Monthly Archives: novembro 2007

COMO DESCARTAR pilhas e baterias

As pilhas comuns e alcalinas, utilizadas em rádios, gravadores, walkman, brinquedos, lanternas etc, podem ser jogadas no lixo doméstico, sem qualquer risco ao meio ambiente, conforme determinação da Resolução CONAMA 257, publicada em 22 de julho de 1999.

Portanto, essas pilhas não precisam ser recolhidas e nem depositadas em aterros especiais. Isto porque os fabricantes nacionais e os importadores legalizados já comercializam no mercado brasileiro pilhas que atendem perfeitamente as determinações do CONAMA – Conselho Nacional de Meio Ambiente – no que diz respeito aos limites máximos de metais pesados em suas constituições.

Também podem ser dispostas no lixo doméstico as pilhas/baterias de:

Níquel-Metal-Hidreto (NiMH) – utilizadas por celulares, telefones sem fio, filmadoras e notebook;

Íon-de-Lítio – utilizadas em celulares e notebook;

Zinco-Ar – utilizadas em aparelhos auditivos;

Lítio – Equipamentos fotográficos, agendas eletrônicas, calculadoras, filmadoras, relógios, computadores, notebook, videocassete.

Além dessas, também podem ir para o lixo doméstico as pilhas/baterias especiais tipo botão e miniatura utilizadas equipamentos fotográficos, agendas eletrônicas, calculadoras, filmadoras, relógios e sistemas de segurança e alarmes.

Portanto, só devem ser encaminhadas aos fabricantes e importadores, desde 22 de julho de 2000, as pilhas/baterias de:

níquel-cádmio - utilizadas por alguns celulares, telefones sem fio e alguns aparelhos que usam sistemas recarregáveis.

chumbo-ácido – utilizadas em veículos (baterias de carro, por exemplo) e pelas indústrias (comercializadas diretamente entre os fabricantes e as indústrias) e, além de algumas filmadoras de modelo antigo.

Essas baterias já possuem um sistema de recolhimento e reciclagem, há muito tempo; óxido de mercúrio – utilizadas em instrumentos de navegação e aparelhos de instrumentação e controle (são pilhas especiais que não são encontradas no comércio).

Leia o artigo completo:http://www.ambientebrasil.com.br/composer.php3?base=residuos/index.php3&conteudo=./residuos/pilhas.html

Rio de Janeiro

Sempre que vejo um filme como esse que foi feito em 1936, fico me perguntando em que momento o Rio se perdeu. Que falta de previsão nos deixou na mão, que providência deixou de ser tomada, que sórdida canalhice aconteceu que permitiu todas as outras? Quantas gerações de administradores se corromperam, indiferentes? Quantos cariocas toleraram os destratos e os deboches de prefeitos e governadores indignos dos seus cargos?Pobre cidade, que tão pouca gente amou (e ama) como devia…

Post reproduzido do blog da Cora Rónai

PARADOXOS IV

Muito “doido” esse “troço” né? O mundo da informática trouxe para nosso convívio próximo as expressões MEGA, GIGA, e já está chegando por aí o TERA. Alguns profissionais e homens de ciência já lidam com essas grandezas há algum tempo: Os matemáticos, físicos, químicos, astrônomos…Só que lidar é uma coisa, compreender é outra.

Vejam essa: A queima de um litro de gasolina gera uma quantidade de moléculas de CO2 (gás carbônico) que está situada na casa dos SEXTILHÕES. Você ENTENDE isso? Então responda: Quantos grãos de areia existem numa praia (assim do tamanho de Copacabana, por exemplo)? Será que chega perto do tal sextilhão? Pois saiba que se somarmos TODOS os grãos de areia de TODAS as praias do PLANETA não teremos um sextilhão de grãos!!!

Mas afinal, onde eu quero chegar com essa “doideira”? O ponto é o seguinte: A nossa limitação humana em compreender Grandes Números muitas vezes nos leva a avaliações equivocadas sobre a real dimensão dos IMPACTOS provocados por nossos hábitos e atitudes cotidianas. Na ânsia de fazer a “nossa parte” no processo de salvação do planeta, muitas vezes “enfiamos os pés pelas mãos”, dando importância desmedida a coisas que nos parecem efetivamente graves, mas que não o são tanto quanto pensamos, e, deixando “passar batido” outras que, por não conseguirmos mensurar, não atentamos para seu verdadeiro impacto.

Eu exemplifico recorrendo a um tema que já foi objeto de discussão neste mesmo blog: O hábito de queimar folhas e galhos secos da varredura de quintais. No bojo do alerta sobre o processo de “aquecimento global” (que é, de fato, seriiiiiíssimo), disseminou-se uma verdadeira ojeriza a qualquer ação que implique eu “queimar qualquer coisa”, incluindo aí as velhas e costumeiras “queimadas” para efeito de plantio. Foco errado. Lembra do “sextilhão” lá do início? Pois é, Um tanque de combustível (fóssil) de um automóvel joga no ar uma quantidade de CO2 absurdamente maior do que a queimada de “sei lá quantos hectares” de área agriculturável.

Sem falar nos chamados “incêndios espontâneos”, que tanto “horrorizam” as pessoas, sobretudo quando ocorridos nas chamadas “Áreas de Preservação” e que não passam de fenômenos naturais, sazonais e necessários (isso mesmo, necessários: São inúmeras as espécies vegetais desses eco-sistemas cujas sementes dependem do FOGO para germinar!)

Bem, o recado que quero deixar ao fim desta série de textos é: CUIDADO COM OS PARADOXOS. Não se deixe levar por modismos, textos apócrifos ou de procedência duvidosa, sobretudo por informações colhidas através da imprensa (ou mídia, se preferirem). Tomem suas decisões, mudem hábitos e atitudes baseados em informações seguras e confiáveis. Lembrem-se, somos um planeta habitado por BILHÕES de pessoas. Nesta realidade não cabem mais soluções simplistas, açodadas ou equivocadas.

Não se DESINVENTA o progresso. Podemos, e devemos, corrigir-lhe o rumo, mas somente com inteligência e bom senso. Fora disso é GUERRA, e nesta, perdemos todos!

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Ivo Fontan

UM DIA SEM COMPRAS, você consegue!

Amanhã, 23 de Novembro, é o
DIA SEM COMPRAS
Vamos aderir a mais esta iniciativa de incentivar e conscientizar sobre a necessidade de se mudar nossos (maus) hábitos.

Dia sem Compras (Buy Nothing Day), é uma iniciativa criada há 14 anos por uma fundação canadense, a Adbusters, para questionar o consumo desenfreado. O objetivo é ficar pelo menos 24 horas sem gastar nem um centavo. O movimento bem-humorado tem adeptos em 64 países.

Fonte: Por que vamos ao Starbucks?

Recado da Mercedes

UM AMIGO “DOTÔ”…

Algumas pessoas têm vocação para levar o fruto de seu talento e oferecer generosamente às outras. Dessa forma, temos os educadores, temos os artistas, temos aqueles que curam os corpos e as almas doentes…

Mas eu tenho um amigo que resolveu ir além: ele cura as feridas da terra seca. Ele inventou um curativo enorme, e quando a Mãe Terra fica adoecida, exaurida… ele espalha esse bálsamo em lugares apropriados e ela então vai se regenerando, volta a ter saúde, volta a sorrir e até chora de alegria… produz lágrimas em forma de nascentes de água.

É assim que a Mãe Terra agradece ao cuidado desse meu amigo. E nós, que apenas assistimos maravilhados, agradecemos também. Ele tem uma vida um tanto atribulada: ensina outras pessoas a fazerem o remédio, verifica se estão fazendo direitinho, presta contas àqueles que fornecem as condições para o seu trabalho…

Mas o que ele gosta mesmo é de chegar assim pertinho da sua “paciente” e sorver a vida em sua forma mais pura. Ele é médico da Terra. Ele faz barraginhas.

Não é muito fácil explicar com poucas palavras e sem imagens, porque o projeto, embora simples, pode ser confundido com várias coisas assim pela descrição.

Pra se ter uma idéia, as barraginhas podem ser definidas como silagem de água subterrânea (que define totalmente o que são), mas essa frase não diz nada pra a maioria das pessoas, então conheça o trabalho de Luciano Cordoval e o Projeto Barraginhas no blog:
http://barraginhas.multiply.com/

__________________________________________________________________________________ Mercedes Lorenzo

COMO DESCARTAR óleo de cozinha 2

Postos de coleta de óleo de cozinha usado para reciclagem em SP.
A iniciativa é do Núcleo Bandeirantes de Santos.

Vale lembrar que o material coletado segue para uma indústria de reciclagem de São Paulo, que retorna produtos de limpeza que serão distribuídos para entidades cadastradas pelo NúcleoPontos de entrega na BS:

Centro Comunitário da Igreja São Judas Tadeu Rua Napoleão Laureano, nº 89 – Marapé – Santos – 2ª a sábado, das 9h às 18h.

Colégio Senior – Av. Jovino de Melo, 358 – Zona Noroeste – Santos – 2ª a 6ª, das 9h às 17h

3º DP de Cubatão – Av. Nações Unidas, 311 – Vila Natal – Cubatão – 2ª a 6ª, das 9h às 19h

Federação de Bandeirantes do Brasil – Núcleo Santos – Rua jurubatuba, 157 – 5ª e sábado, das 15h às 17h

Há outros postos em Santos também:

- Centro Esportivo M. Nascimento: Rua João Fraccaroli, s/nº, BomRetiro.

- Ginásio Rebouças: Pça Engenheiro Rebouças, Ponta da Praia.

- Posto 2: Av. Presidente Wilson, s/nº, José Menino.

- Agências do Banco Real (Centro e Gonzaga).
Grande quantidadesA partir de 30 litros, a ONG Trevo recolhe o resíduo in loco, pagando cerca de R$ 0,20 por litro.

Agendamentos pelos telefones:(11) 3531-2116 ou (11) 6161-3867 .

Em Santos, o núcleo recebe doações às 5ª ou sábados, das 15 às 17h. O endereço é Rua Jurubatuba, 157, próximo ao Complexo Esportivo Rebouças. Para quem está em São Vicente, o posto de coleta fica em um estacionamento do Centro, na Rua Martim Afonso, 214. O horário para entrega é de 2ª a sábado, das 7 às 22h. Atualmente, o Núcleo Bandeirante está cadastrando entidades para receber os produtos de limpezas arrecadados a partir da troca.

Santos e São Vicente já têm postos de coleta de óleo de cozinha residencial. A iniciativa em Santos é do Núcleo Bandeirantes, da Ponta da Praia. Já em São Vicente, o posto de coleta fica em um estacionamento do Centro, que firmou parceria com a Companhia de Desenvolvimento de São Vicente (Codesavi) e, com o programa, vai gerar renda para a Cooperativa Cidade Alta (Coopercial), formada por 120 ex-catadores do antigo lixão de Sambaiatuba, conforme informação da prefeitura.

Em tempo:1 LITRO DE ÓLEO POLUI 1 MILHÃO DE LITROS DE ÁGUA.

PARADOXOS III

Quem de vocês possui (e usa) um automóvel fabricado na década de 70 (ou 80)? Sabe porque não? Porque não é “admissível”, nos dias de hoje, permanecer com o mesmo veículo por mais do que alguns poucos anos.

Você é “bombardeado” por pressões vindas de todos os lados, inclusive dentro de sua própria casa, para “atualizar-se”. Porque não dizer ainda que VOCÊ mesmo/a se cobra e se “permite” essa “atualização”? Claro que você, por outro lado, tem a plena consciência de que a indústria automobilística é uma das grandes vilãs do planeta, esgotando recursos naturais por um lado, e, “emporcalhando” a ar, por outro.

Você tem a exata noção do número absurdo de veículos que são produzidos diariamente no mundo, não tem? Não! Estendamos o exemplo do automóvel para qualquer dos bens de consumo que fazem parte de nossa vida e que “movem” a engrenagem da economia. Você tem noção de quantas toneladas de bauxita são necessárias para produzir as latas de cerveja que o Brasil fabrica em um ano? Quantos barris de petróleo foram necessários para que você tivesse acesso a todos os produtos de base polimérica que estão espalhados aí pela sua casa? Quantos eucaliptos foram plantados e derrubados para produzir o papel que a sua cidade consumiu hoje?

A resposta a todas essas perguntas é NÃO. Se você é especialista ou bem informado a respeito de alguma dessas questões certamente sacará um NÚMERO que responderá. Será? Talvez você realmente “saiba” o número, mas dificilmente você COMPREENDERÁ este número. Esta é uma questão muito interessante e muito séria, e que representa uma grande dificuldade para o ser humano na compreensão das questões ligadas à sustentabilidade do planeta: A compreensão dos Grandes Números!

Nossa mente não “foi feita” para lidar com grandes números. Não precisamos! Por dez mil anos de “civilização” (forçando barra!) tudo o que precisamos compreender estava contido na “casa dos milhares”, no máximo. Antes mesmo do advento dos sistemas numéricos. A percepção de que cem é mais do que dez, ou mil é mais do que cem, ou cem mil é mais do que mil, é “natural” e mensurável, mesmo que não “nominável”. Quando falamos de milhão “prá cima”, a coisa já muda. Embora nós já lidemos com certa desenvoltura com essa “ordem de grandeza”, de fato, nosso cérebro não atingiu a mesma desenvoltura de nosso “discurso”.

Por falar em números, este post já passou do tamanho ideal.

Continua.

_________________________________________________________________________________ Ivo Fontan

"Semancol" tem remédio?

Uma coisa que me deixa “passada” é propaganda de remédio.
Auto-medicação não é perigoso?

Então, propaganda de remédio, tem que ser feita para os médicos, nos consultórios.

Aí, fico “bege” de indignação quando vejo artista fazendo propaganda de remédio!

A classe artística, em geral, já tem excelentes salários e rendimentos com marketing e publicidade.

Aí, eu pergunto: PRECISA FAZER PROPAGANDA DE REMÉDIO?

Sabe o que isso me dá a sensação: de uma ambição sem remédio….

Puxa vida…
Será que o artista não tem noção do impacto que sua imagem confere a um produto?
Será que ele não sente o mínimo de responsabilidade quando associa seu nome a um produto químico cujo uso inadequado pode ser inclusive fatal?

Que propaganda tem limite?

Claro que não deve haver nenhuma regulamentação a respeito, mas eu sempre me pergunto se não existe autocrítica dessa “galera” na hora de fazer alguma coisa.
Precisa haver a proibição efetiva?
É como fumante em hospital, motorista que estaciona na calçada…
E artista que faz propaganda de remédio. Precisa de fato proibir???

Um laboratório farmacêutico, durante anos, manteve no mercado um produto para passar em machucados e que descobriram não servir para nada. Logo depois veio a denúncia de que o laboratório farmacêutico sempre soube da ineficácia do produto. Mas vendia horrores, ia mudar pra quê?

Aí, a verdade veio à tona, ele mudou a formulação para que agora, sim, fosse eficaz e colocou o José Wilker na propaganda. A Malu Mader e Susana Vieira fazem propaganda de remédio pra dor de cabeça, a Cláudia Rodrigues (a diarista) e a Regina Casé (ô decepção!) fazem propaganda pra antigripal, a Ingrid Guimarães e o Serginho Groissman de anti-ácido e muitos outros que à medida que for lembrando vou colocar aqui.

E agora fomos brindados com a Hebe Camargo fazendo propaganda em defesa do leite da Parmalat, não é remédio mas a fundamentação é a mesma: olha o impacto da imagem dela no auge da crise do leite!

Essas pessoas tem milhares de fontes(generosas) de renda, não precisam disso.

Papel higiênico que não faz mal a ninguém, eles não fazem propaganda.
Aí, sim, eles tem bom senso em não associar suas imagens a um produto dúbio.
Ou seja, quando interessa (a eles), eles sabem escolher.
Fala sério, né?

Leia mais:

Não parecia mas era propaganda – Revista Veja

As estratégias da indústria farmacêutica para multiplicar lucros espalhando o medo e transformando qualquer problema banal de saúde numa “síndrome” que exige tratamento.

Nossos post sobre as Vacinas : http://futurodopresente.com.br/blog/?cat=2818

O papel das doenças : http://futurodopresente.com.br/blog/?p=42

GIGANTES FARMACÊUTICAS CONTRATAM AUTORES FANTASMAS PARA PRODUZIREM ARTIGOS CIENTÍFICOS

Jornal da Tarde – Defenda-se: Artista ou médico?

Eles vendem tudo e mais um pouco

Receita sem médico (excelente!)

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Ana Cláudia Bessa

COMO DESCARTAR óleo de cozinha

Quando despejado no ralo da pia, apenas 1 litro de óleo contamina 1 milhão de litros de água. O mais correto é doá-lo a empresas utilizem o óleo como matéria-prima para produtos de limpeza.

O material coletado será destinado a empresas que reciclam o óleo usado e o transformam em produtos de limpeza, como sabão em barra, detergente, e afins. A cada litro doado a empresa devolve 1 litro de produto de limpeza. O destino do óleo de cozinha usado preocupa ambientalistas do mundo todo.

Se sua cidade não possui postos de coleta, coloque o óleo em uma garrafa pet e descarte com o lixo orgânico. Evite despejar na pia ou direto no esgoto. Assista também ao Cidades & Soluções, com André Trigueiro, sobre o assunto.

Para doar, basta colocar o óleo em garrafa pet e levá-lo até o local.

Vamos divulgar gradativamente os postos de coleta que tomarmos conhecimento.

Bocódobra – Parte 2(final)

Mas vem cá? Depois de tudo isso, depois de me ignorarem, era isso?

Depois de todo esse trabalho e canseira de vir ao Procon, eles querem marcar de consertar uma coisa que eu praticamente implorei e eles não me atenderam?
Não mesmo.
Depois que eu tive todo este aborrecimento, sendo ignorada, desrespeitada, a segurança de uma criança negligenciada, o trabalhão todo de entrar no Procon, eu queria a devolução do meu dinheiro e que tirassem aquele berço da minha casa.

Eu que já sou macaca velha, já tinha passado na loja e pego o preço do berço num papel timbrado.

E não é que eles quiseram me ludibriar me ressarcindo um valor menor? Pois é…
Foi o comprovante que me deu garantias e eles ficaram lá, com a cara de tacho.
Depois de acertarmos o preço do berço falei: agora vamos ver as despesas que tive para vir aqui: gasolina, estacionamento, dois dias, ida e volta…

Ah…isso a gente não paga. – disse uma das advogadas.

Ah…mas vão ter que pagar, porque se tivessem me atendido eu não precisava vir aqui, e ainda estou sendo boazinha porque tem danos morais e outras cositas más que eu nem mencionei.

Mas isso eles não pagam…então recolhi meus papéis e falei que ia entrar no Juizado Especial com todos os outros direitos que não cabem ao Procon julgar e ainda ia ter prioridade no atendimento, portanto rapidinho eu ia ter o dinheiro deles para comprar um quarto inteirinho e novinho em outra loja.

Conclusão, devolveram o dinheiro e pagaram meus gastos.
Não adianta, eles tentam enrolar a gente até o fim. O consumidor tem que ser firme.

Eu poderia ter ganho mais com uma ação judicial, poderia.
Não sei se a Justiça seria tão rápida.
E eu estava com uma barriga enorme, final de gravidez, cheia de coisa prá fazer e resolver e vai que eu entro em trabalho de parto…

De qualquer forma, eu não entro mais tão cedo na Abocodobra.

Eu comprei (ou tive que comprar) um kit para cama de solteiro lá porque era o único lugar que tinham as combinações de cores que eu queria.

Olhem as fotos e vejam por si mesmos a qualidade do negócio..

Ainda não sei se costuro …
ou se reclamo….
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Ana Cláudia Bessa
Leia a primeira parte: