Monthly Archives: setembro 2007

Campanha contra comerciais para as Crianças

O site é em inglês a iniciativa não é nossa mas a idéia é universal:

Acabar com as propagandas destinadas ao público infantil.

A campanha uma coligação profissionais da área médica, educadores, advocacia e pais preocupados com os malefícios e as consequências de marketing para crianças.

Em apoio aos direitos de crianças crescerem – e aos direitos de pais em educar-lhes – sem serem influenciados pelo consumismo desenfreado.

Mas nós não estamos atrás! Olhem o excelente portal nacional que trata do assunto: Criança e Consumo . E um de seus artigos fala da ilicitude do marketing infantil e coloca a legislação brasileira como uma das mais avançadas do mundo neste quesito.

Vamos deixar nossos filhos menos tempo na frente da TV?

Xuxa e outros demônios

A Xuxa é um assunto que recorrentemente vem em minha cabeça para escrever.

Fazendo uma busca no Orkut, é possível encontrar de tudo: eu amo, eu odeio, é uma fraude, morra, pedófila, endemoniada, maravilhosa, sensacional, satânica , etc.

Devo confessar que eu gosto do último trabalho dela que é a série Xuxa só para baixinhos. E Não estou defendendo a Xuxa, de jeito algum. Nem sequer fui sua “baixinha” (que ninguém nos ouça mas eu já tinha passado da idade…rs). Mas sobre este trabalho especificamente, acho as músicas ótimas, o figurino dela adequado, a linguagem pertinente, a produção caprichada. Enfim, nada que lembre o finado Xou da Xuxa ou que contenha nenhuma insinuação pedófila.

Tentei começar um debate a respeito depois que alguém disse que não deixava o filho assistir esse LIXO.
Lixo, caramba, pensei, será que sou uma mãe tão displicente a ponto de deixar meus filhos verem “lixo”?

Em resumo, ela é lixo porque posou nua, fez um filme nada politicamente correto, porque usava roupas curtas em programa infantil, porque estimula o consumismo, porque estimula o criança a aprender errado (Xou da Xuxa, ao invés de Show) e tudo isso, referente há, pelo menos, 10 anos passados. Das pessoas com quem conversei, nenhuma havia assistido o Xuxa Só para Baixinhos. E era desse trabalho que eu tentava falar. Mas como debater com quem nem sabia do que eu estava falando e se negava a saber porque nem queria assistir?

Um detalhe interessante é que as mesmas mães dão a Barbie para suas filhas e Hot Wheels para seus filhos. Ou ainda deixam seus filhos horas assistindo o Little People, Barney e seus amigos, Hi-five no canal (PAGO) Discovery kids e um montão de gororobas americanas que têm milhares de produtos patenteados fabricados na China à venda com vasta publicidade incentivando o consumo de seus produtos . Prá mim, a questão do consumo, empatou.

Não estou defendo a Xuxa, estimulando o consumo da marca Xuxa. Meu questionamento não é esse. Até porque eu NÃO consumo Xuxa, além do DVD.

Pelo contrário, tenho muita procupação em consumir qualquer marca com parcimônia e critério.

Talvez nem saibam que o Barney e o Hi-5 cantam com seus amigos as mesmas músicas que a Xuxa canta pois o trabalho dela é quase que totalmente inspirado em músicas americanas , de programas e conjuntos americanos para crianças (basta ver os créditos no fim do DVD).

Inclusive todo o Layout do XSPB é uma cópia declarada do trabalho de um grupo americano chamado The Wiggles. A questão da imitação, empatou.

Xuxa não é só mais uma nesse universo?

Estamos de fato separando o joio do trigo?

Continua amanhã

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Texto de Ana Cláudia Bessa

MODERNIDADE X SUSTENTABILIDADE

Uma famosa “chef” de cozinha me disse uma vez que estava às voltas com um dilema e não sabia como resolver. A situação era a seguinte:

Em seu restaurante (um dos top ten) do Rio, ela disponibilizava muitos condimentos finos, em grande parte importados, para os clientes. Estes condimentos eram acondicionados em potes, frascos etc, condizentes com o “nível” do restaurante. Acontece que os fiscais da Vigilância Sanitária a haviam INTIMADO a disponibilizar estas iguarias em…SACHÊS individuais! obedecendo à legislação vigente.

O dilema era que, além destes produtos não serem comercializados neste tipo de embalagem, ainda havia a questão de aceitabilidade por parte dos clientes, em sua maioria apreciadores da boa mesa e da boa gastronomia (onde a palavra SACHÊ é quase heresia).

Não sei como ela resolveu o problema, mas o fato é que o seu “dilemazinho metido a besta” me fez pensar mais profundamente sobre o assunto. Fiquei pensando nas razões que levaram os órgãos normatizadores a fazerem tal exigência. Segurança Alimentar, claro! O “sachê” é muito mais higiênico, certo?

É, mas e o lixo? Que lixo? O lixo que isso gera? Para onde vai cada “sachezinho” que você usa numa refeição? Esses “sachezinhos” são recicláveis? Você já viu “catadores de sachezinhos” pelas ruas?

Gente, em tempos como os que estamos vivendo, vocês realmente acham que é “ambientalmente correto” criar normas que tenham como consequência a maior geração de LIXO?

Fala sério?

Porque não deixar os restaurantes disponibilizarem seus temperos e condimentos em embalagens tradicionais e fiscalizar as condições higiênicas DESTAS embalagens?

São pequenas coisas como essas que revelam o quanto nossos hábitos supostamente modernos e evoluídos são, na verdade, PERDULÁRIOS. O quanto somos contraditórios e o quanto estamos realmente longe da tão decantada e propalada SUSTENTABILIDADE!__________________________________________________________________________________ Texto de Ivo Fontan

Senso de noção

Esse é um texto publicado no Blog do Planeta. Eu até que tentei escrever algo mas não achei nada que em tão poucas e educadas palavras exprimisse meus sentimentos a respeito de quem deixa seu cachorro fazer cocô na rua e acha isso a coisa mais normal de mundo.

Dá pra Catar

De todas as formas de poluição urbana, talvez a mais vergonhosa sejam as fezes de cachorro no meio das calçadas. Porque simbolizam a falta de educação dos donos desses animais. E a falta completa de noção que a rua é um espaço partilhado por todos. As fezes, além de feias e fedorentas, podem atrair insetos e transmitir doenças. Também contaminam a rede pluvial. Sem falar que restringem o espaço de circulação dos pedestres. Apesar disso, o cocô de cachorro (para usar a expressão mais direta) é bem disseminado em todas a classes sociais. Tanto em bairros pobres quanto ricos das cidades brasileiras, há donos que deixam seu cão sujar o chão e não limpam depois. Leva a gente a pensar o que esse pessoal tem na cabeça.

(Alexandre Mansur)

http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/archive_2007_05_08_10.html#289900

Banner da nossa Campanha : DÊ LIVROS no dia das crianças !

Agora temos banners para divulgar nossa campanha. Ajude-nos a divulgá-la, coloque no seu blog , no seu site, na sua assintaura de e-mail. Qualquer ajuda vale!

Nossos agradecimentos à Renata Matteoni e ao Romulo Matteoni do blog Acontece Aqui, que foram os criadores da arte para a nossa campanha.

Escolha qual deles você gosta mais, copie e cole o código no seu blog.

No dia das Crianças, dê Livros!

No dia das Crianças, dê Livros!

Para ver a campanha, clique aqui.

RECURSOS NATURAIS III

Façamos um exercício simples porém revelador do grau a que chegamos como consumidores de recursos.

Vamos tentar contabilizar a variedade de “recursos” que o planeta precisou disponibilizar para que você vivesse um dia da sua vida? Prepare-se para uma grande surpresa!

- Você acorda e faz sua higiene matinal. Considerando um procedimento bem simplificado, você utiliza ÁGUA e dentifrício. Já se deu ao trabalho de ver a composição deste produto? Não? pois saiba que, em média, dezesseis matérias primas entram na composição de uma simples pasta de dentes. E nem falamos da escova e/ou do fio dental! Claro que você não fez isso bucolicamente na margem do riacho! Você usou um banheiro, uma pia…(tudo isso foi construído usando os mais variados materiais de construção!)

- Se você não é um daqueles malucos que sai de casa só com um golezinho de café, certamente irá proceder a um desjejum básico: pão, queijo e/ou presunto (assemelhado); suco e/ou leite e/ou café; fruta e/ou um docinho…
Bem, neste café-da-manhã frugal você simplesmente fez uso dos principais produtos da agropecuária, que por sua vez, para serem produzidos utilizaram aqueles tais minerais de uso industrial (fertilizantes) lembra? além de água, muita água!

- Você sai para trabalhar, estudar ou para realizar qualquer atividade. Vai como? de carro? de transporte coletivo? de bicicleta? Como tudo isso é produzido?

Bem, vou parar por aqui porque você já deve ter percebido onde isso vai dar, não é?
Só para dar uma idéia, uma vez fiz um exercício destes em sala de aula. Um aluno voluntário se ofereceu para que identificássemos nele (considerando tudo o que ele portava, como vestimenta, material escolar, produtos que utilizou – no banho, almoço etc) as matérias primas necessárias para que ele estivesse ali naquele momento.
Acreditem, nós paramos quando já nos aproximávamos de 200 (duzentas)!!!

Onde quero chegar com isso? Será que estou querendo incutir sentimento de culpa por sermos consumistas e perdulários? Estou querendo pregar algum tipo de negação ao mundo moderno?
Em absoluto. Todas estas coisas de que dispomos hoje fazem parte indissociável de nosso mundo e de nossa forma de viver e de sermos felizes.

A questão que quero levantar é a seguinte: Até que ponto consumimos por necessidade e, até mesmo por prazer, e até que ponto consumimos por INDUÇÃO, por PRESSÃO SOCIAL ou por SUGESTIONAMENTO SUBLIMINAR da indústria?
É muito difícil perceber a diferença entre uma coisa e outra, sobretudo quando nos escamoteiam o principal, a informação.

Vou dar um exemplo simples: Quantas escovas de dente você consome por ano? Você troca sua escova quando as cerdas já estão sem condições de uma boa escovação? ou antes disso, porque “alguém” lhe ensinou que as escovas tem que ser trocadas frequentemente porque “acumulam bactérias” que podem ser perigosas para sua saúde? Cá entre nós, isso é MENTIRA! Para que sua escova se tornasse um meio de cultura para bactérias nocivas a você mesmo, você teria que ter hábitos altamente promíscuos (partilhar a escova) e minimamente higiênicos!

Este foi, como eu disse, um exemplo simples e pequenino, mas relevante se considerarmos que, assim como você, mais alguns milhões de pessoas trocam suas escovas antes do tempo que poderiam (o que representa a fabricação de outros tantos milhões de escovas. Sabe quais as matérias primas necessárias?)

Quero aqui encerrar esta série com uma proposta. Que tal encontrarmos no nosso dia-a-dia outros exemplos de desperdício mais sutis e menos óbvios, que, se detectados e corrigidos, podem levar a uma diminuição do nível de consumo supérfluo, com a consequente “poupança” de matérias primas, ou seja, RECURSOS NATURAIS, ou seja ainda: Que tal encararmos seriamente esse negócio de SUSTENTABILIDADE?

__________________________________________________________________________________ Texto de Ivo Fontan

Turismo Sustentável

Regras básicas para boa prática do turismo sustentável:

1. Procure os serviços turísticos que valorizem as populações locais, sua cultura, economia. E que tenham procedimentos de conduta para a sustentabilidade local.

2. Nas comunidades que estiver visitando, aprenda antes sobre sua história natural e cultural e respeite os costumes locais. Procure conversar com moradores, ouvir suas histórias e contos.

3. Evite viajar para áreas populares durante a alta temporada e feriados. A baixa temporada além de ter pouca gente é mais barato. Desta forma você estará produzindo menos impacto aos atrativos.

4. Sempre se familiarize com os regulamento e costumes das áreas turísticas que estiver visitando.

5. Procure consumir produtos e artesanatos do local que estiver visitando.

6. Dê preferência a empresas de serviço (hotéis, receptivos, operadoras, etc) que tiverem certificação ou que atuem sob a ótica do turismo sustentável.

7. Não remova pedaços de ruínas ou objetos históricos para levar como lembrança. Tire uma foto, compre um postal.

8. Economize água e energia nos locais que estiver visitando. É bom para o meio ambiente, é bom para todos.
9. Pesquise em revistas, livros ou pela Internet o local que for visitar antes de sua viagem. Isso lhe ajudará a conhecer os costumes e a história das diversas regiões do Brasil e melhorará o aspecto cultural de sua viagem.

10. Sempre que puder instrua com educação algum visitante que esteja com comportamento impróprio, produzindo impacto aos atrativos turísticos.

RECURSOS NATURAIS II

Me desculpem se este post parecer um pouco professoral. É que não posso fugir das origens!

TUDO o que o ser humano utiliza para viver provêm, direta ou indiretamente do planeta. Mais especificamente, de uma parte bem pequenininha em relação ao todo, que é a CROSTA (somente sua “casquinha” superior”), incluído aí a HIDROSFERA e a ATMOSFERA.

Absolutamente todos os “produtos” que utilizamos em nossa vida diária são fabricados a partir de matérias-primas que são extraídas da crosta ou cultivadas (vegetais), ou criadas (animais). São os RECURSOS NATURAIS.

Dividimos estes recursos em:
- Renováveis (animais e vegetais)
- Não Renováveis (minerais e fósseis)

Os Não Renováveis podem ainda ser classificados em:
-Reutilizáveis (caso da água), ou
-Não Reutilizáveis (a maioria)

Os Não Renováveis, de acordo com a disponibilidade, podem ainda ser classificados em:

Abundantes – Hoje “ainda” consideramos assim os minérios de alguns metais como Ferro, Alumínio, Cromo, Manganês, Titânio e Magnésio

Escassos – Nesta classificação “já” figuram hoje, os minérios de Cobre, Chumbo, Zinco, Níquel, Molibdênio, Prata, dentre outros

Chamamos de MINERAIS DE USO INDUSTRIAL aos minerais que constituem as matérias primas para as diversas “famílias” de indústrias, como Química; de Fertilizantes etc

Outro grupo constitui as ROCHAS INDUSTRIAIS, que são aquelas utilizadas direta ou indiretamente como MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO.

Como principal recurso REUTILIZÁVEL temos a ÁGUA. No entanto sua reutilização depende consideravelmente de demanda e conservação da qualidade dos mananciais, sem o que sua reutilização pode ser inviabilizada. É bom lembrar também que a água faz parte de um CICLO planetário (Ciclo Hidrológico) que é, ao mesmo tempo causa e consequência de fenômenos CLIMÁTICOS, portanto, alterando-se o clima (como já estamos fazendo), alteramos também este ciclo, com consequências imprevisíveis sobre a disponibilidade deste recurso.

Finalmente, na lista dos suprimentos vitais temos os Fósseis (Petróleo, gás e carvões). Bem, estes, vocês sabem, ocorrem em depósitos FINITOS, e, por estarem entre os (ainda) principais geradores de ENERGIA, são o aspecto mais preocupante neste momento da história humana.

Bem, gente, de forma super simplificada, nestes grupos estão todos os suprimentos que, transformados, misturados, processados, deram origem a tudo o que você está vendo à sua volta. Do seu sapato, chinelo ou esmalte da unha, até o shampoo que você usou para lavar os cabelos, incluindo o computador onde você está lendo este texto.

Vamos falar então de SUSTENTABILIDADE?

Vamos, no próximo post!

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Texto de Ivo Fontan

O indefeso consumidor e a desculpa hilária

Sempre que puder vou contar aqui minhas aventuras como consumidora.
Seria cômico, se não fosse trágico a maneira com as empresas menosprezam a inteligência do consumidor.

Certa vez, eu comprei um conjunto de cadeiras “Boztke” para a minha varanda e apesar do mesmo ficar numa área coberta, sem pegar muito sol, uma das cadeiras rachou. Como se trata de um produto para ficar exposto ao tempo, claro, que isso não era de se esperar. Como se tratava de uma empresa que trabalha com produtos para jardim, com madeira certificada e um produto diferenciado, eu entrei em contato com a empresa para saber como eu poderia fazer para não perder o conjunto. Mandei um e-mail com a foto da cadeira e do dano para que fosse avaliada a possibilidade de comprarmos apenas a peça da cadeira que estava rachada.

Bem, a empresa me mandou comprar outra cadeira.

Comprar outra cadeira não me dava confiança de que o problema aconteceria novamente,
Se não comprasse outra cadeira, eu ficaria com uma mesa e três cadeiras,
Mandar para um marceneiro consertar não era o mais fácil em virtude do modelo e da madeira certificada fazendo com que, dificilmente, eu conseguisse reproduzir a peça danificada.

Mas a empresa não fazia este tipo de serviço, ou seja, o conserto.

Contudo, eu insisti em tentar entender como uma cadeira de uma empresa aparentemente tão qualificada poderia apresentar um dano condenatório tão grave, sem possibilidade de reparo em tão pouco tempo de uso, mesmo sem estar exposta ao tempo (o que não seria problema já que o conjunto é feito para isso).

A resposta da empresa foi tão surpreendente que darei a vocês o direito de rir :

A culpa da rachadura na cadeira de madeira era a almofada.
Isso mesmo, a almofada.

A foto mostrava que eu tinha comprado 4 finas almofadas para o assento e por mais que o gerente que estava a me atender, tentasse explicar, até hoje não consegui entender como uma almofada poderia rachar uma cadeira.

Foi uma resposta tão absurda que me recusei aceitar e informei que eu mandaria as almofadas juntamente com o jogo de cadeiras para serem exaustivamente analisadas visto que eu não poderia investir em uma nova cadeira que fosse tão frágil a ponto de ser rachada por uma fina almofada e também porque não me interessava ficar com um conjunto de 3 cadeiras quando comprei um de quatro levando ainda em consideração que não havia qualquer informação que proibisse o uso de almofadas sob risco de causar rachaduras (hehehe – desculpe, mas ainda acho isso engraçado…).

Diante da minha total incapacidade de compreensão (dããã!), a empresa acabou por trocar a peça gratuitamente, embora eu estivesse disposta a pagar pela peça trocada. Afinal, já estava fora da garantia. Se é que tinha…

Por que eles fizeram isso? O que essa mudança repentina de atendimento quer dizer?

Não sei.

Talvez nem eles saibam…

Obs.: “Boztke” é um nome fictício. Mas a história é real.

Seguem as fotos do produto pedidas por nossos visitantes:

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Texto de Ana Cláudia Bessa

Pensamentos que nos fazem pensar…

“Aprendemos a ser filhos depois que somos pais.
Só aprendemos a ser pais depois que somos avós.”

(Affonso Romano de Sant’Anna)