Criança não precisa só de comida

Sempre que a gente fala em filhos, tem alguém que lembra da quantidade de bocas a se alimentar. Muitos, muitos mesmo, se esquecem de que este não é único alimento de que uma pessoa precisa. Pelo contrário. Quando pensamos em ter filhos, precisamos pensar que ele precisará de muitas coisas mais além de comer. Pensar no futuro como algo distante e intangível ou limitar o futuro de uma criança na profissão rentável que queremos que ela exerça, é muito restritivo às próprias capacidades dessa criança.

Mas eu não falo como educadora. Falo como mãe.

Prover cultura hoje a uma criança é fundamental porque criança é criatividade e cultura também. Ela deve ter contato com a cultura o quanto antes. Além disso, com o mundo digital cada dia mais amplo e presente em nossas vidas, a quantidade e acesso à informação e cultura faz com que precisemos ter esse valor agregado em nossa formação desde cedo. E isso significa dar mais do que TV, mesmo que você só dê TV paga para seus filhos. Poder oferecer uma programação mais seleta do que a fraca TV aberta brasileira tem a oferecer, é uma vantagem. Mas ainda assim, a TV é baseada no marketing de consumo. Para a TV ser viável, ela precisa de publicidade e a publicidade,na maioria das vezes, simplesmente ignora as reais necessidades da faixa etária infantil e sobrecarrega as crianças,  estimulando uma das principais causas de criminalidade entre os jovens: a necessidade e o desejo de consumir.

E como podemos incentivar as crianças a desenvolver o gosto pela cultura e qual a idade para se começar? Para mim a resposta é simples: a hora é agora.

Como pais, podemos aproveitar a presença da criança em nossa vida para mostrar à ela o mundo que nós mesmos esquecemos que existe além da nossa necessidade de prover o básico à nossa existência. Nós, adultos, nos perdemos na necessidade de trabalhar e prover. E acabamos por não dedicar tempo a prover outras coisas importantes que nossos filhos precisam. Aprender sobre informática e tecnologia é importante mas ela terá tempo para aprender tudo isso. Precisamos levantar do sofá, desligar a TV, abrir o jornal ou a internet e ver o que está acontecendo de bacana me nossa cidade ou nas cidades vizinhas. Precisamos cultivar desde cedo o hábito de visitar museus, exposições, assistir apresentações musicais, freqüentar livrarias.

Há tanta coisa que podemos começar a fazer hoje!

Podemos substituir os brinquedos que sempre damos em todas as datas, por livros, por exemplo. Podemos passar a dar livros de presente nas festas de aniversário que comparecemos. Podemos fazer uma lista de livros para receber de presente. Podemos levar nossos filhos aos museus ao invés de ir aos shoppings, podemos matriculá-los em cursos de música ao invés de só praticarem lutas. Podemos ir ao teatro, ao invés de só ir ao cinema. Podemos substituir as frenéticas animações de festas infantis por contação de histórias, teatro de fantoches, etc.. Podemos dar brinquedos educativos ao invés de bonecos e armas de plástico que somente estimulam e banalizam a violência.

Em geral, priorizamos aquilo que todo mundo prioriza: esporte, consumo, escolas caras, brinquedos caros, TV, vídeo-game e computador. Precisamos pensar além do nosso restrito horizonte. A escola mais cara, nem sempre é a melhor ou a mais adequada. O brinquedo mais caro, nem sempre é o que a criança deseja. E precisa.

Toda essa forma de ver o mundo, faz com que nós adultos percamos o que temos de mais valioso e já nasce conosco: a curiosidade. E somente a cultura real pode nos manter essa chama acesa. É a base e os bons hábitos que cultivamos na essência de uma criança que vai dar a ela as ferramentas para que ela seja o que ela quiser de sua vida e para que desempenhe com primor tudo aquilo que ela quiser desempenhar, pois com cultura e criatividade, podemos tudo e muito mais. É com a base de uma experiência rica em vivências que elas se tornarão aptas a usar com plenitude e eficiência as ferramentas que o futuro oferece.

Assim, daremos mais que comida. Ofereceremos a base, que além de ter a cultura como um item de valor inestimável na formação de uma criança, ainda estaremos dando à elas a nossa presença. E isso, é algo valiosíssimo que a vida moderna vem tirando compulsivamente da vida das famílias: convivência. Cultura é plural. Por isso precisamos dela, para ajudar a ensinar nossas crianças a mudar esse mundo individualista em que nos encontramos.

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Texto originalmente publicado no http://www.nosdacomunicacao.com/panorama_interna.asp?panorama=198&tipo=G
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Mãenifesto

Por uma nova formação familiar, focada no bem estar integral dos seres humanos e não somente no bem estar material.Por pais que valorizam a tomada de consciência materna, dando sua participação necessária para que ela floresça. Mesmo sem entendê-la completamente.Manifestamos pela conciliação de uma maternidade moderna com uma maternidade mais plena.

Assine!!

http://www.grupocria.com.br/

Fórum Criança e Consumo – Dia 2 – parte 3

Consumo Infantil, capitalismo e o papel da família

Somos contemporâneos da crise. A modernidade não está respondendo os grandes problemas da humanidade. O capitalismo fracassou para 2/3 da população do planeta. A maior parte das coisas na vida é difícil mas o capitalismo nos faz preferir as coisas fáceis. “Direitos Humanos” é luxo num mundo onde não temos direitos básicos como alimentação, por exemplo. O setor administrativo é seletivo, enquanto o repressivo é absoluto.O Estado só responde pela camadas privilegiadas da sociedade.

O Mercado, que é uma entidade abstrata, é tratado como um Deus a ponto de vermos atletas fazendo propaganda de cerveja na televisão. Tem coisa que não comungue mais do que bebida alcoólica e esporte?

A publicidade cria o desejo pelo não-necessário. A publicidade infantil é um tipo de pedofilia vertical. A erotização infantil precoce, nada mais é que a adultização num ser biologicamente infantil. E os produtos que ostentamos nos agregam valor. Não é interessante perceber que as roupas de grife passaram a colocar as etiquetas do lado de fora?
90% do aprendizado acontece entre 0 – 6 anos de idade que é considerada a fase em que temos maior capacidade de aprendizado, justamente a fase onde aprendemos a ser seres humanos independentes. Nem tudo pode ser permitido, as crianças têm necessidade de controle e censura.

Como criar uma sociedade que não viole o direito da criança a uma infância sadia?
ATV causa uma certa hipnose visto que prende nossa atenção por horas a fio sem que consigamos dar atenção a outra atividade. No Brasil, a criança fica, em média, 5 horas na frente da TV, mais tempo do que permanece na escola. A criança não tem discernimento para entender as mensagens publicitárias enviadas em sua direção: para elas, uma bicicleta e um copo d’água tem o mesmo valor. Uma forma de tirar as crianças dessa hipnose da televisão é incentivá-los a criar seus próprios brinquedos. Isso demanda tempo, atenção, concentração e exercita a criatividade. Tudo começa na imaginação, precisamos estimulá-la.

O que é preciso para uma pessoa ser feliz?
Como ensinar as crianças a serem felizes sem se comparar com os colegas? É preciso ensinar às crianças que a felicidade é uma realidade interior. Valores infinitos e valores de subjetividade. Generosidade, solidariedade e a prática de serviços desinteressados.]

Como os pais podem desestimular o consumo nos filhos sem que estes se sintam excluídos do seu círculo social já que maioria esmagadora dos outros pais (e sociedade em geral incluindo família e escolas) estão absolutamente passivos ou envolvidos diante do apelo consumista? Fiz esta pergunta à mesa e a resposta foi surpreendente pela simplicidade e pela constatação da dificuldade que os pais encontram em educar.

Como educar a criança diante da pressão consumista? Dando o exemplo. O que os pais querem quando levam o filho para passear num shopping a não ser dar a eles um referencial de consumo? Shopping é um templo de consumo, uma droga virtual baseado num mundo perfeito construído para encantar. Uma super proteção (shoppings, condomínios) que acaba por nos tornar inseguros e torna esses bens como mínimos referenciais.

“Estou apenas observando quanta coisa existe que eu não preciso para ser feliz” (Sócrates)

Em contra partida, os pais não encontram aliados quando querem fazer diferente e remar contra a maré de consumo imposta pela sociedade e sofrem pressão por todos os lados: escola, mídia, Estado. Os cidadãos precisam se ajudar, os cidadãos precisam ajudar os pais.

A Escola não está preparada. Cantinas reforçam a aversão das crianças aos alimentos saudáveis. Falta de orientações claras permitem competição entre materiais, brinquedos, roupas. A escola que deveria ser de igualdade (todos iguais juntos para aprender, usando uniforme e materiais iguais) se torna um local de competitividade por melhores brinquedos , presentes, roupas, marcas – mais um local onde eles aprendem a exibir o materialismo como valor essencial.

FREI BETTO [Palestrante] Frade dominicano e escritor, assessor de movimentos sociais. Estudou jornalismo, antropologia, filosofia e teologia. Com 51 livros publicados, escreve para vários jornais e revistas e profere palestras no Brasil e no exterior.
Benjamin Barber [Palestrante] : Teórico político de renome internacional. Foi Professor de Ciências Políticas (Walt Whitman) da Universidade de Rutgers por 32 anos, e em seguida, Professor de Sociedade Civil (Gershon e Carol Kekst) na Universidade de Maryland e durante cinco anos trabalhou como consultor informal do Presidente Bill Clinton. Os 17 livros de Benjamin Barber incluem o clássico Strong Democracy (1984), McWorld (1995 com uma edição pós 9/11 em 2001, traduzido para vinte e sete línguas) e Consumido: Como o Mercado Corrompe Crianças, Infantiliza Adultos e Engole Cidadãos , publicado em 2007 por W.W. Norton nos Estados Unidos e em sete edições estrangeiras.

Crianças e Política

Nossa participação no Ciclo Comunicar Política, mais uma excelente iniciativa da Rede Nós da Comunicação .

Política que se aprende em casa e na escola

Volta às aulas sem consumismo

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Ainda dá tempo!

Não comprou ainda a bolsa escolar dos filhos?

Pensou numa alternativa diferente das caras mochilas infantis que tanto estimulam o consumismo infantil?

Feita de material reciclado, incentiva o consumo consciente pois se apresenta com uma alternativa às caras mochilas de marca e personagens de desenho animado. Inclusive porque, como estudos já comprovaram, as mochilas de rodinhas prejudicam a coluna e a postura da criança. Principalmente para as crianças em idade pré-escolar que levam pouco material para a escola diariamente. Conheça nossas bolsas!

Vamos dar às nossas crianças alternativas diferenciadas, saudáveis e simples e que estimule-os desde pequenos a não se render aos apelos de marketing da mídia que nos levam ao consumo desenfreado de bens de consumo.

Faça diferente.

Bolsa Escolar Infantil

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Crianças ainda tratadas como gado

pedofilia-denuncie

Conselho do MEC recomenda entrada no 1° ano de crianças com seis anos

“Em resolução publicada nesta sexta-feira no “Diário Oficial da União”, o CNE (Conselho Nacional de Educação) determinou que 31 de março é a data limite para que as crianças que vão entrar no 1º ano do ensino fundamental completem seis anos. (…) ”

Me impressiona como é tacanha um sistema de ensino que não permite à criança capacitada avançar.

As crianças devem ser avaliadas por sua capacidade e não pela sua idade.

O que justifica uma criança apta a ser alfabetizada a se manter na pré-escola?

E o pior: num mundo como o nosso, podemos nos dar ao luxo de atrasar e desestimular crianças?

Nos coloquemos no lugar dessa criança capaz, mantida em algo inferior à sua capacidade.

O que ensinamos às crianças desde cedo a não ser a desmotivação logo cedo a impedindo de avançar?

Está na hora do sistema de ensino rever seus conceitos e avançar junto com o mundo,empreender não é tolir capacidades.

É hora do sistema de ensino parar de tratar as crianças como gado e começar a desenvolver potencialidades individuais. Porque somos seres individuais com necessidades, capacidades e potencialidades diferentes.

Não é justo com a criança e nem educativo mantê-la num projeto de ensino inferior à sua capacidade somente por causa da idade. Isso é castração do seu desenvolvimento dinâmico e espontâneo, isso é desmotivador, isso atrasa suas conquistas, desmotiva seu desenvolvimento futuro.

Cabe ao professor e não à faixa etária, a autoridade para definir se a criança está pronta para dar uma passo adiante em seu desenvolvimento escolar.

Se o professor não estiver apto, aí é outra história. Tão grave quanto atrasar o aluno.




Aproximando pais e escola

imagesA escola das crianças, sentindo a necessidade de aproximar mais os pais da escola, criou o projeto “Seja seu filho por uma noite”.

Sendo assim, cada dia desta semana, uma turma recebe os pais para terem aulas exatamente como é feito com os filhos. Hoje vai meu marido e amanhã serei eu. Bacana, não?

Estou ansiosa para ver como vai ser!

E adorei a idéia.

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[imagem: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/6f/Nens_escola.png/600px-Nens_escola.png]

Nós pensamos no futuro

  • Fiz um convite  e várias pessoas aderiram e usaram a tag #eupensonofuturo para contar suas ações em prol do futuro.

    anaclaudiabessa@lufreitas sugeriu e já topei!

    Encurtamos a tag#eupensonofuturo por #pensonofuturo - #duascabecaspensammelhor :0)

    cyncardosoquando vou ao mercado, levo minha ecobag e não uso as sacolas plásticas que eles oferecem

     Claro, usamos bastante roupas recicladas de garrafa PET e ecobags:0) http://bit.ly/uYqtR

    anaclaudiabessa@PatFeldman Eu preciso melhorar muito, ainda só uso produtos químicos

    anaclaudiabessaProcuro sempre pedir ajuda das crianças qdo vamos plantar alguma coisa, pintar um vaso. Se sentem fazendo parte. 

     burranonaeu limpo a casa com vinagre, bicarbonato de sódio e água. nada de desinfetantes, limpa vidro, etc etc. 

     

    anaclaudiabessa@burranona eu também amamentei muito. Exclusivamente até o oitavo mês. Nem água bebiam, só leite materno.:0)

     burranonaeu amamento. e muito. 

    anaclaudiabessaAcabei de catar o cocô do cachorro sem usar papel ou saco plástico. Calma, gente, uso uma pá! :0) http://bit.ly/14kj8o

    Desligo os equipamentos em stand by, Aquela luzinha vermelha consome até 20% a mais de energia 

    Temos uma horta caseira e plantamos árvores e mudas de plantas sempre que podemos. 

    Não jogamos óleo na pia ou no lixo. Separamos em garrafas plásticas e entregamos numa escola aqui perto que tem coletor.  

    Não jogamos pó de café no lixo ou no ralo da pia, colocamos nas plantas (mas anteção: muito café não é bom para elas) 

    Meus filhos estão correndo feito loucos lá fora, vantagens da Tv desligada 

     

    Guarde comprovantes sem imprimir, dica do blog Vida Verde http://bit.ly/10DWLY 

    Sob pretexto de preparar nossos filhos para o futuro, estamos fazendo-os perder a infância.

    Adultizamos as crianças muito cedo com escolas cada vez mais cedo, responsabilidades e compromissos demais. Isso é bom?Não.

    Mantemos a área externa gramada.Dá mais trabalho e custo bem maior mas os benefícios para nós e para o meio-ambiente valem!

    burranonaprefiro sempre sair a pé ou de trem. as crianças também adoram.

    ·         eu respeito meus filhos e tento nunca levantar a voz p/ que eles façam o mesmo com os outros.

    patfeldmanEu ensino meu filho a comer COMIDA DE VERDADE, não aquele plástico industrializado que acaba com a saúde e o ambiente. 

    rematteoni não como carne bovina nem suína; frango só caipira e só de vez em qdo.

    minha filha não assiste tv! 

     

    anaclaudiabessa@rematteoni Eu troco roupas/uniformes usados em bom estado das crianças com amigas como a @cristianefetter /mães da escola

    ·         rematteoni depois q mudei de apartamento e de decoração, reformei o sofá e uma poltrona. e vários móveis foram doados.

    §  eu aproveito ao maximo, reciclo mesmo, roupas da Pipoca. O q não serve mais é doado

    ·         eu mando os vidros de florais e homeopatias de volta p/ a farmacia p/ serem recliclados

     

    ·         anaclaudiabessaDoamos copos de vidro/plástico de requeijão. Ou usamos os copos de plástico para colocar sobras de molho de tomate, por ex.

    Usamos um matador de mosca supereficiente e que não polui o ar. Aquela raquete de plástico de loja de 1,99 

     

    § EscalafobeticoRT @cyncardoso: Quase nunca imprimo nada. Nem extrato, nem comprovantes, nem e-mails. Só quando é estritamente necessário.

    anaclaudiabessaSempre que possível usamos água de reuso para regar as plantas, economiza recurso natural e financeiro :0) #eupensonofuturo

    cyncardosoUso refil sempre q possível. Economiza embalagem e recursos para produzir outras q vão para o lixo. (via @anaclaudiabessa)

    ·         @fiodeariadne: Inspirado em@marcospontes Mudanças de hábito que realmente compensam http://tinyurl.com/p2m8jc 

    anaclaudiabessaAntes de escolher a escola dos filhos, li bastante sobre metodologias pedagógicas 

    cristianefetter a cobrança das minhas contas é via e-mail. Paperless!

     anaclaudiabessaEu só uso papel reciclado para impressões que só são feitas se realmente necessário

    ·         Qdo educamos nosso filhos devemos lembrar desse deputado-PR que deve ter sido muito mal educado pelos pais 

     Me comprometi http://bit.ly/q5yU7 a plantar 8 árvores por mês pelo click  http://bit.ly/CRRY8 

    ·         Acabei de fazer minha meia-horinha de transport. Retomei minhas atividades físicas 3x/semana. Afinal, a idade chega! #eupensonofuturo

    burranonaeu levo e busco a filha na escola a pé.

     

    Fazemos uma refeição sem carne, uma vez por semana. Pretendemos fazer mais vezes. 

    ·         Levo suco de casa ou água em copos/squeeze das crianças assim, não uso copos descartáveis para eles na rua.

    ·         Desligo o chuveiro para passar xampu e sabonete. É um hábito difícil de pegar mas depois que pega vai no automatico

    Usamos lâmpadas fluorescentes na maioria dos lustres. Ainda não repomos todas, mas vamos! Usamos pilhas recarregáveis na maioria dos equipamentos que precisam delas. Ainda não conseguimos repor todos, mas vamos!

      leobragancaSacola plástica? De jeito nenhum!!! 

    alinetavares Eu separo o lixo para reciclagem.

    edsoncarvalho Eu penso no futuro e você? Aceita um convite? http://bit.ly/4EgiEp #eupensonofuturo

     

    @PatFeldman:  Faço chá de cascas de frutas e restos de legumes q não uso p/regar plantas e evitar o uso de venenos!

    Eu faço chá das cascas de frutas e restos de legumes que não uso para regar minhas plantas e evitar o uso de venenos!

    ·         Eu evito ao máximo consumir industrializados. Quase não consumo.

     

    anaclaudiabessaMeus filhos só assistem 2 desenhos pela manhã, o resto é brincar como quiserem, agora estão no quebra-cabeças

    Eu escolho a escola dos filhos pela proposta pedagógica, qualidade das instalações e visão. Não pela mensalidade cara

    ·         folhas sem uso em agendas também viram bloco de anotações

    Utilizamos os 2 lados do papel. Papel com lado em branco é feito bloquinho p/recados,listas de compras,crianças desenharem

    ·         Dou prioridade para que meus filhos brinquem ao invés de ficar na frente da TV 

    ah, sempre priorizamos alimentos orgânicos! 

    fiodeariadneRT: @anaclaudiabessa: Só trocamos de celular quando o nosso quebra e não tem conserto ou temos para quem repassar o usado.

    burranonaeu “planto” uma árvore por dia http://www.clickarvore.com.br/

    ·         eu não como carne

    ·         eu prefiro sempre comprar orgânicos 

    cacau_hcaparelhos na tomada? só os que estou utilizando! Nada de standby.

    ·         tomo banho com a minha filha todos os dias, pensando no meio ambiente e no vínculo materno 

    anaclaudiabessaDoamos tudo que não queremos +: sapatos, roupas, cortinas, móveis, tapetes, equipamentos.Qdo não doamos, vendemos. 

    Consertamos e colamos todos os brinquedos das crianças e qdo perdem o interesse , arrumamos o melhor possível e doamos 

    Uso uma cafeteira italiana-Moka se quero fazer pouco café. Gasto água p/ apenas 2 xícaras e 1 colher de chá de café 

    Eu gostaria que a via principal não fosse tão perigosa para eu levar as crianças de bicicleta para a escola 

    ·         Não jogamos pão dormido no lixo. Eles vão prá chapa ou gril e são consumidos normalmente. 

    ·         Eu faço coleta seletiva de todo o meu lixo e encaminho para reciclagem 

    @infoambiental: Tem uma roda de bicicleta velha? http://migre.me/1fQ1

    fiodeariadneRT: @anaclaudiabessa: Reaproveito tudo o que é possível, só vai para o lixo se não tiver outro destino.  http://bit.ly/M3N6y(expand)

    ·         @mellmachado: Eu vou pro trabalho a pé também….levo a filhota no carrinho ,levo 15 minutos…. 

     

    ·         anaclaudiabessaEu vou ao meu dentista à pé. É mais ou menos perto de casa, mas #eupensonofuturo e procuro não usar carro sempre que posso.


    Viu, quanta gente? Conte o que você faz ou pretende fazer pensando no futuro!

Curtinhas

tirinha4

http://stripgenerator.com/strip/233557/


Você também pode passar a mensagem do seu blog de forma diferente e divertida através de tirinhas como esta.

Basta acessar o site http://stripgenerator.com.

Lá você poderá escolher os personagens, mudar suas posições, adicionar itens de cenário, diminuir e aumentar tamanhos, incluir textos, colocar título na tirinha.

Use sua criatividade e faça sua mensagem aparecer em seu blog de forma diferente, divertida e inusitada.

Muitas vezes, uma mesma mensagem pode ser muito melhor assimilada se vier apresentada de uma forma criativa .

Pense nisso.

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Ana Cláudia Bessa

Este post faz parte do movimento Blog Voluntário: http://www.blogvoluntario.org.br/,cuja campanha 2009 consiste em compartilhar conhecimentos e ajudar pessoas iniciantes no mundo virtual.

Escola Infantil: 10 Perguntas para Renata Matteoni

p1050510pRenata Matteoni tem 34 anos e era advogada. Era porque depois que se tornou mãe abraçou a causa e parou de trabalhar pra cuidar de sua filha, que hoje está com 3 anos e meio, e não pretende voltar a atuar na área. Escreve em seu blog Pipocando (http://rematteoni.caixadepandora.com.br) sobre o que dá na telha, mas a maternidade e a preocupação com o futuro da humanidade estão, como em sua vida, entre os temas mais recorrentes. E foi capaz de mudar de endereço para morar perto da escola que considerou a melhor opção que poderia oferecer para a educação de sua filha!

1. Como foi sua busca? Visitou muitas escolas?
Foi rápida. Visitei quatro escolas. Três num mesmo dia, e uma – a que escolhi – em outro dia. E a que escolhi já conhecia um pouco. Acho que, ainda que inconscientemente, a escola já estava escolhida, e a visita às outras foi mesmo só pra ter certeza de que tinha que ser aquela.
2. Então você já tinha algo em mente quando começou a procurar?

Tinha uma idéia do que queria numa escola pra minha filha, e a escola que já conhecia e por que no final das contas acabei optando era uma espécie de modelo. Eu já tinha uma admiração pela forma como eles trabalham, mas nunca tinha feito uma visita mesmo, só tinha assistido a palestras e conhecia mães de crianças de lá. Então, depois de visitar as outras escolas marquei a visita com a diretora e foi só a confirmação – pra meu marido também – de que era ali mesmo que a Pipoca tinha que começar sua vida de “estudante”.

3. Quais os critérios que pautaram a escolha?

Posso tentar resumi-los com o seguinte: quero uma escola que respeite o tempo de ser criança da minha filha e que pense no ser humano de forma integral na hora de educar. E que procure educar mentes mais livres. A gente acha que vive com muita liberdade hoje, mas estamos ligeiramente enganados. Porque são, na verdade, tão poucas as escolhas que realmente fazemos de coração. Quero uma educação diferente da que eu recebi, quero minimizar os efeitos da intelectualização precoce a que as crianças estão sujeitas em geral e a Pipoca, em especial, por ter o exemplo em casa de uma mãe que escreve e lê muito. Quero que ela tenha professores afetuosos e preocupados com seu bem estar emocional acima de tudo. Quero que os professores a conheçam e a tratem de acordo, e que não tratem os alunos como se todos fossem iguais. Não quero que minha filha cresça como gado. Quero que ela tenha prazer em aprender e não seja obrigada a decorar as coisas. Isso pode não parecer, mas foi um resumo porque quero muito mais! O que vou falar é meio clichê, mas os pais hoje escolhem o jardim da infância pensando no vestibular, e pensando de uma forma equivocada a meu ver. O respeito pela infância e pela individualidade só pode gerar adultos mais felizes, mais capazes de fazer escolhas conscientes e de encarar os desafios da vida. E isso tudo vai repercurcutir na vida de estudante e profissional deles no futuro…

4. E o que pesou contra as outras escolas visitadas?

Numa delas tudo! rs Crianças ensandencidas correndo por um pátio de grama sintética e cimento, ou em salas de aula escuras, algumas assistindo TV! Crianças tristes, eu achei. As outras não me causaram nenhuma impressão terrível, uma delas inclusive me pareceu até asséptica de tão perfeita e limpa. Mas acho que faltava alma em ambas, não transmitiam a impressão de que havia uma comunidade ali, inclusive numa delas a dona me disse que a participação dos pais era ínfima, até em reunião semestral o quorum era baixo. Como minha filha pode crescer com crianças cujos pais pensam de forma tão diferente da minha quando se trata de filho? Isso nada tem a ver com diversidade (muito pelo contrário, acho diversidade muito importante nas escolas e acredito lá não haveria), mas afinidade de pensamento, de filosofia de vida, especialmente quanto à criação e educação dos filhos…isso considero importante.

5. E a escola escolhida correspondeu às expectativas?

Posso dizer que até o momento sim! inclusive na adaptação eu fiquei com vontade de ser aluninha de lá! Tarde demais, infelizmente.

As crianças são felizes lá, as professoras afetuosas. Nem tudo é perfeito, já esperava encontrar algumas questões, mas me surpreendi com a a rotina da escola, é tudo bem organizado e a rotina muito respeitada, as coisas andam e funcionam muito bem para as crianças. E isso é o mais importante pra mim.
Porém…já observei alguns pontos fracos, vou comentá-los. Aprendi já há algum tempo que objetividade e praticidade não são características facilmente encontráveis em pessoas e instituições alternativas. Não combina, não funciona. E é meio por aí. Já percebi algumas dificuldades na administração financeira, os funcionários contratados são pouquíssmos, pois os próprios professores são responsáveis por determinados asuntos e pais voluntariamente ocupam cargos nas áreas administrativa e financeira, por exemplo. Tenho a impressão de que falta alguem que assuma o papel de administrador, com pulso firme, e estabeleça uma hierarquia na administração da escola. Sabe aquele lugar onde todo mundo trabalha e dá opinião e ninguem consegue decidir nada? Pois é, essa é a sensação que tive. Numa palestra que assisti ouvi sobre a importância de se encontrar em equilíbrio entre autoritarismo (vertical) e a participação de todos (horizontal), são dois extremos. O segredo deve ser mesmo o equilíbrio, o difícil é encontrá-lo.
Tem também aquele perigo do rigor de uma filosofia, do xiitismo. O grande problema é que, quando se acredita muito em algo, quando se idealiza algum pensamento ou pensador, há o risco de perder a capacidade de questionar e no caso a educação livre que se almeja pode virar mais uma prisão, e uma tortura para as crianças. Não estou sentindo isso lá, felizmente. A professora da Pipoca é um doce e muito equilibrada, a escola também não me pareceu radical.
Uma coisa interessante que observei, e que é um ponto fraco e forte ao mesmo tempo: os eventos não primam pela organização, rola muita improvisação, mas são sempre repletos de vida: a participação da comunidade é realmente um grande diferencial, e torna tudo muito mais emocionante. Aqui vale a expressão “feito com amor”.

6. Resumindo, o que você mais gostou na escola?
O mais importante mesmo, como comentei acima, é que na rotina das crianças tudo funciona muito bem. Não tem esse lance de anotar na agenda quantas vezes fez xixi e cocô, por exemplo, parece que a atenção é toda concentrada na a criança de uma outra forma, ela é encarada como um ser único, sua personalidade e seu estado emocional. E achei também bacana a preocupação que percebi com as mães e as familias também. O amor com que as professoras trabalham, o empenho e a dedicação também são dignos de nota. O espaço físico ao ar livre não é ideal, mas tem terra, mangueira, árvores, flores, uma horta vai ser plantada pelas crianças num novo espaço que foi criado, há brinquedos maravilhosos de madeira, e coisas como pernas de pau e corda de pular. Os espaço interno é maravilhoso. As salinhas são muito acolhedoras, parecem casinhas. As professoras falam baixo e cantam muito para as crianças. Elas aprendem a contar colocando a mesa, por exemplo. Tem jeito melhor de aprender?

7. Como funciona a adaptação lá?
Funciona de forma muito livre, mas procura-se um bom senso entre professor e pais. As mães podem ficar quanto tempo for preciso na adaptação, mas se não adaptar a diretora manda a criança voltar pra casa e voltar depois. Um parênteses: percebi que está havendo uma flexibilização em certas posturas que sei que a escola adotava até pouco tempo, uma abertura pra atender a necessidade da comunidade e da própria escola, que precisa crescer pra sobreviver. Nesse ano foi implementado o período integral, das 8 até as 16 horas, pra crianças acima de 3 anos. A escola passou também a aceitar crianças que ainda vão completar 2 anos esse ano, no maternal, mas essas pequenas só podem ficar um período, manhã ou tarde. Crianças como a Pipoca, com 3, deixaram de começar no maternal e passaram a ser jardim, de forma que no jardim há crianças de 3 a 5, 6 anos. No início até estranhei um pouco, mas agora estou achando interessante as crianças vivenciarem a escola dessa forma, acho até positivo para a adaptação dos menores, pois os maiores são de certa forma um exemplo. E acompanhar a própria vivência da professora, de encarar os desafios advindos de administrar uma turma de idades tão diferentes. E na escola os desafios e as ações adotadas pela professora são compartilhadas e discutidas com os pais – aqueles que comparecem às reuniões, claro.
Mas, voltando à adaptação, fiquei poucos dias lá. Por menos de semana fiquei durante toda a manhã, a Pipoca falando comigo só quando me via, em nenhum momento perguntou por mim ou pediu pra me ver. Num belo dia precisei ir ao dentista e conversei com a Pipoca, ela concordou, eu fui e voltei. Depois teve Carnaval e recesso, e ela faltou mais alguns dias porque adoeceu, então no primeiro dia em que ela retornou também fiquei lá um pouco. Depois passei alguns dias chegando um pouco antes de horário da aula acabar e pronto. Mas tem mães do maternal que estão lá até hoje, mais de um mês.

8. Como é a relação custo x benefício?
Em comparação com o que vi e que já ouvi falar, é excelente. A mensalidade é a menor entre as escolas que visitei. Na mensalidade está incluída uma taxa de material e não temos que levar nada extra além das frutas da semana – cada semana um aluninho da turma é reponsável por levar cinco tipos de frutas diferentes para a turma.

9. Você pretende atuar na comunidade?
Estamos conhecendo a escola, a comunidade, como as coisas funcionam. Já participamos de reunião de pais novos, reunião da turma, reunião individual com a professora, assisti duas palestras, bazar e devo começar a participar de um grupo de estudos, que será aberto para pais e amigos. Não cheguei a ir em nenhum mutirão – houveram dois, um para construção de um brinquedo e outro para jardinagem depois de uma obra que aconteceu. Ou seja, ainda não coloquei a mão na massa…rs

10. Você gostaria de deixar uma mensagem para os pais?
Em primeiro lugar acho que não existe escola ideal, cada família deve procurar uma que se adeque melhor a sua filosofia e estilo de vida.
Mas vejo e ouço hoje tantas insanidades quando se fala de jardim da infância que me assusto. Do tipo: “a escola bilingüe X tem a Cultura Inglesa, a Y o Britania, e a Cultura é muito melhor, de jeito nenhum quero que minha filha (de QUATRO anos) tenha um ensino pior de inglês, afinal inglês hoje não é mais diferencial, é essencial”. Ouvi isso ontem à noite, de uma mãe.
Eu, Renata – isso é uma opinião muito minha -, não vejo necessidade de uma criança tão pequena aprender inglês, não vejo o menor problema em ter o inglês introduzido no currículo depois da alfabetização. É fato que criança pequena aprende outros idiomas com mais facilidade que um adulto, mas isso é mais forte quando ela vive em outro país e em outra cultura. Não estou desmerecendo o aprendizado que a criança vai adquirir ouvindo e falando inglês durante a tarde inteira todos os dias da semana, mas não acredito que a que começa a aprender depois vá ficar prá trás. No final das contas, acaba servindo pra pai e mãe exibirem o filho pra amigos e familiares. O diferencial não é inglês ou outros idiomas, mas a educação da criança para o pensamento livre e para que ela seja capaz de fazer escolhas e como você mesma, Ana, falou, enfrentar os muitos desafios que o futuro trará, que não fazemos idéia de quais serão. Esses, pra mim, serão os homens e mulheres bem-sucedidos.
Sobre essa coisa da escola bilingüe, ainda, uma amiga me contou outro dia que anos atrás tirou o filho de uma escola super conhecida no Rio porque a escola estava implementando o ensino bilingüe e num belo dia o menino de 5 anos chegou em casa dizendo pra mãe que queria muuuuito aprender inglês. A escola usando a criança pra vender seu “produto”. Tem coisa mais covarde?
Mas já me extendi muito. Resumo da ópera: o que considero mutio importante e quero colocar é: pais, não escolham a escola de seu filho pensando no vestibular ou no futuro profissional que vocês idealizam para ele. Ou que seus amigos, a TV e a publicidade levam você a idealizar. Lembrem-se de respeitar a infância e não se deixar pressionar pelo filho dos amigos que está na escola trilingüe onde os filhos dos pais mais “poderosos” estudam. Seu filho merece mais que isso, e a humanidade e o planeta no futuro agradecerão.

Escolas: realidade x discurso.

Foto: FotoSearch

Fico observando as escolas, os discursos, as apresentações e propagandas que fazem de si mesmas. Ser sustentável está realmente na moda. E isso significa que, por ser moda, todo mundo quer dizer que faz e que usa. Mas não faz.

Como as escolas podem dizer que ensinam reciclagem quando pegam todo o seu lixo e juntam na mesma lixeira para que o lixeiro comum junte tudo e leve pro lixão? Além da questão de não reciclar o lixo, como pode uma instituição que tem a missão de educar crianças e jovens para o futuro, não ter preocupação com o lixo deixado no planeta?

Que escola é essa que não tem essa preocupação genuína?

Vendo a lista de material escolar e os gastos que nos são praticamente impostos no decorrer do ano, podemos ver também a quantidade de coisas que compramos e que as escolas não tem a menor preocupação em reaproveitar. Coisas que, muitas vezes, serão usadas apenas uma vez!

Eu não consigo aceitar que uma instituição que se diga preocupada em preparar seus alunos para o futuro (TODAS DIZEM ISSO) não procure se organizar de forma a fazer um consumo consciente de material e das coisas a serem compradas no decorrer do ano. Não aceito que as atividades não sejam pensadas para este fim.

Eu preciso realmente me informar mais sobre a questão da participação dos pais na escola. Se não é, deveria ser obrigatório a escola eleger/convidar um pai/mãe representante para cada turma e promover um encontro semestral entre eles, sem a participação da escola de forma que eles possam conversar abertamente sobre suas insatisfações, satisfações e anseios com relação à escola. Elegeriam-se os principais pontos e repassaria este documento para a escola. O que fosse viável seria feito; o que pudesse se tornar, seria colocado em projeto e o que fosse inviável seria discutido em busca de alternativas.

Eu não vejo ponto negativo num projeto como este, nem para os pais, nem para as escolas.

Mas o que vejo é que escolas fazem de tudo para manter os pais isolados. Eu que sou mãe e trabalho em casa, tenho uma possibilidade extra de conversar com outras mães. E posso ter a medida exata de que as insatisfações e anseios, na maioria das vezes, são os mesmos.

As escolas ainda fazem questão de se manter distante dos pais.

E as escolas que saírem na frente para mudar este comportamento, estarão no futuro para o qual dizem que querem preparar seus alunos.

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Ana Cláudia Bessa

 

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Papo via Twitter com a Renata Matteoni : http://rematteoni.caixadepandora.com.br/?p=2081