Vitaminas e Minerais Leite Materno: maior absorção; ferro é absorvido de 50-75%;contém mais selênio (antioxidante);
Fazemos diferença no mundo

Vitaminas e Minerais Leite Materno: maior absorção; ferro é absorvido de 50-75%;contém mais selênio (antioxidante);
A temperatura caiu e de repente, nos vemos tirando dos armários os uniformes escolares de frio.
E aí, começa aquele festival de calças com forro e sem forro, casacos de moleton, blusas de manga comprida que simplesmente não servem mais. Muitos, completamente novos, que nem tiveram oportunidade de serem usados porque o tempo esquentou e a criança cresceu.
O que fazer? Passar para outra criança!
Além de econômico (ano passado comprei pouquíssimas peças novas, recebendo mudas de uniformes usados) é ecológico, afinal, são peças e peças de roupas que são reusadas. As peças que dei para outra mãe da escola já estão sendo usadas pela terceira criança!
Reusar é muito importante para o futuro porque faz com que demoremos mais a descartar as coisas permitindo que não precisemos comprar coisas novas sempre que precisamos.
As crianças crescem e as roupas ainda estão em perfeitas condições de uso!
Vamos trocar e reusar! Isso é uma forma de economizar, de criarmos laços de amizades com outras famílias, de fazer a nossa parte pelo meio-ambiente e de dar este importante exemplo para os nossos filhos, afinal, eles vão crescer achando isso a coisa mais natural e óbvia do mundo.
Tudo de bom, não é?
Quando a gente se pergunta o que podemos fazer hoje pelo meio ambiente, sempre dá aquela sensação de que não podemos fazer nada num primeiro momento.
Um coisa importante, é mudarmos nossos hábitos pessoais, em primeiro lugar.
Existem muitas medidas simples que podemos tomar sem fazer muito esforço mas que geram muito resultado em nossa vida e inspiram muitas outras mudanças comportamentais importantes.
Podemos , por exemplo, desperdiçar menos os alimentos. Muitos ainda estão em condições de serem consumidos e jogamos fora porque não apresentam mais as características de produtos frescos. Só precisam ser “transformados”.
Aqui em casa é muito comum comermos pão “dormido” na chapa. Qualquer pão serve. Eles voltam a ficar macios e adquirem novo sabor e textura, diferentes do pão fresco mas não menos gostosos e agradáveis de serem consumidos! Aqui, por exemplo, tá a foto de uns pães de queijo que sobraram de um dia para o outro. Na chapa, além de macios, ficam crocantes!
E aquelas moscas chatas?
Aqui em casa, a gente mata com aquela raqueta boa, barata e velha conhecida da época dos nossos pais, quiçá avós. Além de ser reutilizada infinitas vezes, não polui com produtos químicos e suas embalagens vazias (creio eu, não recicláveis por conterem produtos tóxicos) e é barata: R$1,99 em qualquer lojinha do ramo!
E as embalagens de requeijão, vão pro lixo?
Por que não usá-las para acondicionar (pequenas) sobras de alimentos?
Sendo reutilizadas, elas não geram lixo e ainda evita que compremos
potes plásticos para acondicionar alimentos.
Viu, dá para começar hoje!
A comunidade Nós Da Comunicação está realizando entre os dias 1º e 8 de dezembro o Ciclo Comunicar Cultura. E mais uma vez, tenho a honra de participar do debate que agora gira em torno do tema Cultura. Serão, artigos, debates, econtros , etrevistas abordando os mais diversos temas relacionados à cultura.
Como não poderia deixar de ser, minha participação envolve criança, cultura e o papel dos pais nesta jornada. Afinal,
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Fiquei sabendo que o óleo usado nso quiosques da orla do Rio é retirado por uma empresa de sabão para fazer reciclagem do mesmo. Cada litro de óleo usado, renderia R$0,50 para o quiosque.
Se for verdade, bem que isso poderia ser estendido aos restaurantes em geral, não é?
Por que nunca ouvi falar disso antes na mídia?
Por que ainda não se criou um selo de reciclagem de óleo de cozinha do tipo: “Óleo usado, eu reciclo.” ?
Se for verdade, que legal!
Merece ser divulgado!
Alguém aqui mora na orla do Rio ou nas proximidades que confirme e dê mais detalhes?
http://www.naoseiestacionar.com.br/
Sabe aquele carro que ocupa duas vagas, que pára sobre a faixa de pedestres, que pára sobre a calçada ou na vagas especiais e que você sempre teve vontade de deixar um bilhete para mostrar sua indignação?
Parece uma coisa bobinha, mas imagina a cara do cidadão ao ler o bilhetinho!
Indignação, vergonha? Não importa… O que importa é que ele será tocado de alguma forma e tenho certeza, não esquecerá do recado na próxima vez que estacionar seu possante…
Respeitar o próximo e o direito do outro é fundamental para fazermos um mundo melhor e qualquer ferramenta que nos estimule a isso, vale à pena.
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Recebi o convite do Vinicius Mont Serrat do Blog Sucesso News para participar da campanha Saco é um saco do Ministério do Meio ambiente e não poderíamos ficar de fora! Mas, ao invés de falar de números, vou contar um pouquinho da nossa experiência pessoal.
Aqui em casa a gente usa sacola retornável.
Tudo começou com a @cristianefetter do blog Tô Doida, que mora nos Estados Unidos e escreveu um texto aqui pro Futuro do Presente contando sobre As Sacolas Plásticas nos Estados Unidos . Logo depois disso, ela me mandou de presente uma sacola que vende nos mercados de lá. Aliás, uma sacola excelente e que está como nova até hoje…quase 2 anos depois. Foi essa bolsa a nossa primeira sacola retornável.
No começo, eu esquecia sempre de levar a bolsa, mas a consciência de que eu esquecia, me fez passar a deixar a bolsa dentro da mala do carro. Continuei esquecendo…mas com ela na mala, eu me obrigava a voltar ao estacionamento e pegar. E foi assim que com o tempo, eu fui passando a lembrar automaticamente de sempre levar a bolsa para dentro do mercado.
Como eu moro num local um pouco afastado dos grandes centros, os mercados aqui são menores e a gente acaba ficando mais conhecido no comércio local. E no começo me tratavam como um ET, com aquela cara de : “Como assim, a Sra. não quer levar a sacola? A Sra. traz uma sacola?”. Num dos mercados da região, certa vez, o empacotador quis me obrigar a levar a sacola! “A Sra. é obrigada a levar” e eu respondia “a compra é minha e eu não quero levar a sacola plástica, quero levar na minha sacola” …
Eu já respondia rindo porque a cena foi realmente patética. Afinal, de fato, minha única obrigação ali era pagar pelas minhas compras. Se eu quisesse levar item por item na cabeça, era problema meu…rs.. Mas com o tempo, vieram os elogios, todo mundo comentava e eu virei a “moça da sacola”.
Claro que no meio dessa história, tivemos uma outra descoberta: uma bolsa só para compras de mercado semanais, era pouco. E meus sogros, vendo nosso engajamento, de repente, assim do nada, chegaram com uma sacolona enorme feita de sacos reciclados. Ou seja, nosso comportamento já estava inspirando e atingindo nossos familiares. Sentimos muito orgulho!
Mas duas sacolas ainda era pouco e passamos também a usar uma caixa de plástico desmontável para garrafas, caixas de leite e itens mais pesados.
Esta por ser desmontável, também “mora” dentro do carro e é muito prática de carregar dentro do carrinho do mercado.
Foi daí que tivemos a idéia de fazer sacolas reutilizáveis feitas de tecido PET e colocar à venda no nosso site. Mas como a gente queria ter um diferencial para facilitar as pessoas a lembrarem de levar suas bolsas ao mercado, optamos pela bolsa dobrável, com fecho para que ela esteja dentro das nossas bolsas do dia-a-dia ou dentro do porta-luvas dos carros. Porque a bolsa precisa estar disponível na hora que a gente precisa. Não adianta nada a gente estar no mercado e a bolsa em casa.
E o melhor da história vem agora: o mercado, vendo nossas bolsas, perguntou onde
a gente compra e a gente passou a fornecer para o mercado que revende a bolsa feita de tecido 100% reciclado para seus clientes!
Então, as lições que aprendemos com toda essa história é que:
-é possível mudar nossos velhos hábitos;
-as pessoas se inspiram (o mercado se inspirou por nós, que nos inspiramos na Cris e assim, sucessivamente, se cria uma corrente de conscientização);
-para reduzir, precisamos RECUSAR.
RECUSE, REDUZA, REUTILIZE!
Hoje, dia do Blog Action Day 2009, cujo tema é Mudanças Climáticas, recomendo que assistam este documentário do Greenpeace Brasil que fala das mudanças climáticas já perceptíveis em nosso país.
E reflita.
Podemos nos dar ao luxo de continuar a não fazer nada?
A despeito daqueles que acreditam que nada podemos fazer, que essas mudanças são resultado natural de nossa forma de vida e que esse é o caminho que devemos trilhar, é possível conviver com a idéia,que nós, tão capazes, apenas devemos cruzar os braços e sofrer as consequências?
Ou podemos lutar, mudar, caminhar mais perto da preservação da natureza para ficarmos por mais tempo com qualidade de vida sobre a Terra?
Mais blogueiras participando do Blog Action Day
Lúcia Malla: Era uma vez Tuvalu
Francine Emília: Mudanças Climáticas
Lunna Guedes : São Paulo da garoa
Lúcia Freitas :Mudar Já para vivder sempre
Pat Feldman : http://pat.feldman.com.br/?p=602
Pri Alves : Um dia e muitas emoções
Gabriella Contoli : http://meuclimadevolta.ning.com/
Lis Comunello: Não adianta posar de bonzinho
Certa vez, recebi um e-mail com aqueles arquivos em Power Point, os famosos .pps , que eu raramente assisto. Mas esse me interessou e eu não me arrependi.
Ele conta sobre a cultura Slow Down que seria a grosso modo, dar uma desacelerada na vida.
Lá, um funcionário brasileiro de uma empresa sueca explica o quanto nós corremos atrás de resultados imediatos. Ao contrário dos suecos que têm prazos longos e demorados para a realização dos projetos. Em conseqüência se tem projetos amadurecidos com tecnologia e procedimentos adequados, o que gera muito pouca perda na realização dos mesmos.
Isso fica mais interessante ainda quando o próprio autor considera o tamanho da Suécia que é o mesmo tamanho do estado de SP e tem empresas como Volvo, Nokia, Ericsson, entre outras.
E ele finaliza a apresentação contando que ao chegar para trabalhar, em pleno inverno, sob intenso frio e neve, o colega de trabalho, mesmo chegando cedo e estando o estacionamento vazio, parou longe da porta de entrada mesmo com vagas mais próximas disponíveis. Quando questionado pelo brasileiro, o amigo sueco respondeu que ele estava chegando cedo e tinha tempo suficiente para caminhar até a entrada. Os colegas que chegassem depois, provavelmente, estariam com menos tempo e com maior necessidade de parar mais perto da entrada do que ele.
Não acredito que seja possível continuarmos a nos comportar da mesma maneira depois de ouvir essa história. E todos os dias eu me lembro dela na porta da escola ou dos locais onde vou por qualquer motivo. Se antes já andava procurando vagas mais distantes para ficar em local mais tranqüilo, agora tenho mais um motivo e lembro dessa história quando chego cedo na porta da escola e posso esperar. Sempre avalio se devo mesmo ocupar uma vaga que pode estar disponível para uma mãe que precisa parar perto da porta por qualquer motivo, por exemplo.
Mas não posso deixar de observar que os próprios professores ou donos das escolas param seus carros na porta das escolas. Não bastasse a questão da falta de necessidade de se deixar o carro parado tão perto do portão por tanto tempo, tem a questão prática da coisa que é permitir que os clientes tenham acesso mais fácil à escola. E nos estacionamentos dos estabelecimentos comerciais? Aqui perto temos vários deles que simplesmente não tem vagas disponíveis para os clientes porque os médicos, funcionários, donos de salas e de lojas param seus próprios carros nas vagas de seus clientes.
Ou seja, evoluir nossos pensamentos e nossa percepção nas coisas rotineiras da vida é uma necessidade fundamental para termos melhores resultados combinados com uma qualidade de vida mais enriquecedora (e coletiva).
Viajei na maionese?
Ou começar a educar nossos filhos para serem menos imediatistas e mais “slow down” é uma loucura?
Estarão eles capacitados para mudar o mundo, ou seremos tão poucos que eles estarão totalmente excluídos da realidade imutável dos resultados imediatos?
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Imagem : http://www.osvigaristas.com.br/imagens/transportes/estacionado-3020.jpg
Para variar, esse assunto começou no Twitter.
Mencionei que achava um absurdo a propaganda que vi, num canal pago infantil, dos bonecos dos Simpsons, feitos para crianças. Afinal, se tem algo que não tem sentido, é achar que o desenho dos Simpsons seja direcionado às crianças. Só a Globo para achar que Simpsons é programa infantil e colocar na grade da manhã! E agora essa propaganda do boneco na TV paga. Aquilo é desenho de adulto. A não ser que queira seu filho imitando o Bart Simpson e arrotando como o pai dele.
Outro ponto mencionado é relativo à propaganda e produtos voltados para o público infantil como o famoso Mc Lanche Feliz e seus brinquedos. Não vou dizer que não compro, que não levo meus filhos e que eles nao gostam. Mas tem um limite enorme aqui em casa. É controlado mesmo. E eles nunca se acostumaram a ver um lanche nesta lanchonete como algo obrigatório ou essencial. É uma tranquilidade, passar na porta e ninguém falar nada. Temos que encontrar o equilíbrio na criação dos filhos, esse é o grande desafio. Mas eu conheço mais de uma criança que tem TODA coleção de brinquedos do McLanche. Uma vez, um casal amigo estava no McD de manhã, porque o filho queria um brinquedo recém lançado.
O problema é o incentivo subliminar ao consumismo que a atitude dos pais ainda vem respaldar no fato de não haver limites para propaganda infantil. Aí, no futuro, temos adultos depressivos, que não se sentem satisfeitos com nada que tem, sempre querem mais e não há satisfação. Porque a industria da publicidade quer é isso mesmo: que a gente queira novidades o tempo todo. Compre, compre, compre….
Fora isso, o consumismo tem consequências mais graves como relata André Trigueiro em excelente entrevista à CBN onde ele comprova que Consumismo faz com que jovens cometam mais crimes.
Ouça a impressionante entrevista clicando aqui:
http://cbn.globoradio.globo.com/cbn/wma/wma_e.asp?audio=2007%2Fcolunas%2Fmundo%5F070722%2Ewma&OAS%5Fsitepage=sgr%2Fsgr%2Fradioclick%2Fradiosam%2Fcbn%2Fmundo1#
E se pergunte a partir de agora se realmente a propaganda sem controle voltada para o público infantil, que não tem condições de discernir sobre o que é certo ou errado, bom ou ruim, deve continuar acontecendo livremente nos meios de comunicação, principalmente nos intervalos dos programas direcionados às crianças.
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