Monthly Archives: março 2008

AS SACOLAS E O FUTURO

SACOLAS PLÁSTICAS – Leia nossos posts!

Veja esse vídeo sobre uma nova alternativa ao uso das sacolas plásticas!

Por onde eu começo?
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Poluição Eco-consciente?
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Participe do nosso debate!
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Sacolas no Rio, só bio!
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O uso de sacolas plásticas no Estados Unidos
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As bolsas ecológicas
Sacolas assinadas
Engodo plastificado
Haja sacola!

PARTICIPE, OPINE, CONTRIBUA, DIVULGUE!

Luís Flávio, Ajude a salvar esta vida.

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. Pessoal, estou aqui desta vez para fazer uma solicitação a todos aqueles que estiverem dispostos a ajudar nesta busca, ou simplesmente realizar um ato de doação. Estou postando aqui também já que a Ana Cláudia assim o permitiu possibilitando então uma maior divulgação deste pedido.

Eu conheci o blog da Paola Oliveira, que é enfermeira e conhece o caso que vou relatar aqui, pois a mesma deixou um comentário para mim em um post sobre doação de medula que eu coloquei aqui. Nele, ela solicitava o apoio na divulgação de seu blog, blog esse onde ela iniciou uma luta para ajudar um menino que tem Leucemia Mielóide e precisa de uma transfusão de medula. Ele faz quimioterapia desde fevereiro de 2007, quando a doença foi descoberta.

Os pais seriam os melhores e possíveis doares da medula para ele, só que existe um se não. O Luis Flávio foi adotado por um casal em Salvador, já que ele foi abandonado com vinte e um dias de vida. Ele foi encontrado por um bigilante na carroceria de um carro no bairro da Pituba, enrolado em um lençou e ainda com o cordão umbilical.

Ele tem 90% de chance de cura, caso este transplante seja realizado, mas para isso é preciso encontrar os seu pais biológicos. Todos que o conhecem e a seus pais torcem para que isto aconteça. Os pais adotivos do Luis Flávio deixam claro que caso a mãe apareça ela não corre o risco de ser presa, pois não existe flagante e nunca foi instaurado nenhum inquérito policial.

Estou então convocando meu grandes amigos desta terra tão iluminada que é a Bahia e também os de qualquer outro estado deste brazilzão, vamos mobilizar todos que conhecemos para nos candidatar-mos à doação de medula. Pode ser que não consigamos ajudar ao Luis Flávio agora, mas poderá aparecer outro receptor em qualquer lugar do mundo. Vamos divulgar esta informação para o maior número de pessoas, quem sabe não consigamos chegar até esta mãe?

O mais importante é que nao dói e o único tempo que você vai perder é o de retirar o sangue para exames e caso seja compatível com alguém o tempo para retirar a medula.

Pense assim, PODERIA SER VOCÊ A PRECISAR. Vamos lá gente, me ajudem a disseminar isso.

Quem tiver alguma informação sobre os pais biológicos de Luiz Flávio, deve enviar mensagem para o portal da REDE BAHIA, ou informações aqui para o Mais Você, pelo site ou pelo telefone: (11) 3236-0630.

Clique AQUI e veja o vídeo de uma entrevista no Mais Você

Informações para se cadastrar no banco de medula óssea na Bahia, clique AQUI, ou então no site do INCA – Instituto Nacional do Cancer.

Obs.: a primeira foto a direita é a da Paola Oliveria e a segunda a esquerda é a foto mais recente do Luís Flávio.

Blog da Paola Oliveira – Luís Flávio o início de uma luta
__________________________________________________________________________________ Cristiane A. Fetter

Pensamentos que nos fazem pensar…

“Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro e depois perdem o dinheiro para recuperá-la. Por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem o presente, de tal forma que acabam por nem viver no presente, nem no futuro. Vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se não tivessem vivido…”

(Confúcio * 551-479 A.C)

Não me engane, que eu não gosto!

Muita gente já ouviu essa famosa historinha de case de marketing que fala de uma copeira que servia cafezinho durante uma reunião de uma famosa marca de pasta de dente em que se discutia como aumentar o consumo já que o ato de escovar dentes era bem delimitado, sendo difícil incentivar que as pessoas escovem mais o dente do que se faz normalmente. E aí, entra a copeira que pede licença e sugere que se aumente o tamanho do buraco de saída da pasta de dente, assim as pessoas, sem perceber, colocariam mais pasta a cada escovação. Brilhante…

Não sei se é verdade mas o fato é que o buraco aumentou…rs…eu pelo menos tenho essa impressão se comparo com as pastas de dente de antigamente.


Dia desses, eu tive a curiosidade de abriraa a tampa da embalagem do creme hidratante das crianças para ver se todo o conteúdo havia sido aproveitado, já que o mesmo estava no finalzinho. E sem surpresa nenhuma descobri que havia bastante creme ainda dentro da embalagem. O motivo era simples: por dentro da tampa, onde não conseguimos ver, o bico não era reto, era cheio de curvas que impediam o escoamento livre do produto. Ou seja, quando a gente pensa que o produto acabou e joga fora, ainda tem produto lá dentro e que vai para o lixo nos levando a abrir um novo frasco.Mandei um e-mail para o laboratório que fabrica o produto e vamos aguardar para ver o que eles falam. Afinal, o bico não poderia afunilado reto?

Aí, lembrei da embalagem de um produto que é muito bacana pois faz com que todo o produto seja usado. Vejam que interessante!

E também lembrei de um produto que eu uso o refil, aliás, uma ótima opção pois poupa o meio ambiente reduzindo, em média, pela metade o impacto causado pelo descarte de embalagens comuns. Além disso, permite a reutilização das embalagens mais danosas ao meio-ambiente e diminui o custo e o impacto ambiental causado pela sua produção.
Taí um bom exemplo de embalagem e de bico!
Dessa daí, a gente usa tudinho!

_________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa

Notícia: A melhor escola do mundo

Como a Finlândia criou, com medidas simples e focadas no professor, o mais invejado sistema educacional

Por Thomaz Favaro, de Helsinque

Revista Veja – 20/02/2008

Quem entra numa escola na Finlândia se espanta com a simplicidade das instalações. Era de esperar que o sistema educacional considerado o melhor do mundo surpreendesse também pela exuberância do equipamento didático. Na verdade, na escola Meilahden Yläaste, em Helsinque, igual a centenas de outras do país, as salas de aula são convencionais, com quadro-negro e, às vezes, um par de computadores. Apesar do despojamento, as escolas finlandesas lideram o ranking do Pisa, a mais abrangente avaliação internacional de educação, feita pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O último teste, em 2006, foi aplicado em 400.000 alunos de 57 países. O Brasil disputa as últimas posições com países como Tunísia e Indonésia. O segredo da boa educação finlandesa realmente não está na parafernália tecnológica, mas numa aposta nas duas bases de qualquer sistema educacional.

A primeira é o currículo amplo, que inclui o ensino de música, arte e pelo menos duas línguas estrangeiras. A segunda é a formação de professores. O título de mestrado é exigido até para os educadores do ensino básico. Dar ênfase à qualidade dos professores foi um dos primeiros passos da reforma educacional que o país implementou a partir dos anos 70, e é nesse quesito que a Finlândia mais tem a ensinar ao Brasil. Quarenta anos atrás, metade da população finlandesa vivia na zona rural. A economia era dependente das flutuações do preço da madeira, já que 55% das exportações vinham da indústria florestal. Além dos bosques que cobrem 75% do território, o país só tinha a oferecer sua mão-de-obra barata. Os finlandeses emigravam em massa para vizinhos ricos, como a Suécia, em busca de melhores condições de vida. Preocupados com amá qualidade das escolas públicas, os pais estavam transferindo os filhos para instituições privadas de ensino. Em alguns desses aspectos, a Finlândia se parecia com o Brasil. A reforma educacional colocou a qualificação dos professores a cargo das universidades, com duração de cinco anos. Hoje, a profissão é disputadíssima (só 10% dos candidatos são aprovados) e usufrui grande prestígio social (é a carreira mais desejada pelos estudantes do ensino médio).

O segundo passo da reforma, em 1985, foi descentralizar o sistema de ensino. Por esse conceito, o professor é o principal responsável pelo desempenho de seus alunos: é ele quemavalia os estudantes, identifica os problemas, busca soluções e analisa os resultados. O Ministério da Educação dá apenas as linhas gerais do conteúdo a ser lecionado. “Isso só é possívelporque os professores recebem um treinamento prático específico para saber lidar com tanta independência”, disse a VEJA Hannele Niemi, vice-reitora da Universidade de Helsinque, que trabalha com a formação de professores há três décadas. O currículo escolar também é flexível, decidido em conjunto entre professores, administradores, pais e representantes dos alunos. A cada três anos, as metas da escola são negociadas com o Conselho Nacional de Educação, órgão responsável por aplicar as políticas do ministério. “Queremos que os professores e os diretores, que conhecem o dia-a-dia da escola, sejam responsáveis pela educação”, diz Reijo Laukkanen, um dos membros mais antigos do Conselho Nacional de Educação.

O governo finlandês faz anualmente um teste com todas as escolas do país e o resultado é entregue ao diretor da instituição, comparando o desempenho de seus alunos com a média nacional. Cabe aos diretores e aos professores decidir como resolver seus fracassos. Esse sistema tem o mérito de fazer com que os professores se sintam motivados para trabalhar. A reforma educacional finlandesa levou três décadas para se consolidar. Pouco a pouco, as crianças voltaram a ser matriculadas nas escolas públicas e as instituições privadas foram incorporadas ao sistema do estado. Hoje, 99% das escolas são públicas e o aluno conta com material escolar, refeições e transporte gratuitos. Cerca de 20% dos estudantes recebem algum tipo de reforço escolar, índice acima da média internacional, de 6%. “Quando um aluno repete, perde toda sua motivação, torna-se amargo e pode até apresentar resultados piores que na primeira tentativa”, diz Eeva Penttilä, do departamento de educação da cidade de Helsinque.

O sucesso da educação fi nlandesa é, em parte, fruto das características únicas do país. A população, de 5,2 milhões de habitantes, é relativamente pequena e homogênea. “Com uma população 35 vezes maior e disparidades regionais e sociais mais acentuadas, o Brasil não conseguiria ter o mesmo padrão de igualdade entre as escolas, como existe na Finlândia”, diz João Batista de Oliveira, ex-secretário executivo do Ministério da Educação. O preço do sistema de bem-estar social que assiste o cidadão do berço ao túmulo é uma carga tributária de 43% do PIB, uma das maiores do mundo, mas apenas seis pontos acima da brasileira. Ou seja, trata-se de um estado paquidérmico, mas eficiente. A Finlândia é o país menos corrupto, segundo a Transparência Internacional. Há quase treze anos na Finlândia, a brasileira Andrea Brandão conhece bem as diferenças entre as duas sociedades. “No Brasil, muita gente acha que algumas profissões, como porteiro, não necessitam de um ensino básico de qualidade”, diz. “Na Finlândia, existe um consenso de que todo mundo precisa ter uma educação mínima para ser um cidadão.”
Andrea é professora de inglês em uma das poucas escolas particulares do país, voltada para a população de fala sueca, que é minoria na Finlândia. Particular, nos “moldes finlandeses”, significa que os alunos pagam uma anuidade opcional de 100 euros, pouco mais de 250 reais. A estudante Eeva-Maria Puska, de 16 anos, passa seis horas e meia por dia na escola Meilahden Yläaste, em Helsinque. Além das disciplinas obrigatórias, ela freqüenta aulas de música, artes e francês, opcionais para os alunos da 9ª série. Mesmo com tantas matérias, Eeva não reclama da carga horária nem, menos ainda, do ambiente: “Gosto dos meus professores, tanto como profissionais quanto como pessoas”, afi rma. Na sua escola, professores e alunos conversam amigavelmente nos corredores espaçosos e bem iluminados. A educação de qualidade foi essencial para uma virada na economia finlandesa. A mão-de-obra qualificada permitiu que a eletrônica substituísse a madeira e o papel como principais produtos de exportação.

A Finlândia tem hoje o terceiro maior investimento em pesquisa e desenvolvimento do planeta, grande parte feita por empresas privadas. Uma antiga fábrica de papéis e de botas de borracha do interior do país foi o símbolo dessa transformação. A empresa, Nokia, hoje é a maior fabricante mundial de celulares, com 40% do mercado internacional. Juntos, ela e o sistema educacional são os dois maiores orgulhos dos finlandeses.

OS CINCO SEGREDOS DA EDUCAÇÃO FINLANDESA
A Finlândia consegue ter os alunos mais bem preparados do mundo com medidas simples e ênfase na formação dos professores

1 A exigência com os professores é alta e a carreira, concorrida. O vestibular para ser professor é um dos mais disputados do país. Apenas 10% dos candidatos são aprovados. Exceto na pré-escola, o mestrado é pré-requisito para lecionar

2 A mesma qualidade para todos. A discrepância no desempenho entre as escolas do país é a menor do mundo. O governo mantém um sistema sigiloso de avaliação das escolas (99% são públicas) e os diretores são informados sobre o desempenho delas

3 Os piores alunos não são deixados para trás Dois em cada dez estudantes recebem aulas de reforço. Por causa disso, os índices de repetência são baixíssimos

4 Currículo variado. Além das matérias básicas, há aulas de ecologia, ética, música, artes e economia doméstica. O ensino de duas línguas estrangeiras é obrigatório, mas, se o aluno quiser, pode aprender outras duas

5 Os alunos devem ter prazer em ficar na escola. Os diretores e professores são responsáveis por criar um ambiente agradável para os estudantes. A carga horária não é excessiva e, a partir da 7ª série, os alunos são livres para escolher algumas disciplinas com as quais têm mais afinidade

Finlândia x Brasil
Ênfase nos professores
Em comparação com o Brasil, a Finlândia mantém os alunos por mais tempo na escola e investe mais na formação dos professores. O fato de ganharem menos que os brasileiros emproporção à renda per capita nacional demonstra que salário não é a única maneira de estimular os professores

http://planetasustentavel.abril.uol.com.br/noticia/educacao/conteudo_270947.shtml

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Precisamos descruzar os braços.Vamos teclar para começar?
Escola pública x particular
Escola particular x pública – II
Alfabetizaçao precoce
Professor especialista – necessidade ou piroctecnia?
Educação como produto – 14/02/08
Educação Pública -11/02/08
A Escolha da Escola – parte 1
A Escolha da Escola – parte 2
A Escolha da Escola – parte 3
A Escolha da Escola – parte final
Educação, pra quê mesmo?
Métodos Educacionais
Escola pra quê?

Ser cafajeste é só culpa dos homens?

Outro dia numa conversa animada aqui em casa sobre homens cafajestes, me lembrei de um episódio marcante na minha vida.

Eu tinha meus 15 anos e todo sábado íamos em grupo a uma danceteria (na minha época era assim que chamava, hoje nem sei mais). Lá eu encontrava e “ficava” sempre com o mesmo rapaz: Félix.

Félix era o gato. Moreno, alto, olhos verdes. Cobiçadíssimo.

Um dia, cheguei à danceteria e ele estava beijando uma menina. Não tive nem tempo de ficar triste porque assim que ele me viu, deixou a garota de lado e , como todo sábado, ficamos juntos.

Me achei!

Era EU a master, super, ultra gata da parada!

Vários sábados depois, nós já curtíamos nossa danceteria juntos, como todo sábado, e eu fui ao banheiro. Na volta, o pego aos beijos com uma garota. Fiquei ali, parada, olhando pensando no que eu ia fazer, lembrando de como a outra garota deve ter se sentido quando ele a deixou e ficou comigo. A única coisa que consegui pensar foi em esperar o beijo acabar para que ele me visse e foi o que fiz.

Ele ainda tentou se explicar mas como eu ainda tinha idade de voltar para casa com o pai da amiga, só falei para ele que nunca mais a gente ia ficar junto e fui embora.
E nunca mais ficamos mesmo , nem lembro das vezes que o encontrei. Apaguei completamente da minha memória.

Naquele dia eu aprendi que nós mulheres temos que nos dar valor. Que homem que é cafajeste com outra, cedo ou tarde, será com você. Que nunca devemos incentivar este tipo de comportamento ou valorizar o homem safado.
O problema é que muitas, mas muitas mulheres mesmo, gostam daquele cara cafajeste, daquele desejado por todas e direito de poucas. E muitos até são direito de todas, afinal ela sai pegando.

Somos nós que criamos nossos filhos e dizemos com alegria (e até orgulho) que ele vai ter um monte de namoradas.

Mas peraí!

E nossas filhas, terão um monte de namorados?

Mas peraí!

E nossas filhas vão namorar o filho da vizinha que ela criou dizendo que era bonito ele ter um monte de namoradas?

Somos nós que não só damos asas ao cafajestes quando escolhemos ele para ser nosso parceiro, como quando o criamos dizemos aos nossos filhos que eles podem ter um monte de namoradas.
E penso que nós mulheres, somos sim, muito responsáveis pela criação dos homens que aí estão e que aí estarão.

Eu não gosto de homem cafajeste, mulherengo.
E essas mães que me desculpem, mas acho o fim este tipo de estímulo e pretendo criar meus dois meninos para serem caras bacanas, que respeitem as mulheres e que até tenham um monte de namoradas, mas uma de cada vez.
E eu falo isso sempre que ouço algo a respeito.

E espero que eu viva num mundo que eles se tornem interessantes para as mulheres justamente por causa disso. Não o contrário.

_________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa

Flagra

No caminho para Mariana-MG
encontramos essa preciosidade!

Que nós sempre continuemos a fazer o mesmo,

cuidando bem no nosso blog, da nossa vida,

da nossa família e da nossa sociedade !

Obrigada a todos os nossos amigos

que nos ajudaram a chegar a 50.000 visitas!

CONHECENDO O RIO – ILHA GRANDE

“Há males que vem para bem”. A frase é chavão e às vezes vem carregada de conotações cruéis, mas no caso da Ilha Grande ela se aplica. A existência de uma colônia penal (eufemismo para presídio) manteve por quase um século este verdadeiro paraíso tropical longe da especulação e da predação que “comeu solta”, sobretudo, nas últimas décadas.

Por muita sorte a desativação do presídio e a “abertura” da Ilha ao turismo ocorreu num momento em que a consciência preservacionista já atinge um nível considerável em nossa sociedade. Mas vamos às atrações da Ilha Grande. Obviamente, sendo uma ilha tropical, não faltam as belas praias, o sol, os passeios de barco etc etc. Tudo isso tem lá, mas com a enorme vantagem de que fica “pertinho” do Rio.

Você pode chegar lá de barca a partir de Mangaratiba (2 horas do Centro) ou de Angra (três horas). Apesar de mais perto eu não aconselho o embarque em Mangaratiba para quem não é muito chegado a travessias marítimas. Há um trecho, próximo à ponta da Marambaia, onde as ondulações costumam ser grandes e causar enjôo. Indo por Angra a travessia é toda feita ao abrigo do mar alto e, portanto, bem mais tranquila em termos de condições de mar. Dura cerca de uma hora e meia, por um ou outro.

O destino das barcas é o povoado principal da Ilha, chamado Vila Abrão (a maioria chama de Abrahão, mas na realidade o local é uma enseada, cujo sinônimo em português da época do descobrimento é “abra”). Neste povoado você encontra a maior concentração de pousadas da Ilha, bem como é de lá também que partem quase todos os passeios de escunas e saveiros para todos os pontos da Ilha. Dali também se originam diversas trilhas, dos graus de dificuldade os mais variados, para praias desertas, rios, cachoeiras etc.

Na Ilha não circulam veículos a motor (exceção para uma viatura da UERJ que atende a um Centro de Estudos da Universidade situado na praia de Dois Rios, a 12 Km do Abrão). Em Dois Rios ficava o presídio, cujos restos que sobraram da implosão ainda estão lá como atração turística. Esta “estradinha” de 12 Km é um dos passeios que os mais dispostos podem fazer, e, leva, em média, duas horas de uma praia a outra.

O Abrão fica do lado “de dentro”, ou seja, o lado voltado para o continente. Do outro lado da Ilha estão as praias de “mar aberto”, sendo que a mais procurada (também acessível por trilha) é a de Lopes Mendes. Sem acesso por trilha a partir do Abrão fica a localidade de Aventureiro, remanescente de uma aldeia caiçara, com poucos moradores e uma praia “de babar” de tão linda. O acesso ao Aventureiro é feito de barco e o número de pessoas por vez é limitado e controlado.

Bem, se você é do tipo “eco-turista” vai ficar doidinho sem saber por onde começar (muito menos quando acabar!). Se é do tipo “sombra e água de coco na beira da praia” também, pois ficar “de bobeira” nas praias e na vila também é uma delícia.Tanto Mangaratiba quanto Angra têm estacionamentos seguros onde você pode deixar o carro.

Agora, não deixe de RESERVAR vaga, via internet, em alguma pousada antes de ir, pois você tem que COMPROVAR estadia para ter acesso à Ilha. Digite “Ilha Grande” no google e escolha. Todas as pousadas oferecem passeios de barco e dão dicas para outros passeios.

Ah, e antes que eu me esqueça, consulte a meteorologia, pois a Ilha com chuva é frustrante!
__________________________________________________________________________________ Ivo Fontan

Como será o Futuro dos nossos Filhos?

Fonte: Greenpeace

RECADO DA MERCEDES

GEOBIOLOGIA – A arte do bem sentir

Conforme a tomada de consciência sobre os problemas ambientais vai se tornando mais presente no nosso cotidiano e inclusive no imaginário popular (vide o carnaval, que trouxe o tema em várias escolas de samba), vão sendo resgatados saberes ancestrais de como coexistir harmoniosamente com o meio em que vivemos.

Um desses saberes resgatados e que também vem agregado de diversas pesquisas científicas atuais, é a Geobiologia. É uma ciência que trata da relação entre a saúde das pessoas e o local onde habitam.
Embora seu parente distante, o Feng Shui, seja atualmente mais conhecido e difundido no Brasil, a Geobiologia está para ele assim como a Engenharia estaria para a Arquitetura.

Na Europa já é tratada como uma especialização nas universidades.
Seu alcance se estende desde a prospecção do local apropriado para a construção de uma moradia, estabelecimento comercial ou para outras finalidades, até a análise e possível correção de locais já em uso, para a melhoria do bem estar de seus ocupantes.
É sabido, por exemplo, que cabos de alta tensão e transformadores elétricos de grande porte próximos a residências, podem causar distúrbios e doenças sérias, existindo inclusive legislação a esse respeito na Europa.
Esta, entre outras, é uma das preocupações da Geobiologia a ser levada em conta no momento de escolher uma moradia.

Há também áreas de atuação diversificadas, como as ocorridas nas fronteiras do Paquistão e Afeganistão, onde a Sociedade Inglesa de Radiestesia (uma especialização da Geobiologia) trabalhou lado a lado com Geólogos. Houve 4.000 perfurações para localizar poços artesianos que pudessem ser utilizados pela população carente de água potável. Destes, 2.000 foram indicados pelos radiestesistas e 2.000 foram indicados pelos geólogos aparelhados com instrumentos modernos. O índice de acerto dos radiestesistas foi de 90% contra 35% dos geólogos.

Para saber muito mais sobre o assunto, e com uma leitura gostosa e de fácil assimilação, minha dica de hoje é justamente o livro que dá título a este artigo: GEOBIOLOGIA – A ARTE DO BEM SENTIR, de Allan Lopes Pires e Juan Saez, editora Triom.
Nele há muita informação e dicas importantes para manter uma relação harmoniosa com o seu meio ambiente imediato: a sua própria casa.
____________________________________________________________________________ Mercedes Lorenzo