O governo e o cidadão
Posted on 22 fevereiro 2010
Essa “tuitada” da Dep. Soninha Francine de SP me fez refletir.
Até onde vai a obrigação dos governantes e começa a iniciativa do cidadão?
Eu adotei a calçada em frente à minha casa (fotos abaixo) , cujo terreno vazio, sem moradores, fazia com que ficasse constantemente tomada pelo mato. O que gera inúmeros problemas como esconderijo para bichos, até perigosos como cobras, por exemplo. Ou ainda, depósito de lixo, já que existe sempre aquele cidadão vizinho mal educado e porco que acha que o lixo deve ser descartado na frente da casa dos outros.
Foi interessante ver a reação dos vizinhos…
Curiosidade: O que será que está acontecendo?
Depois de saber que estávamos tirando o mato para plantar grama e árvores, veio a
Indagação: Por que gastar com a calçada dos outros?
Depois de saber que era para dar mais beleza e limpeza, veio o silêncio…
E a maioria, acredite, passou a cuidar mais da sua própria calçada, algumas tiveram grama plantada, outros pintaram seus muros…foi muito interessante ver a reação em cadeia. Como uma epidemia mesmo.
Além disso, é fundamental observar que cada dia mais o cidadão deve tomar a iniciativa de mudar sua forma de interagir com sua cidade e com o mundo. Nossa participação, no sentido de arregaçar as mangas é cada dia mais importante. Mas…
É a coisa certa a fazer?
Temos que agir assim em todos os aspectos ou existem áreas para se exercer o voluntariado e outras a se execer a cidadania?
Qual o limite entre essas duas iniciativas?
De fato, temos essa obrigação?
E a Deputada tem direito a sonhar com essas iniciativas ou o cidadão deveria ter uma forma de protestar e exigir do poder público o que pagamos caro e temos direito a receber?
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@anaclaudiabessa


