que o cancelamento somente seria feito depois que eu me negasse a receber o pedido cancelado (hããããã?). Ou seja, eu ia ter que receber e devolver. Existe coisa mais doida? Eu não quero, aviso com antecedência e eles precisam mandar assim mesmo, mesmo sabendo que eu vou devolver.

E assim foi feito: devolvi o que recebi e não recebi o que devolvi.

Primeira e última compra com o Submarino.
Infelizmente, me parece que é do mesmo grupo do Shoptime e da Americanas, sinal de que estamos um pouco reféns e sendo assim, não há porque as empresas se esforçarem para atender bem, afinal, elas mesmas são opções delas mesmas.
Infelizmente, nem sempre é possível cancelar porque o cancelamento demanda nova pesquisa, nova compra, mais tempo perdido, o mesmo retrabalho e o recomeço de um prazo para entrega que nem sempre dispomos. E acabamos aceitando.

Por isso o monopólio é tão nocivo para o consumo. Que nossa senhora protetora dos consumidores desrespeitados nos proteja… e que a gente aprenda a se dar ao respeito.
________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa

Depois da CPMF, agora a CSS

Quando o governo tentava convencer todo mundo de que a CPMF era necessária, eu escrevi um texto falando porque eu era contra a CPMF. Fiquei muito feliz de ver a queda do imposto disfarçado de contribuição e tive mais satisfação ainda de ver, na prática, que o dinheiro da CPMF não fez falta nenhuma aos cofres públicos como pregavam.
O que falta é a famosa VERGONHA NA CARA.
O que falta é acabar com a corrupção e com os desvios de verba.
O que falta é regular as licitações e fiscalizar as compras para não haver super-faturamento.
O que falta acabar com as mordomias salariais dos parlamentares, juízes e afins.
O que falta é acabar com as verbas destinadas a construções fraudulentas (já morei numa rua de terra que tinha sido asfaltada 6 vezes, num os bairros de IPTU mais caros do Rio! Imaginem como a coisa é na periferia!)
E assim, como existem ruas existem pontes fantasmas, hospitais não construídos, sedes super-faturadas, imóveis hiper-luxuosos.
Nós não precisamos de CSS.
Precisamos de VERGONHA NA CARA dos políticos e consciência de voto da população.
Tentemos lembrar dos nossos atuais votos e vamos pesquisar na internet o que eles andam fazendo?
Então de agora até sexta vamos colocar a boca no trombone! Envie mensagens para os líderes da base aliada do governo. No link abaixo você encontra a relação com endereços, telefones e e-mails.

Assine a Petição Online: http://www.peticaoonline.com.br/ver_peticao.php?id=4

Leia:

+Números: http://ofuturodopresente.blogspot.com/2007/12/nmeros.html
+CPMF e saúde?: http://ofuturodopresente.blogspot.com/2007/11/cpmf.html
+Imposto, Contribuição ou Enrolação?
+Sobre os políticos: http://ofuturodopresente.blogspot.com/2008/01/como-ser-o-futuro-dos-nossos-filhos.html
+Senado Derruba Prorrogação da CPMF: http://ofuturodopresente.blogspot.com/2007/12/notcia-urgente-senado-derruba-prorrogao.html

________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa

VIII Edição das Trocas Verdes

Você está recebendo um convite para participar das Trocas verdes na
Fundição Progresso durante o evento VIVA VERDE. As TROCAS VERDES é um dia de Práticas Ecologicamente Responsáveis em Moda, Utilitários e Trocas Afetivas! Nos encontramos, levamos peças de roupas, acessórios, (cintos, sapatos, bijuterias, bolsas, cangas, presentes que não chegamos a usar), brinquedos, eletrodomésticos, objetos de cozinha, kits de embelezamento, livros, cd’s, dvd’s, “brinquedos tecnológicos”,e até remédios (dentro da data de validade) que gostaríamos de trocar. O ideal é que você comece a separar o que deseja trocar desde já. Aliás é uma excelente maneira de arrumar os armários e abrir espaço. No dia 07 de junho, dia do VIVA VERDE trocaremos por outras peças quenos interessam, além de massagem, idéias, emoções, e muita energia. O que não conseguir um novo dono será enviado a instituições beneficentes da Lapa.

Traga também (independente das trocas) livros infantis, casacos ealimentos não perecíveis para serem doados. Caso tenha alguma dúvida acesse o blog http://www.trocasverdes.blogspot.com/ ou http://www.projetovivaverde.blogspot.com/ Ou entre em contato com a Converdgencia_ICV-Brasil.

Neste dia de Viva Verde estaremos com o dia cheio de atividades, mas as trocas verdes vão acontecer somente nos horários abaixo:

das 15:00 as 15:30 _ Trocas entre jovens e infantis;

das 15:30 as 16:00_ Trocas de livros, cds e dvds, e entre adultos.

Uma ótima desculpa para nos encontrarmos, para conhecer gente nova, para uma festa, e para:

REPENSAR sobre o que é realmente necessário;

RECUSAR o extraordinário.

REDUZIR o necessário;

REUTILIZAR sempre que possível, reinventado as possibilidades;

RECICLAR permitindo o retorno ao ciclo da vida; e,

REEDUCAR para a sustentabilidade socioambiental.

Sobre o Viva Verde

Em sua segunda edição, o Viva Verde vai promover um dia de ação efesta do ambiente e cultura, agora na Fundição Progresso. O objetivo mobilizar os participantes convidando à interação, à cidadania e tomada de consciência/atitude em comemoração ao dia Internacional do Ambiente. O evento, organizado pela Converdgencia/ICVoluntários-Brasil, emparceria com o Caema-Centro de Arte educação e Meio Ambiente eFundição Progresso, acontecerá no dia 07, primeiro sábado de junho, a partir das 14 até as 20:00h (podendo se extender), com entrada franca. Estão planejadas oficinas, troca de produtos e serviços, jogos,teatro, música, dança, circo, bem estar e saúde, jardim/horta, leiturada Carta Verde, …, e você agindo no ambiente. A novidade para este ano são as ações multidisciplinares, que se desdobrarão ao longo do ano em cursos, oficinas e encontros no espaço Atmosfera (na Fundição), que congregarão os participantes em seus diversos interesses.

Durante as 6 horas da programação, contaremos com as participação especial do Nó Cego que fará a ciranda e o forró. E mais: Abraços grátis, Árvore dos Desejos e outras atividades culturais

Sua presença e atuação é mais que bem vinda. É parte importante destainiciativa. Esperamos você e toda sua família. Para apoiar esta iniciativa ligue ICVoluntários 21 2544 1837 e Caema21 2262 0144.

Hot Fraldário

Quando estava com meu primeiro filho, lá pelos seus 6 meses, eu fui ao shopping Via Parque na Barra. Depois de andar bastante com o rebento, precisei ir ao fraldário para trocar fraldas e amamentar.

Aliás, que fraldário. Eu adorava: era novinho, recém reformado, clean, agradável, moderno, aconhegante, mas não tinha ar condicionado.

Como assim?

Pois é…era um forno.
Sentei para amamentar e como é comum, foi um suadouro só, em mim e no filhote.
Não agüentei e saí, pendido para que a pessoa chamasse o responsável pelo fraldário.

Depois de 20 minutos ele me achou sentada num banco do lado de fora, amamentando.

Só olhei para ele e falei: Nossa. moço, o senhor já ficou no fraldário ? Como é quente lá ! Não tem ar-condicionado, nem um ventilador… Como podem fazer um projeto de um espaço sem ventilação nenhuma? Olha como nós estamos ! Gostaria que o senhor permanecesse lá dentro durante o tempo que uma mãe precisa para amamentar seu bebê pro senhor entender.

Ele olhou pra mim, olhou pro bebê, ambos suados.
Se desculpou, disse que não poderia ficar neste momento, deu meia-dúzias de desculpas e saiu. Algum tempo depois quando voltei ao shopping, tinha ar-condicionado instalado no fraldário.

Não sei se fui eu que motivei a mudança, se mais gente reclamou (espero que sim) mas cada dia mais vejo o quanto vale a gente reclamar. Sendo eu ou não, e espero que não, tenho certeza de que foi reclamação de cliente que motivou essa mudança tão importante.
Temos que acreditar: reclamar adianta.

________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa

De quem é a culpa: do Legislativo, do Executivo, ou nossa?

Fiquei dias pensando em como eu poderia participar dos Debates propostos pelo blog Faça a sua Parte. Não conseguia chegar a nada que fosse à altura de pessoas tão conhecedoras e engajadas .

Então, me lembrei de um texto que escrevi no início do ano, falando justamente em como fiz para começar e como eu faço a parte. E o texto falava justamente sobre isso: Cada um fazer a sua parte já uma grande colaboração para um mundo melhor.

Sendo assim, caímos num dos temas propostos pelo Faça:
JUNHO-01 e 02: De quem é a culpa: do Legislativo, do Executivo, ou nossa?

É nossa.
Nós colocamos os políticos lá. Enquanto não puxarmos s responsabilidades para nós, nada mudará porque sempre é mais fácil colocar a culpa no outro.

Contudo, há que se considerar que tem muita coisa difícil de mudar. Muita coisa mesmo. Então , o que me fez muito bem, o que me fez sair da inércia foi começar fazendo a MINHA parte. E como já contei por aqui, mudei de casa, me uni a amigos que comungam das minhas idéias, dentre eles, os amigos deste e outros blogs, comecei a fazer coleta seletiva do lixo da minha casa, plantei mais árvores, me dediquei a dar mais tempo e atenção descompromissada para meus filhos, tiro–os da frente da TV sempre que possível, compro menos coisas para eles, para nós e para a casa e tento me ater n’aquilo que realmente preciso. Não é fácil.

Tento gastar menos, tento poupar recursos, uso sacolas retornáveis em vez das plásticas que tanto poluem, tento diminuir meu lixo e aproveitar mais os alimentos, uso menos remédios, dou mais amor, saio menos de carro, caminho mais, ando de bicicleta e cuido mais de mim mesma.E depois que não me preocupei mais em pensar por onde começar e fiz a minha parte pessoal, diferente naquilo que tenho poder para fazer, outros caminhos foram se abrindo porque a gente acaba se aproximando dos nossos semelhantes (ao contrário do que se prega, os semelhantes é que se atraem). E aí, mais e mais informação e possibilidades vão aparecendo e mais pessoas a nossa volta nos contaminam e são contaminadas por esses ventos de mudanças.

Comecei minha mini-horta, não jogo pó de café no lixo, faço doces com cascas de algumas frutas, escolho as embalagens o que é menos poluente, quando isso é possível. E com tudo isso, fui brindada com um presente dos meus sogros: uma sacola retornável. Minha terceira bolsa! Saber que meus sogros têm essa visão de nossa casa, de nossa família, foi maravilhoso. Até porque, eles também compraram uma bolsa para usarem em sua casa. Boas coisas se espalhando, contagiando ao nosso redor!

E o blog Faça a sua Parte me ajudou muito porque a partir da blogagem coletiva do Dia da Terra, ano passado, pois passei a estabelecer metas ambientais pessoais para o decorrer do ano. E isso me ajudou muito a concretizar o que antes era apenas desejo.

E é isso que tenho para oferecer neste momento. Não é muita coisa e ao mesmo tempo é muita coisa. E poso atestar: não é fácil mudar velhos hábitos. Mas é totalmente possível e mais rápido do que imaginamos.

Se você ainda tem essa pergunta consigo, taí a resposta, aproveite para começar !
Façamos a nossa Parte.
Estabeleça metas.
Escolhamos melhor nossos políticos.
Cobremos.
________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa