Fazemos diferença no mundo

@marcelotas conta em seu blog que o Sarney, presidente do Senado Federal, empregava ilegalmente, seu neto no Senado. Para encobrir o fato, o mesmo foi exonerado de forma totalmente discreta para ninguém perceber (sociedade que paga seu salário e dos parentes que emprega ilegalmente). Não bastando isso, a mãe do rapaz, mulher do filho do Sarney, foi imediatamente contratada para seu lugar!
Enquanto tudo isso acontece, no mesmo texto, Tas conta que ele almoça num dia da mesma semana com o Boni, aquele mesmo que era Globo, regado a um vinho que custa em torno de US$5 mil por garrafa!
Me pergunto: o que podemos fazer contra isso? Até quando vamos aguentar sem reagir?
O que fazer contra uma situação que vai muito além do voto consciente?
O que fazer quando nem o voto consciente basta porque a grande massa é inconsciente? Quando a maioria que eleje escroques para os cargos de comando de nosso país são manipulados pelos velhos e abomináveis “currais eleitorais” em troca de uma cesta básica, um par de sapatos ou uma dentadura?
Leia +
Ato secreto no Senado beneficiou neto de Sarney
Depois de exonerar neto de Sarney, senador petebista nomeia para o cargo a mãe do rapaz http://www.correiobraziliense.com.br/html/sessao_3/2009/06/11/noticia_interna/id_sessao=3&id_noticia=117816/noticia_interna.shtml
Mãe de neto de Sarney teria assumido vaga do filho Senado http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI3818763-EI7896,00.html
Senado acumula mais de 300 atos secretos para criar cargos e nomear http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090610/not_imp385153,0.php
Fico indignadíssima com as letras dos médicos no receituários!
Por que eles escrevem tantos garranchos que parecem até analfabetos?
É chique, significa status? Bons médicos tem letras incompreensíveis? É a pressa?
Porque, meodeos, médico fica 6 anos numa faculdade e tem letra de analfabeto?
Porque ele não escreve nome de remédio em letra de forma?
MÉDICOS, ATENÇÃO! Medicamentos tem nomes estranhos que não combinam com garranchos estranhos. Medicamento errado pode matar.
E os prontuários médicos em hospitais, se der algum erro de entendimento que não seja percebido a tempo?
MÉDICOS, ATENÇÃO! Atendentes de farmácia não são médicos, nem farmacêuticos, confiar neles porque você não sabe escrever direito é absurdo!
Já vi matérias em televisão sobre casos de que o remédio prescrito foi completamente diferente do remédio vendido pela farmácia. Se eu, que sou uma pessoa com idade ativa ainda sem sinais de velhice como vista cansada, por exemplo, é difícil, imagine como é para uma pessoa mais idosa comprar um medicamento!
Imagine para pessoas sem cultura nenhuma ou analfabetos que aceitam qualquer coisa de alguém que veste um jaleco branco como os atendentes de farmácia sem questionar?
Um conhecido me disse que médicos se acham deuses! E deuses não podem ser compreendidos porque letras normais são dos mortais, a letra dos deuses é beeemmm diferente :p
Quando médicos começarem a ser punidos porque escreveram letra ilegível e considerar isso como crime com intenção de matar, resolve rapidinho.
Alô, legisladores vamos criar leis para punir médicos irresponsáveis que não escrevem os nomes dos medicamentos em letra de forma de forma clara e compreensível!
Recebi este e-mail do Greenpeace que nos dá uma resposta positiva da Campanha Meia-Amazônia, não ! “que reduziria a reserva legal da região para 50% e ainda permitiria compensar, em outros locais, qualquer desmatamento que fosse além”. Para saber mais leia nosso post a respeito, aqui. Isso nos mostra que a mobilização da sociedade funciona e que devemos todos participar mais se quisermos de fato mudar a cara do nosso país.
E isso vale para tudo: para a política, quando votamos com consciência; quando educamos nossos filhos com mais dedicação e cuidado; quando decidimos reciclar o lixo de nossa casa, etc. Mudar o futuro só depende de nós.
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Ana Cláudia Bessa
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Peguei o vídeo abaixo no blog da Glória Perez . Ele mostra o depoimento de uma Intocável, que pelo sistema de castas da Índia, são pessoas pertencentes à pior casta (um tipo de sistema social) e submetidas à condições subhumanas de vida. É chocante assistir o desabafo mas não podemos esquecer que é uma questão cultural. Pode ser revoltante mas é a crença daquele povo.
No Brasil, temos condições subhumanas de vida, temos desrespeito, abandono social, exploração sexual infantil, trabalho escravo, falta de educação, saneamento e saúde básicos. E não se trata de questão cultural, é falta de vergonha política mesmo. Acomodação social. Porque nós como cidadãos temos nossa parcela de culpa nisso tudo também, a começar pelo nosso voto.
Não que, pelo fato de que se fosse cultural, seria menos pior haver esse tratamento. É tão ruim quanto, mas quando a situação é causada por ganância, fica mais vergonhoso. Mas mesmo assim, choca. Inclusive, li algumas críticas sobre a novela estar apenas mostrando o lado bonito da Índia. Mas as pessoas se esquecem que novela é entretenimento e as cenas que verão a seguir não combinam com novela nenhuma. Mas serve como um alerta para olharmos para nós mesmo e ver que como achamos feio ver no país dos outros, os outros devem ver com a mesma indignação as coisas que acontecem aqui.
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Ana Cláudia Bessa
Aos deputados e senadores:
Tramita no Congresso Nacional um projeto de lei que, se aprovado, será um golpe mortal para todas as florestas brasileiras e, em especial, a amazônica. O PL 6424/2005, conhecido com Floresta Zero, reduz a reserva legal da região para 50% e ainda permite compensar, em outros locais, qualquer desmatamento que vá além desse limite.
O Brasil demorou 450 anos para botar no chão praticamente uma floresta inteira, a Mata Atlântica, que se espalhava em 1 milhão de quilômetros quadrados entre o Paraná e o Rio Grande do Norte. Infelizmente, parece que não aprendemos nada dessa lição. A velocidade de destruição da Amazônia é quase dez vezes maior. Em pouco menos de 40 anos, já perdemos para sempre mais de 700 mil quilômetros quadrados de Amazônia – o equivalente a quase três estados de São Paulo. Se o Floresta Zero passar no Congresso, a devastação assumirá um ritmo ainda mais avassalador.
O Floresta Zero incentiva a derrubada da floresta e inocenta milhares de crimes ambientais. A Amazônia ocupa 5% do solo do planeta e abriga a maior biodiversidade do mundo. Somos hoje o quarto maior emissor de gases de efeito estufa do mundo. Cerca de 70% de nossas emissões são decorrentes do desmatamento e das queimadas.
Destruir a Amazônia provoca um grande impacto econômico e social no país. A chuva que é produzida na Amazônia é importante não apenas para a região. Ela ajuda na geração de energia, na produção de alimentos e no abastecimento de água no centro, sul e sudeste brasileiro. Para os mais de 22 milhões de brasileiros que habitam a Amazônia, o desmatamento nunca trouxe desenvolvimento social. Cerca de 85% dos casos de trabalho escravo do país ocorrem nas áreas desmatadas da Amazônia.
Ao invés de aumentar a proteção do meio ambiente e estabelecer metas para a redução do desmatamento, o Congresso Nacional estará dando as costas para a Amazônia e abrindo as portas para mais destruição. A sociedade brasileira exige um ponto final no desmatamento de nossas florestas, em especial a Amazônia. Seja a favor da floresta. Diga não ao PL 6424/2005.
Para entender melhor:
Este projeto, de autoria do Senador Flexa Ribeiro (PSDB-BA) e modificado pela comissão de agricultura do congresso, autoriza a derrubada de até 50% da vegetação nativa em propriedades privadas na amazônia. De quebra, legaliza praticamente todos os desmatamentos que, nos últimos 40 anos, derrubaram cerca de 700 mil quilômetros quadrados de área original de floresta – o queivalente a quese 3 estados de SP. O projeto também desobriga os responsáveis pelo desmatamento de recuperarem o que derrubaram, permitindo que um desmatamento realizado no Pará seja compensado com o plantio de árvores no Rio de Janeiro. Em resumo, o projeto condena vastas regiões do Brasil a serem livres de floresta, o que levou a ficar conhecido como “Projeto Floresta Zero”
Os ruralistas defendem sua proposta alegando que o projeto incentivará a desão de fazendeiros à elgislação ambiental e garantirá a sobrevivência de metade da biodivertsidade amazônica. A primeira promessa, levando-se em conta o passado da atividade rural na região, é uma dúvida. A segunda é ilusão. Na Amazônia, 50% é igual a zero.
Com base nas taxas anuais de destruição de floresta, estima-se que, em duas décadas, 31% dela estarão derrubados, outros 24% degradados e a Amazônia prevista para virar uma savana até o final deste século.
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Todo o texto foi retirado da campanha do Greenpeace e merece ser divulgada. É um absurdo o que já acontece na Amazônia, e não é difícil imaginar o que está por vir diante da filososfia política que existe no Brasil. Clique em http://www.meiamazonianao.org.br/ e assine contra este projeto de lei. Sua assinatura, inclui ainda uma carta que será enviada automáticamente a todos os senadores. Precisamos mostrar nossa indignação e fazer, o possível para preservar a Floresta Amazônica desses criminosos do colarinho branco.
________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa
Mas ultimamente por conta da minha mãe que muitas vezes tem estado em minha casa, acabo acompanhando a novela das nove.
Mas o que e chamou a atenção foi uma matéria no jornal de domingo, há vários domingos atrás, falando sobre uma pesquisa feita sobre a repercussão dos vilões da novela.
O resultado foi de larga vantagem para a total inversão de valores.
Todos os personagens inescrupulosos são considerados batalhadores e merecedores de um final feliz pela população pesquisada. Uma total inversão de valores pelo provável simples motivo de que os personagens são carismáticos e charmosos.
É um resultado tão surpreendente que o próprio autor da novela declara que apesar de novela ser uma obra aberta e muito influenciada pela resposta e pela vontade do público, ele manterá os finais “infelizes” para os vilões, afinal, ele “ainda tem senso de ética” .
Nem precisamos falar mais nada.
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Ana Cláudia Bessa
Tenho estado cansada de ver jornais, seja na internet, na TV ou impresso e dar de cara com tanta violência, coisa de gente velha sensível dizem uns, mas, não sei bem se é isso.Tem gente que me chama de “desocupada” por estar preocupando com fatos ocorridos tão longe de mim afinal, estou numa cidadezinha no interior de Minas mas, sinceramente, acho que a distância é meramente geográfica.
Eu queria muito escrever sobre esse escândalo que é o uso indevido dos CARTÕES CORPORATIVOS do governo. Aí, veio o Zuenir Ventura, na sua coluna diária , mencionar o PRÊMIO ÓLEO DE PEROBA narrando o festival de desculpas esfarradas que somos obrigados a ouvir nos últimos tempos, motivado pelas justificativas risíveis dadas pelo reitor da UnB ao justificar os gastos de 465 mil reais na decoração de seu apartamento em Brasília com dinheiro público.
Sensacional, perfeita a criação do PRÊMIO.
Espero que ele não brigue com a gente mas vamos introduzir aqui o nosso Prêmio Óleo de Peroba para a ex-Ministra da Igualdade Racial, que a meu ver, por uma questão até filosófica, jamais poderia encabeçar a lista de valores gastos indevidamente com um dinheiro que não é dela. Logo ela, que estava ali para defender e preservar os direitos das minorias. Como pode ter a CARA DE PAU de gastar tanto dinheiro público de forma tão vergonhosa com tanta gente passando fome, sem escola, professor sem salário, sem médico, sem hospital, E COM UMA MAIORIA DE VÍTIMAS DO SISTEMA, SENDO NEGROS!.
PRÊMIO ÓLEO DE PEROBA pra MATILDE RIBEIRO
Também no jornal está o gasto da obra faraônica da CIDADE DA MÚSICA ROBERTO MARINHO na Barra, no Rio de Janeiro. A obra já superou em 5 vezes o gasto estimado e com o valor já daria para construir outra Linha Amarela, outro Engenhão, ou ainda 5 novos Hospitais. A cidade do Rio de Janeiro está abandonada à desordem e à violência e nosso prefeito está construindo uma sala de concertos, numa cidade que mal usa plenamente o Teatro Municipal e a Sala Cecília Meirelles. Qualquer projeto da iniciativa privada é estudado á exaustão para ver se há viabilidade e demanda, OS DA PREFEITURA SÃO FEITOS POR VAIDADE, AFINAL, UM MONSTRO DESSES NO CORAÇÃO DA Barra, jamais será esquecido.
PRÊMIO ÓLEO DE PEROBA pra CÉSAR MAIA
Eu, leiga que sou, não vejo demanda no Rio de Janeiro que justifique uma Sala de concertos dessa magnitude num local distante como a Barra. Se ele fizesse uma, cinco vezes menor, já seria bem grande, ainda daria para construir mais 4 hospitais, ou quem sabe dois hospitais + 6 escolas ou 3 hospitais + 2 escolas + sistema para impedir uso de celulares na Polinter ou 1 hospital + 5 escolas + 2 creches públicas ou 1 hospital + 3 escolas + x casas populares, ou ….
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