Eu e os brinquedos das crianças no Amélias
Um dos grandes desafios em casa é manter os brinquedos arrumados.
Mas acho fundamental a gente dedicar um tempo para isso.
Um dos grandes desafios em casa é manter os brinquedos arrumados.
Mas acho fundamental a gente dedicar um tempo para isso.
Dia Internacional da mulher e ainda vejo pouco a se comemorar.
Claro que a condição feminina avançou bastante mas avançou pouco.
Sim, pouco.
O mundo continua machista e a mulher continua ganhando menos no mercado de trabalho.
Ainda encontramos pais e as próprias mães que acham lindo seus filhos terem um monte de namoradas e filhas que não tenham tantos namorados assim.
Ainda encontramos maridos que traem mas que querem suas mulheres em casa, cuidando dos filhos.
Ainda encontramos mulheres que abortam por conta própria, sem apoio da família, do parceiro ou do governo.
Ainda temos mulheres sendo chamadas de “piranhas” pelas roupas que vestem.
Ainda temos mulheres culpadas pelo assédio que recebem.
Ainda temos mulheres violentadas porque não se comportam de acordo com o que a sociedade julga correto.
Ainda temos mulheres desrespeitadas porque não têm um homem ao lado.
Somente descobri todos esses valores depois que fui mãe, porque depois da maternidade me senti mais mulher.
Mas isso não implica que para todas tem que ser assim.
As mulheres têm o direito a escolher, ou deveriam ter.
Depois de ser solteira, profissional, casada, separada e mãe posso dizer como é difícil sermos respeitadas.
Já perdi uma excelente vaga de trabalho para um homem menos competente.Foi terrível perder aquele trabalho não porque ele era homem, mas só porque ele era homem.
Porque esse foi o diferencial e com o qual eu não teria como competir. Afinal, não sou homem.
E duas vezes, saí do trabalho porque não “dei” pro chefe. São momentos tristes na vida profissional de qualquer mulher e a gente se sente um lixo.
Não fui assediada porque sou de beleza estonteante, nada disso.
O problema não era comigo, era com o “chefe”.
Não era o meu trabalho, não era a minha capacidade, não era a minha beleza ou falta dela.
Ele queria usar a mulher que trabalhava para ele. E ponto.
Poderia ser eu, poderia ser outra.
Paguei o preço por me respeitar.
Enquanto casada, somos respeitadas, mas escolha não ter filhos para ver!
Passei por isso no meu primeiro casamento.
E foi a melhor coisa que fiz porque não há nada melhor do que ter filhos quando nos sentimos prontas para isso.
Mas a sociedade foi bastante cruel com a minha escolha.
Depois se separe, e minha amiga, verá o desrespeito de todas as formas porque você é sozinha e não tem um homem ao lado para te “proteger”.
E na verdade , eu nem entendia direito isso tudo porque eu estava tão feliz e tão bem sozinha durante um tempo que a gente se pergunta o motivo da sociedade no obrigar a ter um homem, mesmo quando não queremos.
Depois me casei novamente e tudo voltou ao “normal”.
Tudo mais fácil.
Mas é triste ver que muitas sucumbem a relacionamentos que não querem e homens que não as merecem pelo conforto de ser casada e bem aceita na sociedade.
Aí tive filhos e foi o auge do respeito social.
Casada, marido , filhos…
Ah…mas essa “adequação” social tem um preço alto porque você não pode escolher ficar em casa cuidando dos filhos mesmo que provisóriamente, ou será rotulada de Amélia.
E há as que ainda se adequam a mais este papel, o de mãe-profissional-bem-sucedida-que-trabalha-fora.
Sinceramente, não sei como conseguem.
Eu optei por ficar em casa e hoje, mesmo tendo retomado meu trabalho, fazendo-o de casa, fico enlouquecida.
Se querem nos parabenizar pelo dia das mulheres, que seja nos respeitando.
Respeitando nossas escolhas.
Nossas roupas, nosso corpo.
Só me faça cesárea seu eu quiser ou se isso for realmente necessário.
Botem os companheiros violentos na cadeia e não deixem mulheres e filhos apanhando de homens que nunca são punidos.
Respeitem-nos quando dizemos: não quero filhos.
Respeitem-nos quando não quisermos maridos.
Porque nós mulheres assumimos nossos papéis e sustentamos famílias tantos quanto os homens.
Os mesmos que querem chegar em casa e descansar, enquanto a mulher, depois de um dia todo de trabalho, dentro ou fora de casa, ainda tem os filhos a cuidar até o momento em que eles vão para a cama.
Porque ainda existem maridos que dizem que não trocam fraldas!
Como se os filhos fossem feitos somente pelas mulheres.
Como se o ato de cuidar e mantê-los fosse somente obrigação das mães.
E se elas trabalharam fora, nada muda. Nada como alguém para ajudar nas contas e cuidar dos filhos.
Não tenho palavras para definir estes homens.
São os mesmos que dizem que deveria ter dia internacional dos homens.
Porque são eles que são estuprados, prostituídos, explorados, desmerecidos profissionalmente.
Eles é que foram queimados em fogueiras porque foram taxados de bruxos, feiticeiros, malévolos.
Coube à nós a vil função de trazer o pecado ao mundo e tirar o inocente Adão do paraíso.
No dia internacional da mulher,nada a comemorar. Continuamos reinvindicando respeito e igualdade como as operárias de 8 de março de 1857.
Por isso, amigas, a mudança depende de nós.
Ou continuaremos a ser as loucas, neuróticas e chatas dos comerciais de TV.
Vamos educar nossos filhos a respeitarem as mulheres como queremos ser respeitadas por nossos companheiros.
Vamos educar nossas filhas para se darem ao respeito para que suas escolhas tenham valor.
Vamos educar nossos filhos para que respeitem suas colegas de trabalho.
Vamos educar nossos filhos para que eles aceitem mulheres em cargos representativos com respeito e admiração, tanto quanto aceitam outros homens.
Vamos educar nossos filhos para que respeitem suas mães como mulheres.
Vamos educar nossos filhos para serem bons pais e participativos em suas famílias.
Vamos educar nossas filhas para respeitarem as outras mulheres porque também somos nossas próprias algozes.
Vamos educar nossos filhos e filhas , para que tenhamos o que comemorar nos próximos 8 de março de dois mil e sempre.
( Um beijo especial ao meu marido que é um companheiro maravilhoso, imperfeito – tanto quanto eu – mas comprometido com as escolhas que fizemos juntos. Te amo.)
Na escola das crianças , nós mães nos relacionamos fora da escola, com e sem nossos filhos em passeios coletivos e em encontros para adultos em casais ou almoço de mães por exemplo, como já contei aqui .
Por isso, é muito fácil que a gente se sinta à vontade de oferecer umas às outras os uniformes usados de nossos pequenos que não servem mais.
Ano passado economizei muito, e comprei pouquíssimas peças novas, recebendo mudas de uniformes usados e é ecológico, afinal, são peças e peças de roupas que são reusadas. Acabei de dar 3 blusas de manga comprida para a filha de uma amiga que recebi ano passado, já usada do filho de outra amiga. Ou seja, as mesmas peças sendo usadas pela terceira criança!
Sendo assim, depois de doar as 3 blusas de manga comprida como contei, acabei de receber duas calças compridas com forro e duas camisas de manga comprida usadas de uma mãe amiga. E logo terei mais peças de uniforme para doar, pois o tempo muda, as crianças crescem e as roupas ainda estão em perfeitas condições de uso!
Meu filho anda cantando muito essa música e me lembrei desse filme.
Letra linda, melodia deliciosamente alegre, e meu filho cantando: “In no moutein nai inou” !
As mães são assim: Não há montanha alta demais…
(cena do filme Lado a Lado que conta a história de uma mãe separada com câncer e da segunda esposa do marido, que será a madastra de seus filhos. Com Susan Sarandon e Julia Roberts, vale assistir!)
Ain’t No Mountain High Enough |
Não Existe Uma Montanha Alta o Suficiente |
| Listen Baby… | Escute baby… |
| Ain’t no mountain high | Não existe uma montanha alta o suficiente |
| Ain’t no valley low | Não existe um vale profundo |
| Ain’t no river wide enough, baby | Não existe um rio grande o bastante, baby |
| If you need me call me | Se precisar de mim me ligue |
| No matter where you are | Não importa aonde você esteja |
| No matter how far | Não importa a distancia |
| Don’t worry baby | Não se preocupe baby |
| Just call my name | Apenas diga meu nome |
| I’ll be there in a hurry | Estarei lá em um segundo |
| You don’t have to worry | Você não precisa se preocupar |
| ‘Cause baby there ain’t no mountain high enough | Por que baby não há uma montanha alta o suficiente |
| Ain’t no valley low enough | Não existe vale profundo o suficiente |
| Ain’t no river wide enough | Não existe rio grande o bastante |
| To keep me from gettin’ to you, babe | Que me mantenha afastado de você, baby |
| Remember the day, I set you free | Lembre-se do dia, eu te libertar |
| I told you you could always count on me darlin’ | Eu disse que você poderia sempre contar comigo querida |
| From that day on, I made a vow | Daquele dia em diante, fiz uma promessa |
| I’ll be there when you want me | Eu estarei lá quando você me quiser |
| Some way, some how | Alguma forma, de alguma forma |
| ‘Cause baby there ain’t no mountain high enough | Por que baby não há uma montanha alta o suficiente |
| Ain’t no valley low enough | Não existe vale profundo o suficiente |
| Ain’t no river wide enough | Não existe rio grande o bastante |
| To keep me from gettin’ to you | Que me mantenha afastado de você, baby |
| Oh no, darlin’ | Oh não, querida |
| No wind | Nenhum vento, |
| No rain | nenhuma chuva, |
| No winter’s cold | nenhum inverno |
| Can stop me baby | pode me impedir baby |
| No no baby | Não,não baby |
| ‘Cause you are my girl! | Por que você é a minha garota! |
| If you’re ever in trouble | Se você se meter em apuros |
| I’ll be there on the double | Eu estarei lá na esquina |
| Just send for me | Apenas me mande |
| Oh baby! | Oh baby! |
| My love is alive | Meu amor esta vivo |
| Right down in my heart | Bem aqui no meu coração |
| Although we are miles apart | Mesmo que estejamos separados por quilômetros |
| If you ever need a helping hand, | Se você precisar de uma mão, |
| I’ll be there on the double | Eu estarei lá na esquina |
| Just as fast as I can | O mais rápido que puder |
| Don’t you know that there | Você não sabe que existe |
| Ain’t no mountain high enough | Não á montanha alta o suficiente |
| Ain’t no valley low enough | Não existe vale profundo o suficiente |
| Ain’t no river wide enough | Não existe rio grande o bastante |
| To keep me from gettin’ to you, babe | Que me mantenha afastado de você, baby |
| [repeat to end] | (Refrão [repete até o fim da música]) |
‘O Senhor é o meu pastor e nada me faltará.
Deita-me em verdes pastos e guia-me mansamente em águas tranqüilas.
Refrigera a minha alma, guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome.
Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum,porque Tu estás comigo, a Tua vara e o Teu cajado me consolam.
Preparas-me uma mesa perante os meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda.
Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida e habitarei na casa do SENHOR para todo o sempre.’
(Salmo 23)
Essa “tuitada” da Dep. Soninha Francine de SP me fez refletir.
Até onde vai a obrigação dos governantes e começa a iniciativa do cidadão?
Eu adotei a calçada em frente à minha casa (fotos abaixo) , cujo terreno vazio, sem moradores, fazia com que ficasse constantemente tomada pelo mato. O que gera inúmeros problemas como esconderijo para bichos, até perigosos como cobras, por exemplo. Ou ainda, depósito de lixo, já que existe sempre aquele cidadão vizinho mal educado e porco que acha que o lixo deve ser descartado na frente da casa dos outros.
Foi interessante ver a reação dos vizinhos…
Curiosidade: O que será que está acontecendo?
Depois de saber que estávamos tirando o mato para plantar grama e árvores, veio a
Indagação: Por que gastar com a calçada dos outros?
Depois de saber que era para dar mais beleza e limpeza, veio o silêncio…
E a maioria, acredite, passou a cuidar mais da sua própria calçada, algumas tiveram grama plantada, outros pintaram seus muros…foi muito interessante ver a reação em cadeia. Como uma epidemia mesmo.
Além disso, é fundamental observar que cada dia mais o cidadão deve tomar a iniciativa de mudar sua forma de interagir com sua cidade e com o mundo. Nossa participação, no sentido de arregaçar as mangas é cada dia mais importante. Mas…
É a coisa certa a fazer?
Temos que agir assim em todos os aspectos ou existem áreas para se exercer o voluntariado e outras a se execer a cidadania?
Qual o limite entre essas duas iniciativas?
De fato, temos essa obrigação?
E a Deputada tem direito a sonhar com essas iniciativas ou o cidadão deveria ter uma forma de protestar e exigir do poder público o que pagamos caro e temos direito a receber?
“Sozinho naquela ilha, eu não tinha opção, apenas precisava continuar respirando e esperando pelo dia de amanhã. Porque existe sempre um novo amanhecer e nunca sabemos o que a maré pode nos trazer.”
(Tom Hanks – filme: Náufrago)
O que mantém a TV aberta é a publicidade, ou os comerciais. Quando escolhemos pagar por Canais por Assinatura é porque estamos em busca de programação diferenciada e nada de anunciantes. Afinal, no canal pago, não é a propaganda que o mantém. Contudo, cada dia mais somos bombardeados com propagandas que parecem intermináveis nos canais pagos. Alguns, ainda mantém alguma ética quando apenas fazem propaganda da programação do próprio canal, mas muitos a perdem em seguida quando essas propagandas duram uma eternidade. O que aconteceu comigo ontem ao assistir um filme num canal pago.
Pior vem acontecendo com os canais infantis que tem propagandas – mesmo – de vários brinquedos e serviços para as crianças (inclusive com incentivo a envio de mensagens SMS). Na segunda-feira, 21 de dezembro de 2009, meu filho quis assistir o filme A Princesa e a Plebéia da Barbie no canal pago Cartoon Networks e o intervalo teve mais de 10 anúncios de brinquedos. Em todos, ele repetia: eu quero esse, mãe…
Pensei seriamente em vetar o canal através do controle remoto, tamanha a minha indignação! Mas não encontrei ferramenta para barrar o canal, apenas controlar via faixa etária. Como o canal é considerado de programação Livre, não tive como censurar a exibição via controle remoto.
O consumismo é a maior causa de criminalidade entre os jovens, justamente por quererem saciar esse desejo excessivo de consumir. Desejo devidamente incentivado pela publicidade excessiva de anúncios sem se preocuparem com os malefícios que isso representa. Mas diante do fato de que não é proibido atualmente, como CONSUMIDORA E CLIENTE, não estou satisfeita em ver comerciais num canal PAGO principalmente quando direcionado às crianças.
Quais os direitos do assinante do canal de TV pago com relação à publicidade?
Existe normatização ou regulamentação para exibição de propagandas nestes canais?
‘O Ministério Público Federal abriu a consulta pública “televisão por assinatura e transparência das relações de consumo: quantidade de programação, quantidade de publicidade e o direito do consumidor à informação”. O objetivo da consulta, aberta por 60 dias, é colher informações e opiniões de todos os interessados no tema para instruir procedimento do MPF sobre o assunto.
A preocupação do MPF é com a escolha do consumidor. O conteúdo da televisão por assinatura é a sua programação. E o consumidor, para avaliar o serviço pago e definir sua opção pela mídia que melhor atende suas necessidades deve ter, na avaliação do MPF, acesso à informação, conforme garantem os artigos 6 e 31 do Código de Defesa do Consumidor.
Para o procurador da República Marcio Schusterschitz da Silva Araújo, responsável pelo caso, um dos critérios de informação para que o cliente possa avaliar o serviço de TV por assinatura é saber a proporção entre a quantidade de programação e a de publicidade veiculada por cada operadora do serviço.
Além de abrir a consulta pública, o procurador oficiou sobre o mesmo tema à Anatel, à Associação Brasileira de TV por Assinatura e a organismos de defesa do consumidor como o Idec e a Associação Pró-Teste.
Para enviar sua contribuição, envie um e-mail para: consultapublica_mssa@prsp.mpf.gov.br ou carta para o endereço: rua Peixoto Gomide, 768, São Paulo-SP, CEP 01409-904, com o assunto “consulta pública procedimento 1.34.022.000025/2007-04” no envelope.”
Eu já mandei meu e-mail, e você, está satisfeito com sua Tv por assinatura?
Quer reclamar e não sabe onde?
Procura ferramentas que garantam seus direitos?
Eis o caminho. Participe.
Chegou meu livro A Bíblia da Costura!
Eu corri muito atrás desse livro!
Dizem que é o “must have” de quem está aprendendo a costurar (meu caso)…rs…
Na verdade, quero mais entender das técnicas e do ofício porque não tenho tempo de fazer roupas. Mas é legal demais entender e sentar na máquina para transformar uma idéia que vem à cabeça e depois transformá-las em peças do Futuro do Presente.
Este livro, na verdade, é uma reedição de um cultuado e recomendíssimo livro chamado O Grande Livro da Costura e que no sebo chega a custar 400 reais! No way!
Essa nova versão é um pouco menor e sai por 98 reais que podem ser pagos em 4 vezes.
Gostei muito do livro nas primeiras olhadas que dei: bem impresso, com papel de ótima qualidade, capa dura e boas fotos e ilustrações. Ainda não posso avaliar o conteúdo e a didática do livro porque ainda não tentei consultar de fato para aprender e tirar minhas dúvidas mas já vi dicas ótimas de alguns materiais que vão facilitar minhas costuras e que eu não tinha idéia que existiam.
O único porém é a compra do livro: muito demorada em todo o processo. Na emissão do boleto e envio (10 dias , o que poderia ser emitido online e na hora), na resposta aos e-mails (5 dias), no envio do livro que não é feito via Correio (via transportadora e levou em torno de 15 dias) . O processo todo levou mais de 1 mês o que na internet é inaceitável.
Agora, estou aqui, empolgadíssima para começar a aprender com meu novo professor!