Monthly Archives: janeiro 2008

IPTU, não pago. E daí?

. A gente já está cansado dos desmandos do nosso governo.

Cansados de ver nossos impostos sendo desviados e mal gastos.
E pensando nisso, como podemos protestar?

Somente podemos protestar, de fato, quando nos organizamos.

E a sociedade dá claros sinais de que a sua indignação já não dá mais lugar ao marasmo e á aceitação. E é neste ponto que começamos a tomar atitudes cada dia mais efetivas em prol da moralização e do respeito que todo o cidadão merece do poder público.

Muitas associações de moradores da cidade do Rio de Janeiro estão engajadas no protesto:

Não Pago IPTU, e daí?

E daí, que não há quem nunca tenha ouvido falar que a parte mais sensível do ser humano é o bolso. No político essa sensibiliidade deve ser maior ainda, já que nosso poder público gosta bastante e tem um apego acima de qualquer ética, ao dinheiro.
Pensando nisso, um amigo advogado também está engajado nesta luta, permitiu que divulguemos aqui a informação sobre os grupos que ele está formando para mover ações referentes ao IPTU e à desvalorização dos imóveis frente a violência e desordem urbana.

Meus agradecimentos ao Luiz Guilherme e meu aplauso por sua iniciativa!

Caros clientes e amigos.

Como é de conhecimento de todos, vem sendo noticiado o boicote ao Prefeito através do pagamento em consignação do IPTU devido.

Estamos constituindo grupos para movermos esta ação, que será cumulada com pedido de revisão do valor venal, face à evidente diminuição do valor dos imóveis na cidade do Rio de Janeiro, seja pela violência, seja pela total ausência do poder público em manter a cidade organizada, como é seu dever.
Caso haja interesse mande-nos um e-mail que faremos contato.

Atenciosamente,
Luiz Guilherme Ourofino
Av. Erasmo Braga, 227 – Gr 702
Rio de Janeiro – RJ –
CEP 20..020-9022524-3784 – 2240-2278
http://www.lgo.adv.br/
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Ana Cláudia Bessa

Mais notícias:

Mc Donald´s multado por crime ambiental

A chef e consultora de gastronomia Lelena César, ex-GulaGula, registrou B.O. de crime ambiental contra o Mc Donald’s da Hilário de Gouveia, que, dias atrás, jogou todo o óleo da fritadeira das batatas na calçada. “Estava uma poça de gordura”, diz Lelena, que acabou caindo e se machucando.” Se fosse uma velhinha, teria morrido, fora o crime ambiental que é jogar óleo na calçada assim.”

Fonte: coluna Gente Boa – O Globo – 16/01/08 – genteboa@oglobo.com.br

É isso aí, Lelena!

Parabéns! só dando queixa é que a gente vai conseguir evitar que barbaridades como essa, aconteçam.

OS CARANGUEJOS E A CABEÇA D’ÁGUA I

Enquanto escrevia meu último post sobre a Ilha Grande um fato lá acontecido há muitos anos me veio à mente. Foi exatamente no ano em que conheci a Ilha, 1972. Juntamente com três amigos, todos nós na faixa de 18, 19 anos, fomos parar na Ilha Grande. A expressão “fomos parar” é bem apropriada pois realmente lá chegamos nas asas de uma aventura meio louca, do tipo “mochila nas costas” e “vamos ver no que dá”. Pois bem, deu no que deu.

Pegamos um barco e fomos para na Ilha Grande. Ainda com o presídio funcionando e sem abertura para o turismo regular. Era véspera de carnaval. Ao chegarmos no povoado do Abrão tivemos a má notícia: Estava proibido, a partir daquele momento (e por todo o carnaval) o acampamento nas praias. Somente poderíamos permanecer caso conhecessemos alguém, algum morador, que nos acolhesse. Caso contrário nem sairíamos do pier, retornaríamos na próxima embarcação. Nesse impasse lembramo-nos de uma pessoa com quem travamos conhecimento no barco. Era um senhor, negro, de idade indefinida, entre os 60 e 80, de cabeça toda branca e um chapéu engraçado.

Muito conversador e simpático ele, em certo momento da viagem, ao saber que estávamos indo à Ilha pela primeira vez, ofereceu o quintal de sua casa para que acampássemos, caso fosse necessário. No desembarque perdemos o contato com ele e esquecemos de perguntar seu nome e onde era sua casa. Diante da situação, lembramos deste fato e procuramos o chefe do posto da polícia militar para informarmos que tínhamos sim onde ficar. Explicamos a situação, mas, sem saber a identidade do nosso potencial anfitrião, o descrevemos para o policial acrescentando sua oferta feita na viagem.

Um tanto desconfiado o policial olhou bem para cada um de nós e disse: Vocês tem certeza de que MADAME SATÃ convidou vocês para acampar na casa dele?!

Assim fomos para com nossa barraca, sob um pé de fruta-pão, no quintal do mais famoso ex-presidiário da história da Ilha. Mas o que tem isso a ver com caranguejos e cabeças d’água?

Saibam no próximo capítulo, quer dizer, post.

Leia a segunda parte deste texto:

http://ofuturodopresente.blogspot.com/2008/01/os-caranguejos-e-cabea-dgua-ii.html
__________________________________________________________________________________ Ivo Fontan

Spray de Espuma proibido!

Saiu no jornal de 18/01/08 que o Spray de Espuma está proibido no Rio de Janeiro pela lei municipal 4.563/2007, cujo projeto é de autoria do vereador Sebastião Ferraz – PMDB porque os produtos químicos utilizados na espuma são prejudiciais à saúde.
O comerciantes estão sendo intimados a devolver o produto aos traficantes ou incinerar os mesmos, sendo necessária a comprovação de uma coisa ou de outra.

Museu do Automóvel – Buchinho – MG

Museu do Automóvel – Bichinho – MG

Pegamos uma estrada de terra em Tiradentes no caminho antigo da Estrada Real
e fomos por 6 km até Buchinho.

Hoje o Museu é mantido pelo filho do seu Antônio
e os carros são sensacionais.

Se não me engano, mais de 40 carros, completamente restaurados e funcionando.
Usados em muitas produções de época, como Hilda Furacão, da Globo,
que foi filmada em Tiradentes.

É assim que os carros chegam lá para serem restaurados.
Fantástico trabalho de técnica, arte e pesquisa!
Tudo muito minucioso para captar as peças originais dos carros
e reformá-los tal qual eram na época em que circulavam.
Num lugar tão simples, uma fortuna em carros de época.
A entrada? 5 reais!
E só tinha a gente visitando.
A visita é guiada e a explicação sobre o carro, ano de fabricação, como foi a restauração, é feita de carro em carro. Um espetáculo de acervo e de apresentação.
Aliás, o Museu estava fechado e abriram especialmente para nós.
É a hospitalidade mineira!
Precisamos prestigiar mais nossos museus!
Como descobrimos este Museu?
Escolhemos através dele a Pousada que íamos ficar e a classificação da mesma foi perfeita
e correspondeu ao que o guia informou.
Para viagens, acho sensacional!
Olha o jabá de graça…rs…
Mas o que é bom, tem que recomendar, né?
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Ana Cláudia Bessa

SOBRE A FEBRE AMARELA

Trechos da Entrevista concedida por Dráuzio Varella à Folha

FOLHA – O senhor não vê esses casos como um alerta?

DRAUZIO – Não vejo mesmo. O problema dessas fases de pânico é que muita gente que não precisa vai tomar a vacina. O sujeito está em São Paulo e vai ao Guarujá e quer se vacinar. Aí cria-se um problema social, engrossam-se as filas (…)

FOLHA – Então há subnotificação…

DRAUZIO – Fui cuidado por médicos da melhor competência, todos professores da USP, gente com muita experiência. Nenhum deles tinha visto sequer um caso de febre amarela.
FOLHA – Qual a possibilidade real da urbanização da doença?

DRAUZIO – Sempre existe, porque persistem as condições. A doença não desapareceu.
FOLHA – Qual a dificuldade de achar a cura para febre amarela?

DRAUZIO – É uma doença de pobre, que atinge um número muito pequeno de pessoas.
FOLHA – Não foi descaso do senhor de não tomar a vacina sabendo que viajava a regiões endêmicas?

DRAUZIO – É a história de não ter mais a preocupação. Ninguém fala em febre amarela.

FOLHA – O senhor é maratonista, tem preparo físico, não fuma. Isso ajudou na recuperação da doença?

DRAUZIO – Sim. Se eu fosse despreparado, obeso, cardíaco, se tivesse um problema de base não teria sobrevivido.

FOLHA – O senhor foi atendido num dos melhores hospitais do Brasil. E ainda assim diz ter sofrido. E um doente numa região pobre?

DRAUZIO – Morre. Morre.

FOLHA – A vacina é um pouco controversa. Desde 1999 quatro pessoas morreram depois da imunização. O risco compensa?

DRAUZIO – Não existe vacina segura. É tudo uma questão de analisar o risco e o benefício. Por isso não tem sentido sair vacinando as pessoas na cidade.

FOLHA – O senhor é contra a vacinação coletiva?

DRAUZIO – Está errado. Não é a medida mais inteligente.

INUTILIDADE É O SEU MINISTÉRIO!

Quase não acreditei no que li.

Estava no jornal de 16/01:

O “ministro” (assim entre aspas mesmo!) Mangabeira Unger (aquele que não fala português e que há pouco tempo atrás dizia que o governo Lula era o mais corrupto da história republicana do país!) apresenta suas primeiras “propostas” de ações de longo prazo, elaboradas após meses de ministério e, certamente, engendradas por uma “penca” de assessores regiamente pagos às nossas custas.

Dentre as mirabolâncias apresentadas uma chamou mais a atenção, nem tanto pela proposta em si, mas pela justificativa. Se vocês não leram eu conto. Mangabeira propõe a construção de “aquedutos” (sofisma para transposição, já que esta palavra está meio queimada depois do caso do Frei Cappio) para o transporte de água da Amazônia para o semi-árido nordestino.

Até aí tudo bem, afinal, como o próprio Mangabeira disse, era apenas “idéia” (mas o país precisa mesmo de um ministério para isso? Dentro das universidades tem muita gente boa com muitas idéias melhores ainda!). O inacreditável foi a justificativa:

“O semi-árido precisa de água, enquanto que os rios da Amazônia DESPEJAM INUTILMENTE UMA ENORME QUANTIDADE DE ÁGUA NO MAR! É isso mesmo, o cara disse que os rios da Amazônia despejam água INUTILMENTE!

E esse cara é considerado um intelectual!

Seu Mangabeira, francamente, vai estudar hidrologia, climatologia, ecologia…

Mas enquanto vai estudar para não falar mais bobagem, PEDE PRÁ SAIR!!!

__________________________________________________________________________________ Ivo Fontan

Será que justifica?

Ainda sobre o acidente da TAM, ano passado, para aproveitarmos e nos lembrarmos de procurar saber como andam as coisas a este respeito. lembrei de uns fatos que li no jornal.

Uma das notícias que são recorrentes em situações como essa é:

Desgraça de uns, sorte de outros.

Mas será sorte mesmo?

É sorte o avião estar pegando fogo para um bando de pessoas saquear as lojas que estão em volta?
É sorte mesmo as pessoas aproveitarem um corpo para roubar seus anéis?
É sorte mesmo um caminhão tombar e sua carga ser roubada?

Pois durante o trabalho dos bombeiros para controlar o fogo e resgatar os possíveis sobreviventes, a polícia teve que combater este tipo de ação que acontecia nas imediações do acidente.

Isso sendo praticado por pessoas que muito provavelmente condenam os políticos, que acham que eles são ladrões.

Muita gente pode justificar essa atitud,e com a miséria que vive uma parcela de nossa sociedade.
Mas isso justifica?

Vamos dar o exemplo da caminhão de cerveja. É um produto básico de sobrevivência?
Só se o saqueador for vender a cerveja para colocar comida na mesa.

E mesmo assim, será que justifica?
O que falta?

Eu penso que falta educação. O que não é culpa exclusiva do cidadão, ainda mais se levarmos em conta a responsabilidade do governo em prover a mesma. E aí não posso deixar de lembrar do candidato à Presidência Cristóvam Buarque, cuja plataforma de governo se baseava numa único alicerce: Educação.
Aí a gente pensa: e a ética e a honestidade? Isso se aprende na escola?
Sim, em alguns aspectos. contudo, ainda acredito que a falta de educação ajude a deturpar a maioria dos valores, o que dirá, dos princípios!

_________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa

Você jé pensou em adoção?

Pois é eu já pensei e continuo pensando. Eu já tenho um filho que em fevereiro faz 4 anos. Ele nasceu quando eu tinha 34 anos, e eu engravidei quando tinha 33.

Adoraria ter mais filhos, mas hoje eu já acho mais complicado por uma séria de motivos e um deles é a minha idade. Como eu não sei quando engravidarei de novo e já estou a beira dos 38, eu acredito que a natureza pode resolver não me dar outro filho por vias naturais, então porque não adotar uma criança.

Grande ou pequena, porque não realizar o desejo de ser mãe de novo, com uma criança que nasceu de outro corpo, mas que foi escolhida para ser um filho?

Penso em adotar, e não seria um bebezinho, gostaria que fosse uma criança de uns 3 ou 4 anos. Talvez eu opcionasse por uma menina. Para mim tanto faz a cor e de que país ela seja. Tantos precisando de uma familia, e eu disposta a ser mãe de novo.

Fico imaginando como seria esta relação. Muitos são contra, dizem que não podemos garantir que este filho vai ser uma pessoa legal. Eu sempre respondo que nem os de sangue a gente tem certeza de nada. Outros alegam que a genética um dia vai falar mais forte. E daí?

Muitos devem ter visto o programa de fim de ano do Luciano Huck e lá pudemos ver uma amostra do que é ser pais sem ter filhos. Aliás este casal já apareceu em outros programas, eles adotaram 57 filhos no total, somente 3 são biológicoss, os outros 54 são filhos do coração (vitimas de violência doméstica, vítimas de abuso sexual, com problemas de saúde, com síndrome de down, negros, brancos, altos baixos, bebes ou adolescentes) e 42 conrinuam morando com eles.

Alí está um exemplo de que amor não tem tamanho. Fico orgulhosa em ver pessoas assim, e esta minha vontade só aumentou depois disso.

Mas também existe um outro tipo de adoção, que é você estar presente junto a uma instituição de acolhimento de menores e “adotar” uma criança sem levá-la para casa. Você participa como se fosse um padrinho e até em alguns casos pode levar esta criança para passar os fins de semana em casa com você. Para mim não é o ideal, mas é uma hipótese.

Existem claro muitas questões a serem pensadas. Este é um passo que não pode ser tomado por impulso, mas eu penso com muito carinho.

Vou colocar o link do programa aqui e se vocês quiserem assistam o sexto vídeo. Alí tem uma aula de amor.

Clique AQUI para ter acesso ao vídeo do Caldeirão do Huck

Também tem o caso da Regina Vaz que adorou uma criança que nasceu prematura, também vale a pena assistir, então clique AQUI.

_________________________________________________________________________________ Cristiane A. Fetter

Celebridade sem Credibilidade?

Cada dia é mais artista que a gente vê fazendo propaganda de qualquer coisa.
Agora somos brindados com o Wagner Moura fazendo propaganda de cerveja de carona no sucesso do filme Tropa de Elite.

Puxa vida! Será que ele não vê que sua imagem está sendo “usada” deliberadamente? Ou será que ele está “usando” deliberadamente o momento de sucesso para ganhar dinheiro TAMBÉM com cerveja?

Eu fico revoltada com isso. Artista precisava ser mais consciente.

Eu pensei em criar um blog só falando disso, questionando a credibilidade das celebridades. Mas algumas pessoas me escrevenram dizendo que era para tomar cuidado, etc, etc, etc.

Eu não tenho medo, mas como sou uma pessoa cética da justiça e realmente não teria dinheiro como eles para pagar o melhor advogado do país, prefiro falar disso por aqui mesmo.

Se alguém quiser me ajudar com o blog, que tenha conhecimentos jurídicos para enfrentar uma eventual encheção de saco por falta de semancol destes artistas que aceitam manipular a opinião pública por qualquer dinheiro, mesmo que isso prejudique a saúde de quem usa mesmo que lícitamente, me fale. Eu topo, só não quero estar sozinha, nem sem resguardo, porque aí, é dar muito mole.

Ô cambada que só pensa em dinheiro!

Leia mais:

Semancol tem Remédio? – nosso post sobre propaganda de remédio feitas com artistas.

Eles vendem tudo e mais um pouco
Não parecia mas era propaganda – Revista Veja
Jornal da Tarde – Defenda-se: Artista ou médico?
Receita sem médico (excelente!)


_______________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa