Classe A vacina menos seus filhos | Ana Cláudia Bessa

Classe A vacina menos seus filhos

Posted on 10 novembro 2008

A reportagem é do jornal O Estado de S. Paulo, foi publicada sexta-feira, dia 03/10/2008 e participei dando um depoimento sobre o assunto.
Leia a matéria completa aqui: http://futurodopresente.com.br/blog/?p=560
No Sudeste, somente 68,9% dos bebês receberam todas as doses, diz estudo inédito; meta era atingir 95%
Fabiane Leite
‘Não me deixo levar pelo pânico’, justifica mãe
Fabiane Leite

Ana Claudia e Nereide fazem parte do grupo de melhor escolaridade e renda que questiona a necessidade das vacinas do calendário infantil.
“Não acredito em um mundo sem doenças. Não me deixo levar pelo pânico”, diz Ana Claudia Bessa, química de 34 anos que vive em Niterói e optou por não dar vacina contra o rotavírus aos filhos – incluída recentemente no calendário. “Já mandei e-mails aos órgãos de saúde perguntando sobre riscos e nunca obtive resposta. Não há esclarecimentos, a não ser os de praxe, feitos pelos próprios laboratórios. Eles, por interesses óbvios, recomendam a vacina.”
A publicitária Nereide Aparecida Tavares, de 65 anos, também optou, há mais de 40 anos, por não dar parte das vacinas aos seus filhos, como a de sarampo, quando descobriu a homeopatia. O epidemiologista José Cássio de Moraes defende que haja mais informação sobre a segurança das vacinas.

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11 responses to Classe A vacina menos seus filhos

  • rachel disse:

    Tenho horror à qualquer tipo de médico que quer impôr seu ponto de vista como um terrorista. Nunca fiz acompanhamento pediátrico com meus filhos simplesmente porque eles não adoecem, foram amamentados até os três anos cada um deles e foi o melhor que fiz pela saúde deles. Raramente recorro ao médico, as pessoas que me conhecem estranham quando comento que estão com um pouco de febre ou “de cama”, logo perguntam se levei ao médico. Será que as mães não sabem cuidar dos próprios filhos?? A última vez que consultei um médico, procurei um homeopata e com ele tirei minhas dúvidas e esclareci outros detalhes sobre a alimentação deles. Os principais esclarecimentos foram sobre vacinação, que serviu para reforçar minha conduta em relação ao assunto. Meus filhos são muito saudáveis e não preciso ficar “testando” seus anticorpos com essas vacinas. Antigamente as crianças tinham as chamadas “doenças infantis” e ficavam alguns dias de cama tomando suco e sopinhas e depois saravam e continuavam sua vida normalmente e não corriam o risco de ter essas doenças quando adultos, como ocorre em alguns casos hoje em dia. Era comum saber que algum amiguinho estava com catapora ou caxumba, rubéola ou simplesmente uma gripe. Ninguém fazia esse drama todo e nem existia essa quantidade de vacinas. Meu filho do meio teve rotavirus e como o médico disse: de 7 a 10 dias o vírus completa seu ciclo e seu filho estará bem novamente, se tivesse algum medicamento para dar à ele, em 7 ou 10 dias ele estaria bem do mesmo jeito. É o próprio organismo se defendendo naturalmente. Hoje vejo vacina para rotavirus e acho absurdo pois seus efeitos colaterais podem ser sérios. Parece que as mães hoje em dia estão delegando a função de cuidar de seus filho a outros, são convencidas pelos pediatras do que devem ou não fazer com seus filhos, são levadas ao consumismo exagerado até mesmo na área da saúde, basta ver quantas clínicas de imunizações famosas e bem equipadas existem . Tenho pena dessas crianças e me pergunto se essas gerações viverão tanto quanto nossos avós, são tantas as interferências que sofremos.

  • Ana Cláudia Bessa disse:

    Tenho horror a médico terrosrita…me cheira a charlatanismo….
    cruz credo!

  • Ana Paula disse:

    “Não sou contra a vacinação. Sou a favor da vacinação consciente e informada.”

    Perfeito!

  • Ana Paula disse:

    O antigo pediatra adorava fazer terror com essa questão… “Vc já deu tal vacina?”. “Não, ainda não”. “Tá bom, mas vc sabe que meningite mata, né?”

    02 consultas já foram demais.

  • Ana Cláudia Bessa disse:

    MEU DEPOIMENTO PARA O ESTADÃO:

    Quando comecei a tomar conhecimento que existiam pessoas que questionavam a eficácia das vacinas, eu havia iniciado as vacinas básicas do calendário.

    Contudo, tive tempo de me informar e cuidar para dar vacinas excedentes de forma mais responsável visando o bem estar dos meus filhos.

    Um das formas é dar vacinas separadamente. Quanto maior a carga vacinal, maiores a chances de reações adversas.

    Procurei me informar junto à pediatra, quais vacinas eram recomendadas de serem tomadas na rede pública e na rede privada.

    Por exemplo, vacinas de pouca rotatividade na rede privada, às vezes tem maior rotatividade na rede pública, correndo menos riscos de uso de medicamentos vencidos ou mal conservados.

    Vacinas da rede privada são mais modernas e é sempre bom informar-se pois a chance é maior de serem mais eficazes e menos sujeitas a reações.

    Aí, nós temos que avaliar quais dar em que lugar. Mas é importante saber que existem diferenças.

    O que também me incomoda é doenças naturais da infância estarem sendo tratadas como graves como o caso da Catapora.

    Toda doença tem suas complicações mas também ajudam a fortalecer o sistema imunológico. Quem de nós nunca ouviu a piadinha da vitamina S (Sujeira)?

    Pois a sujeira, com a doença, fazem parte da vida da pessoa e, no meu entender, ajudam a fortalecer nossas defesas.

    Isso não significa viver na sujeira, significa não viver numa bolha.

    O excesso de medicamentos e vacinas estão ajudando a criar super bactérias que no futuro serão, com certeza, mais prejudiciais que uma simples catapora.

    Não acredito num mundo inerte de doenças. Não me deixo levar pelo pânico desnecessário.

    Avalio se eles estão no grupo de risco: como no caso da rotavirus. Eu juntamente com minha médica, optei por não dar esta vacina visto que meus filhos não freqüentavam creche na época de maior incidência da doença. Tomei todos os cuidados necessários e não foi necessário vacina e nem mesmo tiveram a doença.

    Fora isso, já mandei e-mails aos órgãos de saúde perguntando sobre grupos de risco, riscos de reações e qualidade dos componentes das vacinas e nunca obtive resposta.

    Ou seja, não há esclarecimentos quando solicitado a não ser os esclarecimentos de praxe feitos pelos próprios laboratórios que fabricam as vacinas. Que por interesses óbvios, recomendam a vacina.

    Será que todas as vacinas devem ser dadas a todas as crianças indiscriminadamente se somos seres diferentes entre si?

    Todas toleram os mesmos medicamentos da mesma forma?

    Há muito o eu se perguntar sobre vacinas, mas há pouco esclarecimento.

    Diante de tanta corrupção e interesses econômicos envolvidos, me sinto insegura quanto ao real benefício de se vacinar indiscriminadamente.

    Será que as doenças foram erradicadas somente pelas vacinas ou porque o conhecimento da existência das bactérias nos fez mudar nossos hábitos de higiene e alimentação?

    Eu como cidadã não me sinto responsável por dar respostas, e sim, com direito a receber.

    Quem recebe a vacina está de fato coberto? Não foram contaminados por tantos componentes químicos nocivos existentes nas vacinas como o timerosal?

    Meus filhos foram vacinados conforme o calendário mas será que foi o melhor para eles?

    Não sei. Não sou contra a vacinação. Sou a favor da vacinação consciente e informada.

    Na dúvida, acho que devemos perguntar: como, quando, onde e porquê.

  • Ana Cláudia Bessa disse:

    Conferência de Anas? rs

    Anas,

    Eu dei todas do calendário oficial. Das extras, nenhuma.

    Sou meio-termo com relação ás vacinas por dois motivos: falta de informação nos dois sentidos, tanto contra, como a favor.

    Se na época da vacinação deles, eu tivesse mais informação, eu não teria dado algumas do calendário oficial como a da Hepatite, por exemplo.

    Eu não vacino, pelo coletivo, e nem deixo de vacinar pelo coletivo porque simplesmente não acredito que os governos tomem decisões pelo coletivo. As decisões são meramente capitalistas. Se alguma vacina não der lucro, nenhum governo vai incluir a mesma no calendário, acreditem. Muito menos serão produzidas pelos laboratórios. Vide a África que é assolada por falta de condições básicas e doenças e NINGUÉM se predispõe a uma decisão pelo coletivo de vacinar uma população que de fato precisa.

    Eu não gostei muito dessa matéria porque como todas as outras, sempre é tendenciosa ao políticamente correto e políticamente correto é tendenciar a favor da vacinação. Meu depoimento foi bem maior que esse mas ainda assim, também não fiquei triste porque, mesmo tendo reproduzido pouco, foi o que eu disse.

    Sobre a homeopatia, eu tenho o mesmo problema da Ana Paula, a homeopata das crianças é a favor da vacinação. Eu é que argumento com ela e ela respeita meu ponto de vista.

    E sinceramente, tanto a homeopatia quanto a não-vacinação, só é defendida, na maioria das vezes, nos bastidores e em grupos fechados. Poucos assumem suas posturas e estão dispostos a debater claramente. Conheço pessoas ótimas, com excelente conhecimento no assunto que já me disseram claramente que não falam do assunto publicamente.

    E assim caminhamos, cada um por sí, Deus por todos, como se diz.

    PS: Obrigada por participarem do debate. Fico imensamente feliz por ter este espaço para compartilhar com pessoas como vocês. OBRIGADA.

    Links do que já falamos aqui no blog sobre vacinas:
    http://ofuturodopresente.blogspot.com/search/label/Vacinas

  • Ana Paula disse:

    Ana,

    Realmente, fiquei surpresa quando ele me recomendou as vacinas. Mas não dei todas, não, só a de catapora mesmo… peguei catapora quando era criança, e sofri muito, lembro de ter sido uma coisa horrível…

    Como meu pequeno vai p/ escolinha, calculo que as chances de ter catapora são grander, e escolhi poupá-lo disso – mesmo sabendo que a vacina não dá 100% de garantia.

    Acho que esse assunto é um pouco polêmico, mas me lembro de ter ouvido uma mãe dizer isso e concordo: “Eu vacino pelo coletivo”.

  • ana b. disse:

    homeopata q recomenda vacina de catapora???
    xará, tem alguma coisa errada nisso… vai contra os princípios da homeopatia, e catapora é considerada uma doença benigna, da infância…
    esse mundo tá perdido…
    em tempo: a pesquisa não deixa explícito o número de doentes entre as crianças das classes mais abastadas q NÃO tomam vacina…
    se essas crianças tomam menos vacinas, mas permanecem saudáveis, então a vacina não está fazendo falta, não é?… mas os pesquisadores não diriam isso…
    bjs atrasados,
    ana
    (q só deu uma vacina pra filha caçula e não se arrepende; aliás, se arrepende da vacina dada…)

  • Ana Paula disse:

    Em tempo: pediatra do baby é homeopata, só receita ATB quando há extrema necessidade, mas recomendou dar todas as vacinas + catapora + hepatite + meningite.

  • Ana Paula disse:

    Meu filho tomou todas as vacinas do calendário oficial, incluindo rotavírus, e a particular de catapora.

    Dei pq ele frequenta a escolinha desde os seis meses.

    Se eu tivesse a oportunidade de ficar em casa com ele e colocá-lo na escola somente depois dos três anos, com certeza teria pensado melhor sobre essa questão…

  • anaclaudia disse:

    Raquel, você tocou num ponto muito interessante: essa clínicas de imunização parece que estão se reproduzindo como Gremlins!!!
    E essa orientação quanto ao tempo de incubação do rotavírus com vacina e sem vacina? O que dizer além de “que droga esses médicos andam fazendo?”

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