Vem aí o filme Everybody Loves Babies que conta a história de 4 bebês em 4 pontos do planeta.
A Namíbia é um país da África Austral limitado a norte por Angola e pela Zâmbia, a leste e a sul pelo Botswana, a sul pela África do Sul e a oeste pelo Oceano Atlântico.
O Japão é um país insular composto por 6.852 ilhas na Ásia Oriental. Localizado no Oceano Pacífico, a leste do Mar do Japão, da República Popular da China, da Coreia do Norte, da Coreia do Sul e da Rússia, se estendendo do Mar de Okhotsk, no norte, ao Mar da China Oriental e Taiwan, ao sul.
Mongólia é um país sem costa marítima localizado na Ásia Oriental e Central. Faz fronteira com a Rússia no norte e com a República Popular da China no sul, leste e oeste.
Os Estados Unidos situam-se principalmente na América do Norte, entre os oceanos Pacífico e Atlântico, fazendo fronteira com o Canadá no norte e com o México no sul. Com 9,83 milhões de km² de área e com cerca de 309 milhões de habitantes, os Estados Unidos são o terceiro ou quarto maior país em área total e é uma das nações mais multiculturais e etnicamente diversas do mundo, produto da forte imigração vinda de muitos países.
Agora, faltou um bebê latino, e brasileiro, claro. Afinal, se tem uma coisa que os Estados Unidos não podem representar, é a América Latina, cuja cultura é bem diferente.
Mesmo assim, alguém tem dúvida de que deve ser sensacional ver essas 4 óticas diferentes?
Excelente vídeo da mesma autora do “A história das coisas”, Annie Leonard, que conta como é a cadeia de consumo que somos incentivados a manter. Agora ela fala da água em garrafa.
O Instituto Akatu lançou o concurso Saco de Idéias que consiste em você gravar um vídeo dando a sua idéia para reduzir o consumo de sacolas plásticas.
A gente até que tentou participar mas eles só aceitam vídeo postados no You Tube. Até que eu tentei mas não consegui. Só consegui no Videolog e aliás, fica a dica para o Akatu: use o Videolog. É brasileiro e é bom.
Recebi o convite do Vinicius Mont Serrat do Blog Sucesso News para participar da campanha Saco é um saco do Ministério do Meio ambiente e não poderíamos ficar de fora! Mas, ao invés de falar de números, vou contar um pouquinho da nossa experiência pessoal.
Aqui em casa a gente usa sacola retornável.
Tudo começou com a @cristianefetter do blog Tô Doida, que mora nos Estados Unidos e escreveu um texto aqui pro Futuro do Presente contando sobre As Sacolas Plásticas nos Estados Unidos . Logo depois disso, ela me mandou de presente uma sacola que vende nos mercados de lá. Aliás, uma sacola excelente e que está como nova até hoje…quase 2 anos depois. Foi essa bolsa a nossa primeira sacola retornável.
No começo, eu esquecia sempre de levar a bolsa, mas a consciência de que eu esquecia, me fez passar a deixar a bolsa dentro da mala do carro. Continuei esquecendo…mas com ela na mala, eu me obrigava a voltar ao estacionamento e pegar. E foi assim que com o tempo, eu fui passando a lembrar automaticamente de sempre levar a bolsa para dentro do mercado.
Como eu moro num local um pouco afastado dos grandes centros, os mercados aqui são menores e a gente acaba ficando mais conhecido no comércio local. E no começo me tratavam como um ET, com aquela cara de : “Como assim, a Sra. não quer levar a sacola? A Sra. traz uma sacola?”. Num dos mercados da região, certa vez, o empacotador quis me obrigar a levar a sacola! “A Sra. é obrigada a levar” e eu respondia “a compra é minha e eu não quero levar a sacola plástica, quero levar na minha sacola” …
Eu já respondia rindo porque a cena foi realmente patética. Afinal, de fato, minha única obrigação ali era pagar pelas minhas compras. Se eu quisesse levar item por item na cabeça, era problema meu…rs.. Mas com o tempo, vieram os elogios, todo mundo comentava e eu virei a “moça da sacola”.
Claro que no meio dessa história, tivemos uma outra descoberta: uma bolsa só para compras de mercado semanais, era pouco. E meus sogros, vendo nosso engajamento, de repente, assim do nada, chegaram com uma sacolona enorme feita de sacos reciclados. Ou seja, nosso comportamento já estava inspirando e atingindo nossos familiares. Sentimos muito orgulho!
Mas duas sacolas ainda era pouco e passamos também a usar uma caixa de plástico desmontável para garrafas, caixas de leite e itens mais pesados. Esta por ser desmontável, também “mora” dentro do carro e é muito prática de carregar dentro do carrinho do mercado.
Foi daí que tivemos a idéia de fazer sacolas reutilizáveis feitas de tecido PET e colocar à venda no nosso site. Mas como a gente queria ter um diferencial para facilitar as pessoas a lembrarem de levar suas bolsas ao mercado, optamos pela bolsa dobrável, com fecho para que ela esteja dentro das nossas bolsas do dia-a-dia ou dentro do porta-luvas dos carros. Porque a bolsa precisa estar disponível na hora que a gente precisa. Não adianta nada a gente estar no mercado e a bolsa em casa.
E o melhor da história vem agora: o mercado, vendo nossas bolsas, perguntou onde a gente compra e a gente passou a fornecer para o mercado que revende a bolsa feita de tecido 100%reciclado para seus clientes!
Então, as lições que aprendemos com toda essa história é que:
-é possível mudar nossos velhos hábitos;
-as pessoas se inspiram (o mercado se inspirou por nós, que nos inspiramos na Cris e assim, sucessivamente, se cria uma corrente de conscientização);
Outubro é o mês de luta contra o câncer de mama que mata milhares de mulheres todos os anos. E a blogosfera, claro, apóia incondicionalmente o Movimento Outubro Rosa que tem a ver com a saúde e a vida de todas nós.
Fazer o auto-exame é fundamental, se tocar, perceber as mudanças que acontecem no nosso corpo para saber reconhecer qualquer alteração que inspire um cuidado ou uma investigação especial.
Perder o medo de encarar a necessidade de se examinar e auto-examinar também é muito importante para que o diagnóstico seja feito o mais cedo possível aumentando imensamente as chances de cura.
Sim, câncer tem cura.
E campanhas como essas são maravilhosas para nos alertar. Eu, por exemplo, estou com 37 anos e como não tenho casos em parentescos próximos, devo começar a fazer a mamografia anual aos 40 anos. Mas se você tem casos próximos, o início é aos 30.
Hoje, dia do Blog Action Day 2009, cujo tema é Mudanças Climáticas, recomendo que assistam este documentário do Greenpeace Brasil que fala das mudanças climáticas já perceptíveis em nosso país.
E reflita.
Podemos nos dar ao luxo de continuar a não fazer nada?
A despeito daqueles que acreditam que nada podemos fazer, que essas mudanças são resultado natural de nossa forma de vida e que esse é o caminho que devemos trilhar, é possível conviver com a idéia,que nós, tão capazes, apenas devemos cruzar os braços e sofrer as consequências?
Ou podemos lutar, mudar, caminhar mais perto da preservação da natureza para ficarmos por mais tempo com qualidade de vida sobre a Terra?
Primeira parte de uma linda máteria sobre o trabalho das parteiras no interior do Brasil.
E ainda insistem em dizer que parto precisa de médico!
Como eu me arrependo de não ter procurado uma parteira para ter meu primeiro filho!
Parto normal 10 vezes mais seguro para a mãe e 4 vezes mais seguro para o bebê que uma cirurgia cesareana.
E não tenho dúvida de que faz de nós, mulheres mais plenas.
Afinal, é a nossa natureza.
(Obrigada Cláudia Regina pelos vídeos que foram enviados num momento maravilhoso de debates sobre parto entre as participantes do grupo feminino Luluzinhas. Postarei uma parte por semana.)
Eu sou a minha cidade, e só eu posso mudá-la. Mesmo com o coração sem esperança, mesmo sem saber exatamente como dar o primeiro passo, mesmo achando que um esforço individual não serve para nada, preciso colocar mãos à obra. O caminho irá se mostrar por si mesmo, se eu vencer meus medos e aceitar um fato muito simples: cada um de nós faz uma grande diferença no mundo. (Paulo Coelho)
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Manifesto pelas Mães
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«Fala-se tanto da necessidade de deixar um planeta melhor para nossos filhos e, esquece-se da urgência de se deixar filhos melhores para nosso planeta.» - Chico Xavier
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